CLOC- VC Continental se convoca en Colombia

LUCHA

Sábado 27 de Agosto de 2011

Por cerca de una semana se convocan en Bogotá, Colombia, la Comisión Política Coordinadora de la CLOC-VC, y varios delegados y delegadas de todo el Continente con el objetivo de discutir los lineamientos de acción del movimiento luego del V Congreso de la CLOC-VC realizado en octubre pasado en Quito, Ecuador. Asimismo, se busca dar continuidad a los compromisos adquiridos en la Campaña Continental contra los Agrotóxicos y Reforma Agraria. Este espacio de debate y construcción se inaugura oficialmente mañana con una atmósfera esperanzadora y revitalizante, fruto de la resistencia y anhelos de las y los militantes de las organizaciones.

De acuerdo a las agendas, las Jornadas Internacionales de discusión de la CLOC-VC serán intensas, y concentrarán a aproximadamente a 50 compañeros y compañeras del Caribe, Centroamérica, Cono Sur, México y Andina. Luis Andrango, Secretario Operativa de la CLOC-VC, señaló que este espacio es muy importante para la CLOC luego del  V Congreso pues existen un sin número de retos que concretar y operativizar, enfocados a la indicencia poltica.

Por otro lado, para la dirigenta del MST, organización miembra de la COC-VC, Itelvina Massioli este encuentro es una conquista, pues  se tiene  el desafío de potenciar nuestra incidencia política mediante  el desarrollo de nuestra capacidad de propuestas, de lucha y movilización. “Estamos felices. Sabemos que a lucha es fuerte, pero continuará.”

En Colombia las organizaciones que forman parte de la CLOC- VC son Fensuagro, CNA y FENACOA, organizaciones con una larga lucha histórica a nivel tanto regional como a nivel nacional.

Estas Jornadas Internacionales de debate y discusión concluirán el próximo 2 de septiembre con el Foro Latinoamericano de Políticas Agrarias donde se espera congregar más de 200 personas, a partir de las 10h00 . Este Foro  Latinoamericano se realizará en el Sindicato de Trabajadores del Instituto de Seguridad Social ubicado en el centro de Bogotá. Finalmente, en el marco de este evento también se tiene previsto hacer un plantón  frente a las instalaciones del Ministerio de Agricultura a partir de las 15h00 con el objetivo de exigir  que se respeten los derechos de las y los campesinos.

 

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As conquistas da Via Campesina com a Jornada de Lutas

Brasila

Sábado 27 de Agosto de 2011

Gilberto Carvalho garante retomada do tema pelo governo e anuncia respostas à pauta da Via Campesina.

Vinicius Mansur, de Brasília (DF)

Após uma semana de lutas, o Acampamento Nacional da Via Campesina, instalado em Brasília, chegou ao seu final nesta sexta-feira (26), com o retorno positivo do governo às reivindicações da organização.

 

Em um dia de intensas negociações dentro do Palácio do Planalto, os cerca de quatro mil acampados permaneceram, desde 10 horas da manhã, às portas do Ministério da Fazenda. No fim da tarde, a mobilização retornou ao acampamento para que o governo federal, na figura do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, apresentasse suas respostas. “A primeira grande conquista que vocês conseguiram foi que o governo recolocasse a reforma agrária na sua pauta”, afirmou.

Em termos concretos, as principais conquistas anunciadas pelo ministro foram o acréscimo de R$ 400 milhões no orçamento do Incra e MDA para obtenção de terras para a reforma agrária e a liberação dos R$ 15 milhões contingenciados do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). Também estão na lista a implementação do Programa de Alfabetização Rural, nos moldes propostos pela Via Campesina, e o financiamento de agroindústria em assentamentos: R$ 200 milhões para projetos de até R$ 50 mil e outros R$ 250 milhões para projetos até R$ 250 mil, todos esses créditos a fundo perdido (confira outras conquistas abaixo).

Para o dirigente do MST e da Via Campesina João Paulo Rodrigues, o conjunto das respostas do governo federal é uma conquista importantíssima, saldo da mobilização que trouxe quatro mil camponeses à Brasília, mas mobilizou mais de 50 mil ao todo Brasil, na Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária. Entretanto, o dirigente salientou que o problema da dívida dos pequenos agricultores brasileiros, que somam cerca de R$ 30 bilhões, não foi respondido a contento:

“Estamos felizes, mas não com a proposta da dívida. Sabemos que a luta continuará.”

A proposta do governo permite que os endividados acessem um crédito de até R$ 20 mil, com juros de 2% ao ano e prazo de pagamento de 7 anos, para quitar as dívidas atuais, e os libera para acessar novos créditos no Pronaf. Os movimentos do campo reivindicavam a anistia da dívida.

Gilberto Carvalho reconheceu que sai destas negociações em dívida com povos indígenas, quilombolas e os atingidos por barragens, mas enfatizou que o governo retomará a política de homologações de terra e que novas conquistas sairão da mesa permanente que o governo mantém com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

A próxima reunião entre o governo e a Via Campesina já está marcada para o dia 21 de setembro.

Respostas do governo à Via Campesian:

– Acréscimo de R$ 400 milhões no orçamento do Incra e MDA para obtenção de terras para a reforma agrária.

– Liberação dos R$ 15 milhões contingenciados do Pronera.

– Programa de Alfabetização Rural, nos moldes propostos pela Via Campesina.

– Agroindústria em assentamentos: R$ 200 milhões para projetos de até R$ 50 mil e outros R$ 250 milhões para projetos até R$ 250 mil, todos esses créditos a fundo perdido.

– MDA e Incra devem apresentar entre 7 e 10 de setembro um plano emergencial de assentamento até o fim do ano, mas também com vistas até 2014.

– Dívida: crédito de até 20 mil, com juros de 2% ao ano e prazo de pagamento de 7 anos, para quitar as dívidas atuais, liberando o acesso a novos créditos no Pronaf.

– Inclusão das áreas de reforma agrária no Programa de Habitação que o governo anunciará semana que vem.

– A Produção Agroecologia Integrada e Sustentável (PAIS) terá todos os recursos necessários para todos os projetos apresentados.

– Instalação de Grupo de trabalho para laborar nova regulamentação para uso dos agrotóxicos.

– Implementação de 20 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFETs)

– Cultura: criação de editais para bibliotecas, cinema e produção audiovisual, específicos para o campo.

– Programa de liberação de outorgas para rádios comunitárias em assentamentos.

Foto: Valter Campanato – ABr

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Guatemala: A 17 años de masacre en la costa sur, todo sigue en impunidad‏

Jueves 25 de  Agosto de 2011

Representantes del Comité de Unidad Campesina -CUC- integrante de la CLOC Vía Campesina condenaron la impunidad que existe después de 17 años de la masacre de cuatro campesinos y varios despedidos de la finca San Juan el Horizonte en la Costa Sur.

Aparicio Pérez de la dirección nacional del -CUC- dijo que aunque el Estado fue condenado por la Comisión Interamericana de Derechos Humanos por la masacre cometida en contra de los cuatro campesinos donde están señalados la familia Blanco Aguirre Carlos blanco Aguirre, José Álvaro blanco Aguirre y la familia Campoy.

Pérez denunció que ha diecisiete años de lo ocurrido la empresa no ha cumplido con lo resuelto por el ente internacional, “pago de prestaciones laborales a ochenta trabajadores y a la reinstalación”, añadió que eso es muestra de la impunidad que prevalece porque el Ministerio de Trabajo no ha dado seguimiento a que se ejecuten las reinstalaciones y el pago de prestaciones.

También condenó que los entes de derechos humanos como la Comisión Presidencial de Derechos Humanos -COPREDEH-, no responda a los intereses de la familias campesinas tal como sucede en el Valle del Polochic porque no se ha cumplido con las medidas cautelares, señaló que los mismos gobiernos hacen que las empresas estén involucradas con hechos graves de violaciones a los derechos humanos.

“La mayoría de las familias víctimas sobreviven”, señaló Pérez al indicar que trabajan por jornales sin contar con estabilidad laboral por ello exigen al Estado y al Ministerio de trabajo hagan cumplir la ley y se le cancele las prestaciones laborales o se les compense con tierras para que puedan producirlas, finalizó que por la falta de respuesta las mismas familias decidirán las acciones a tomar en conjunto con otras organizaciones para que dicha masacre no siga impune.

 

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Via Campesina Brasil mobiliza 17 estados em jornada pela Reforma Agrária

A Via Campesina Brasil realizou protestos em 17 estados e em Brasília, na Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, que acontece em todo o Brasil desde o dia 22 de agosto.

As principais pautas trabalhadas pelo Movimento referem-se à questão das dívidas dos pequenos agricultores, cujo valor chega a R$ 30 bilhões, de acordo com o Ministério da Fazenda, e o contingenciamento do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Os R$ 530 milhões destinados para promover desapropriações de terras para este ano já foram totalmente executados. O cenário para 2012 é ainda pior: está previsto um corte de R$ 65 milhões, segundo dados do próprio Incra, com o orçamento despencando para R$ 465 milhões.

Desde segunda-feira (22/8) os movimentos que integram a Via Campesina estão acampados em Brasília com quatro mil trabalhadores e trabalhadoras rurais de 23 estados e do Distrito Federal, em um grande Acampamento por Reforma Agrária nos arredores do Ginásio Nilson Nelson.

Abaixo, um balanço das manifestações.

Alagoas

Mais de 2.000 trabalhadores do campo foram mobilizados. Houve ocupação do Complexo da Companhia Hidrelétrica do São Francisco, em Paulo Afonso (BA) e a sede da Eletrobrás Distribuição Alagoas, em Maceió. No início da tarde, mais duas ocupações foram realizadas: superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na praça Sinimbu e a Secretaria do Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário de Alagoas (Seagri).

Bahia

Cerca de 400 pessoas realizam um acampamento em frente à Universidade do Vale do São Francisco, na cidade de Juazeiro. Os manifestantes pretendem debater o problema das barragens, o combate ao uso de agrotóxicos, o incentivo à agroecologia e o endividamento dos agricultores. As linhas de crédito para o agronegócio comprometem a produção de alimentos. Cerca de 80% dos agricultores da região estão com altas dívidas, que os impede de acessar novos créditos. A dívida em todo o Brasil chega a R$ 30 bilhões.

Brasília

Os 4.000 agricultores que estão no Acampamento Nacional da Via Campesina desde segunda-feira ocuparam o Ministério da Fazenda na manhã desta terça-feira (23/08). A desocupação veio logo após o agendamento da reunião no Palácio do Planalto.

Ceará

Mais de 1000 trabalhadoras e trabalhadores de diversos municípios cearenses ocuparam a sede nacional do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), em Fortaleza, nesta terça-feira (23/8). Os movimentos exigem a proibição da pulverização aérea de agrotóxicos na Chapada do Apodi, na divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte. A sede da Caixa Econômica Federal, em Fortaleza, também foi ocupada 800 trabalhadores da Assembléia Popular.

Espírito Santo

Cerca de 400 trabalhadores e trabalhadoras do campo, de diversos municípios capixaba ocuparam na manhã de segunda-feira (22/8) a Superintendência Regional do Incra, em Vila Velha.

Mato Grosso

A Via Campesina organiza em Cuiabá, no Mato Grosso, um acampamento em frente à sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), com 150 trabalhadores rurais, a partir de segunda-feira, para cobrar a realização da Reforma Agrária. “Sem a realização da Reforma Agrária e sem aumento considerável de recursos financeiros no Incra, o plano de acabar com a miséria será apenas um discurso de campanha”, afirma o integrante da Direção Nacional do MST, Antonio Carneiro.

Mato Grosso do Sul

Cerca 300 trabalhadores rurais ocuparam o prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforça Agrária (Incra) de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, na manhã desta segunda-feira (22/8). A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também participa da mobilização. A sede do Incra no município de Dourados também foi ocupada por 350 camponeses. “Nós precisamos que o Incra seja reestruturado. Caso contrário, a Reforma Agrária não poderá caminhar nem sair do papel”, desabafou Valdirene Oliveira, integrante da Coordenação Estadual do Mato Grosso do Sul.

Minas Gerais

Cerca de 350 integrantes da Via Campesina ocuparam a sede da Superintendência Regional do Incra, em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Dentre as reivindicações estão questões relacionadas à obtenção de terras para assentamento das famílias acampadas, o desenvolvimento dos assentamentos e o reassentamento das famílias atingidas por barragens sem terra.

Pará

Famílias organizadas pelo MST ocuparam quatro fazendas na região sudeste do Pará. A Fazenda Pequizeiro localizada no município de Marabá, foi reocupada por 154 famílias do Acampamento Darci Ribeiro.

A Fazenda Calmer, localizada no município de Tucumã, foi ocupada por 58 famílias de trabalhadores rurais Sem Terra. Essa fazenda faz parte do patrimônio construído pelo narcotraficante Fernandinho Beira Mar, que foi adquirida pelo dinheiro da comercialização de drogas.

A terceira fazenda ocupada foi a Nova Era, localizada no município de Eldorado do Carajás, por 150 famílias Sem Terra. Foi ocupada também uma fazenda que fica no município de Ipixuna.

Cerca de 700 pessoas do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) estão nesta manhã (23) marchando em direção à barragem de Tucuruí, no Pará, para cobrar os acordos firmados ainda em 2005, mas que até agora não foram cumpridos pela empresa que administra a barragem, a Eletronorte.

Os atingidos pela barragem de Belo Monte estão acampados desde ontem próximos a Universidade Federal do Pará (UFPA). Os participantes do acampamento são moradores da periferia da cidade de Altamira que será encoberta pelas águas da barragem e moradores das ocupações urbanas organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Desempregados.

Paraíba

Nesta terça-feira, organizações sociais do campo e da cidade mobilizaram cerca 500 pessoas na capital paraibana, João Pessoa. Foi realizado um ato em frente ao Incra e à tarde se manifestaram em frente à Energisa, a distribuidora de energia do estado, para denunciar o aumento nas contas de energia imposto pela distribuidora, que esse ano será de 8,06% para os consumidores residenciais. A aprovação desse reajuste foi dada pela Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta manhã.

Paraná

Foram realizados atos políticos e audiências públicas em prefeituras, agências do Banco do Brasil, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e em secretarias em Curitiba, Londrina, Maringá, Laranjeiras do Sul, e Francisco Beltrão.

Pernambuco

Na manhã desta terça-feira, 500 trabalhadores rurais Sem Terra ocuparam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Recife. Os Sem Terra ficarão acampados por tempo indeterminado. O MST reocupou a Fazenda Serro Azul, com 117 famílias, no município de Altinho, e a Fazenda Consulta, com 50 famílias, no município de São Joaquim do Monte

Rio Grande do Sul

Foram realizadas uma série de manifestações pelo interior do Rio Grande do Sul. Em Santana do Livramento, 250 trabalhadores e trabalhadoras interditam o trevo na entrada da cidade. Em Bagé, São Luiz Gonzaga, Júlio de Castilhos e Piratini, os pequenos agricultores ocupam o Banco do Brasil. Em Tupã, os camponeses realizam panfletagem em três pontos da cidade. Em Manoel Viana, mais de 300 trabalhadores e trabalhadores também realizam interdição de rodovia.

Rondônia

Mais de 300 manifestantes bloqueiam a rodovia BR 364, no estado de Rondônia. Participaram do ato trabalhadores e agricultores atingidos pela Usina de Samuel. Segundo o coordenador estadual do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Cazu Shikasho, as famílias sofrem com a falta de amparo social e de infraestrutura.

Santa Catarina

Uma comissão fez uma audiência com o INSS sobre a pauta estadual e nacional. Pela manhã, foi ocupado o Banco do Brasil, em Chapecó, com 400 pessoas.

São Paulo

Cerca de 400 integrantes do MST ocupam desde as 6h, desta segunda-feira (22/8), a Fazenda Santo Henrique, de 2,6 mil hectares, no município de Iaras, na região de Bauru. A ocupação realizada no município de Iaras reivindica a arrecadação da área para fins de Reforma Agrária e denuncia a indevida e criminosa utilização da área pela empresa Cutrale. A área utilizada pela Cutrale tem origem pública e, de acordo com a lei, deve ser destinada à Reforma Agrária.

Sergipe

Foi realizado um trancamento de estrada no município de Japaratuba e um ato no município de Alto Sertão, com movimentos sociais, no Banco do Brasil e no Banco Nordeste.

Tocantins

Mais de 300 pessoas iniciaram uma marcha para a cidade de Porto Nacional, no Tocantins, neste domingo (21/8). A marcha, organizada pelo Acampamento Sebastião Bezerra da Via Campesina, tem o intuito de realizar um ato político em Defesa da Reforma Agrária e Justiça no Campo na Praça Centenário, em Porto Nacional.

 

 

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Nicaragua: Libertad para los 5 héroes antiterroristas cubanos

Jueves 25 de Agosto de 2011

¡Vivan los pueblos de América! ¡Viva el pueblo heroico cubano! ¡Viva la juventud latinoamericana! ¡Viva Fidel! ¡Vivan los 5 héroes antiterroristas cubanos, fue algunas de las consignas que se escucharon durante el Encuentro Sindical Internacional de Solidaridad con Cuba, que se desarrolló en el Marco del Encuentro Sindical Internacional “Nuestra América”.

Los participantes del encuentro están conscientes de la continuación de la lucha en torno a la libertad de Fernando González, Ramón Labañino, Antonio Guerrero, René González y Gerardo Hernández., quienes este 7 de octubre cumplen ya 13 años de estar presos injustamente en las cárceles del imperio norteamericano. Consideran que las acciones deben ser más beligerantes, porque aunque René González salga libre este 7 de octubre, hay penas injustas como es el caso de Gerardo, a quien le dieron una sentencia de doble cadena perpetua, más 15 años de prisión.

Participó del encuentro la madre de René Gonzales, quien expresó sentirse agradecida por todas las acciones de solidaridad que se han emprendido en toda Latinoamérica

-“sinceramente debo confesarles que es la primera vez en mi vida después de 13 años que me siento feliz, recuerdo que cuando mi hijo se había ido para estados unidos lo habían catalogado de traidor, pero después que me llamaron y me dijeron las razones por las que estaba preso, para mí fue un dolor saberlo preso, pero también me llenó de alegría no saberlo traidor”- apuntó la madre de este héroe.

Edgardo García de la Asociación de trabajadores del Campo (ATC) y presidente del Comité de Solidaridad con Cuba en Nicaragua, expresó que el dicho encuentro se realizaba con el objetivo de replantear las estrategias de lucha para la libertad de los cinco, no el indulto, porque ellos no han cometido ningún tipo de delito, lo único que hicieron fue defender la paz de un pueblo.

Por otro lado, el comandante Tomás Borge propuso que los delegados de cada uno de los países pueden comprometerse a recoger la mayor cantidad de firmas para luego ser presentados a Barack Obama, para que mire que Latinoamérica está unida. Para ese sería el mejor homenaje que se le puede ofrecer a Fidel y al hermano pueblo de Cuba.

Participaron del encuentro Irma Sehwere, madre de René González; el padre Miguel de Escoto, presidente del Comité por la liberación de los 5; Salvador Valdez, miembro del buró político del partido comunista de Cuba, Juan Castillo, coordinador del encuentro sindical internacional Nuestra América; Eduardo Martínez, embajador de Cuba en Nicaragua, Katy Páez del Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos (ICAP) y 300 delegados de 174 organizaciones de Latinoamérica.

 

 

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Guatemala: Declaración del I Encuentro sobre Cosmovisión e Indentidad de los Pueblos Originarios y Afrodescendientes

Jueves 25 de Agosto de 2011

Delegados y delegadas de organizaciones campesinas e indígenas centroamericanas de CLOC- Vía Campesina, provenientes de Honduras, Nicaragua, El Salvador y Guatemala, reunidos en el Encuentro Centroaméricano de Cosmovisión e Identidad de los pueblos Originarios y Afrodescendientes hemos unido nuestras palabras y nuestros saberes en relación al contexto político y social en el que desarrollamos nuestra existencia y nuestra lucha.

Las actividades extractivas impulsadas desde las políticas neoliberales (minería, petróleo, monocultivos de caña y palma africana y los proyectos de grandes represas) son la base que hoy sostienen el sistema capitalista en crisis. El capital nacional y transnacional ha avanzando sobre los territorios indígenas para realizar un nuevo saqueo de bienes naturales y un nuevo despojo de tierras a los pueblos indígenas.

Los gobiernos de la región a través de sus leyes y políticas facilitan el avance de estas empresas sobre los territorios indígenas, no son gobiernos que defiendan los derechos de la población sino los intereses de grandes empresarios.

Por eso es que existen en la mayoría de países de la región políticas de represión y criminalización de las luchas sociales, principalmente la lucha campesina y de los pueblos indígenas en defensa de sus territorios, su identidad y su cultura. En Honduras el caso del Bajo Aguan o en Guatemala la problemática en el Valle del Polochic demuestran esta violación sistemática de los derechos humanos y la represión de la lucha. Hay una nueva militarización de la región centroamericana que con el pretexto de la lucha contra el narcotráfico y el crimen organizado tiene su ojo puesto en eliminar las múltiples resistencias populares. Esta militarización trae consigo la amenaza de un nuevo reclutamiento de jóvenes rurales.

El modelo de producción capitalista genera los grandes problemas de desigualdad social, pobreza, desnutrición, atrasos en los temas de salud y educación y el cambio climático. El capitalismo genera riqueza a partir de la explotación de los bienes naturales y la fuerza de trabajo. Esta riqueza está concentra en pocas manos, violando los derechos laborales y humanos de toda la población centroamericana. Como paliativo a los males del sistema, los gobiernos han implementado programas de asistencia social que ayudan en momentos de emergencia pero que introducen una lógica paternalista y de conformismo en las regiones.

La lucha de resistencia de los pueblos indígenas en la región data de 500 años atrás. Históricamente las políticas de los gobiernos de la región han querido invisibilizar y destruir la misma existencia de los pueblos indígenas: el genocidio durante la invasión española, y el ataque constante a las poblaciones como en 1932 contra los pueblos indígenas de El Salvador o la campaña de tierra arrasada que los gobiernos militares de Guatemala lanzaron contra cientos de comunidades indígenas durante la guerra interna de 36 años.

A pesar de esta represión y discriminación sistemática, los pueblos originarios seguimos existiendo en estos territorios. En Guatemala los pueblos Maya, Garifuna y Xinca mantenemos nuestras formas de producir y reproducir la vida. En El Salvador los pueblos Pipil, Lenca y Cacaopera; en Honduras los pueblos afrodescendientes de la costa Caribe, los pueblos lenca, chorti, misquitos, talupanes, garífunas y pechs; en Nicaragua los pueblos ramaki, mayagna y misquitos de la Costa Atlántica y los pueblos Chorotega, Mozonte, Nagrandanos, Sutiaba y Diriane en el centro y sur del país; y los pueblos indígenas de Costa Rica y Panamá.

Tenemos como pueblos nuestros propios sistemas normativos, formas de producción económica, tecnologías y conocimientos sobre la agricultura, la ciencia, las artes, la política y la espiritualidad. En el caso de la agricultura somos los pueblos indígenas los que a través de generaciones fuimos conociendo los usos de una gran variedad de plantas que hoy sirven a las sociedades centroamericanas y del mundo para la alimentación, el vestido, la medicina, la industria.

Mesoamérica es centro de origen del maíz, cereal fundamental en la alimentación y la industria alrededor del planeta. Cientos de variedades de maíz, frijol, papa, tomates, chiles, hortalizas y frutas son parte de la producción alimentaria que los pueblos de estas tierras ofrecemos al mundo.

La espiritualidad de los pueblos originarios parte de los principios de armonía con el cosmos, respeto a la naturaleza y convivencia solidaria entre las personas. Esta conexión con la naturaleza nos hace posicionarnos hoy ante la amenaza que sufre la Madre Tierra en manos de las empresas extractivistas. Por ello nos manifestasmos en defensa permanente y vital de nuestros territorios, que incluye los ríos, los lagos, los mares, los cerros, montañas, selvas y bosques.

ANTE ESTA REALIDAD LAS ORGANIZACIONES DE CLOC-VÍA CAMPESINA CENTROAMERICA MANIFESTAMOS

1. Condenamos los perjuicios nefastos que el modelo capitalista ha tenido sobre el ambiente y sobre los pueblos. Debemos transitar y construir un modelo que garantice la plenitud del buen vivir para los pueblos del mundo y el respeto a la Madre Tierra.

2. Rechazamos y condenamos las políticas gubernamentales de la región que promueven y facilitan la nueva invasión territorial del capital nacional y transnacional.

3. Proponemos construir sociedades centroamericanas incluyentes, no racistas, sin discriminación, que valoren las raíces de los pueblos originarios, sus conocimientos, sus prácticas, sus valores y principios culturales sociales y políticas.

4. Llamamos a consolidar la lucha organizada de los pueblos por hacer prácticos sus derechos económicos, sociales, políticos y culturales. Esta lucha requiere de la articulación y alianzas de las luchas de los pueblos originarios con las acciones de lucha de los sectores obrero, campesino, estudiantil, de mujeres y jóvenes en cada país, con una visión regional, avanzando en la construcción del Internacionalismo Solidario.

5. Mantener la resistencia histórica en defensa de los territorios y los bienes naturales y avanzar en la toma del poder popular. En Honduras apoyamos la lucha del Frente Nacional de Resistencia por consolidarse y constituirse como un instrumento de lucha política en el Frente Amplio.

6. Los pueblos originarios estamos llamados a defender nuestra identidad. Esta se mantiene y se construye con la práctica cotidiana de los valores y principios, el uso de los idiomas maternos, la producción y distribución, el consumo responsable, la espiritualidad y la producción de conocimientos y arte popular. Rechazamos la folklorización de nuestras culturas por parte de los gobiernos de la región.

7. La cosmovisión es nuestra búsqueda por comprender el mundo en su relación con el tiempo, con las energías creadoras y formadoras y con la memoria histórica (de la agricultura, los territorios, la humanidad). Está complementada por una interpretación materialista histórica y dialéctica de la realidad, y junto a ésta, busca desarrollar el pensamiento político ideológico para lograr un cambio estructural de la sociedad y así la liberación y el buen vivir de nuestros pueblos.

8. La complementariedad y dualidad como principios de la cosmovisión de los pueblos originarios se expresa en romper con las prácticas del sistema patriarcal y machista que oprime a las mujeres y niega sus derechos específicos. No a la violencia contra las mujeres y sus derechos.

9. Llamamos a practicar con seriedad la formación política ideológica en nuestras organizaciones, que haga el enlace entre las cosmovisiones de los pueblos originarios y la lucha de clases.

10. Reiteramos las resoluciones del Segundo Encuentro Continental de Formadoras y Formadores en Agroecología de CLOC Vía Campesina, realizado en Chimaltenango, Guatemala del 27 de julio al 3 de agosto de 20011 en el que se declara a la agroecología como una apuesta técnica y política de producción agrícola para la soberanía alimentaria. Agroecología: campesinos y campesinas alimentando al mundo y enfriando el planeta.

11. Llamamos a las organizaciones y comunidades indígenas y campesinas de toda la región centroamericana a reforzar la organización y el trabajo político en los territorios. Vamos adelante y con pie firme en nuestra lucha por la Reforma Agraria, la defensa de la Madre Tierra, la Agroecología, el rescate de las semillas nativas y la Soberanía Alimentaria.

Ixim Ulew,

San Lucas Sacatepéquez, Guatemala,  agosto de 2011.

Coordinadora Nacional Indígena y Campesina (CONIC), Coordinadora Nacional de Organizaciones Campesinas (CNOC), Coordinadora Nacional de Viudas de Guatemala (CONAVIGUA), Comité de Unidad Campesina (CUC), Asociación de Trabajadores del Campo (ATC), Coordinadora Nacional de Oficiales en Retiro (CNOR), Asociación Resistencia Nicaragüense Israél Galeano, Cmdt Franklin (ARNIG), Unión Nacional de Productores Asociados (UNAPA), Unión de Trabajadores del Campo (UTC), Asociación Nacional de Campesinos Hondureños (ANACH), Central Nacional de Trabajadores del Campo (CNTC), Consejo para el Desarrollo Integral de la Mujer Campesina (CODIMCA), Federación de Cooperativas de la Reforma Agraria de Occidente (FECORACEN de RL), Consejo Nacional de Trabajadores del Campo (CNTC), Asociación Nacional de Trabajadores Agropecuarios (ANTA), Fundación Promotora de Cooperativas) FUNPROCOOP, Federación Nacional de Cooperativas Agropecuarias Salvadoreñas (FENACOOPAS de RL)

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Guatemala: Exigen a candidatos presidenciables propuestas claras para la defensa de los derechos individuales y colectivos

Jueves 25 de Agosto de 2011

Los candidatos presidenciables no tienen propuestas encaminadas al respeto de los derechos individuales y colectivos de los pueblos indígenas, señalan integrantes de La Coordinadora Nacional de Viudas de Guatemala -CONAVIGUA- y el Movimiento de Jóvenes Mayas -MOJOMAYAS- integrantes de la CLOC- Vía Campesina.

En Conferencia de prensa líderes y lideresas repudiaron los planteamientos que hasta el momento han dado a conocer los diferentes candidatos presidenciales, cuando en su discurso muestran su actitud electorera y no un compromiso real con los pueblos, hay candidatos que proponen incrementar un el 50% de regalías otros la creación de una empresa nacional de minería dando un mensaje claro que los trabajos mineros continuarán en el país denunciaron los líderes y lideresas.

Jorge Morales de MOJOMAYAS dijo que lo que exigen los pueblos indígenas es que se cumpla con las medidas cautelares emitidas por la Comisión Interamericana de Derechos Humanos de suspender todo trabajo de la Mina Marlín, también señaló que antes de hablar de regalías debe consultarse a los pueblos indígenas porque todo trabajo debe ser con el consentimiento de las comunidades, aunque resaltó que en las más de 50 consultas comunitarias realizadas en diferentes departamentos del país han participado más de un millón de guatemaltecos y guatemaltecas mayoritariamente pueblos indígenas que han dicho no a la minería.

Magdalena Sarat representante de CONAVIGUA manifestó que los pueblos indígenas de forma histórica han mantenido una convivencia, armonía y respeto por la madre tierra, por ello repudian que mediante el modelo económico impuesto por el sistema se esté concesionando los territorios a empresas nacionales e internacionales. El representante de MOJOMAYAS dijo que los conflictos de tierra se han incrementado a raíz de que las empresas mineras e hidroeléctricas han acaparado tierras que históricamente han sido de las comunidades.

Reiteraron que el derecho a consultar es un derecho histórico legítimo y es parte del derecho indígena ancestral, por ello exigen a quienes optan por un cargo público a respetar la decisión de los pueblos y a suspender de forma definitiva toda las licencias de exploración y explotación minera que indicaron ser más de 400 las que existen en Guatemala. Señalaron que los pueblos seguirán defendiendo su derecho a ser consultados y de no respetar ese derecho quienes gobiernen el país el próximo año se profundizará la lucha en defensa de la madre tierra.

Señalaron que con los planteamientos que han dado quienes quieren ocupar un cargo público es muestra de estar complaciendo a las empresas mineras y no a responder a la decisión soberana de más de un millón de guatemaltecos y guatemaltecas que han dicho no a la minería, también hacen un llamado a las comunidades a profundizar la organización participación y lucha, y a emitir un voto responsable y consiente.

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Honduras: MUCA condena asesinato de Pedro Salgado

Martes 23 de Agosto de 2011
El Movimiento Unificado Campesino del Aguan (MUCA). Al pueblo hondureño, instituciones defensoras de los derechos humanos, a los gobiernos de la comunidad internacional, medios de comunicación a nivel nacional y la prensa mundial comunica lo siguiente:

I. Condenamos Enérgicamente el asesinato de nuestro compañero PEDRO SALGADO que se desempeñaba como vicepresidente de nuestro movimiento hecho ocurrido el día domingo 21 de agosto a las 7:30 pm en la comunidad de la concepción donde también fue asesinada su esposaREYNA IRENE LICONA.

II. Tambien IIrepudiamos el vil y cobarde asesinato del compañero SECUNDINO RUIZ VALLECILLO. hecho ocurrido el día sábado 20 de agosto a eso de las 10:30 am en la ciudad de Tocoa bajo la modalidad del sicariato SECUNDINO RUIZ era presidente del MOVIMIENTO AUTENTICO REINVINDICADOR DE CAMPESINOS DEL AGUAN” MARCA”.

Debido al clima de zozobra que se ha impuesto en la zona por parte de los terratenientesMIGUEL FACUSE BARJUM (PALESTINO) RENE MORALES (NICARAGUENSE) Y REYNALDO CANALES (SALVADOREÑO) Los cuales haciendo uso de su poder económico bélico y político asesinando a mansalva en busca de destruir nuestra lucha justa por la vida.

A la opinión pública local nacional e internacional, y organismos de defensa de derechos humanos aclaramos que el campesinado del bajo aguan no ha creado este clima de zozobra si no que ha sido creado desde las estructuras del estado el cual ahora se niega a reconocer y solucionar por lo que exigimos al gobierno central y en especial al congreso nacional para que legislen en favor de las grandes mayoría en las cuales se encuentra el campesinado Hondureño.

EL MOVIMIENTO UNIFICADO CAMPESINO DEL AGUAN MUCA Hace el llamado a los organismos de defensa de derechos humanos, organizaciones campesinas en general nacionales e internacionales, así como a gobiernos amigos que se identifican con la lucha de los pueblos a pronunciarse y condenar estos hechos de barbarie cometidos contra el campesinado del bajo aguan y a la vez les invitamos a tener presencia en esta zona para la verificación de estos hechos sangrientos en contra de campesinos.

Un Hasta Siempre! Un Llanto sollozo! Un Grito De Furia!

Por Nuestros Muertos Ni Un Minuto De Silencio. Acción y Recuperación.

Redactado en La Confianza, Tocoa, Colon, Honduras, C.A.

 

 

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Guatemala sede del Encuentro Centroaméricano sobre cosmovisión e identidad de los pueblos originarios y afrodescendientes

foto2Con el fin de definir el posicionamiento político e ideológico en relación a los pueblos originarios y afrodescendientes frente a las políticas neoliberales de los Estados y empresas transnacionales, delegados y delegadas de la región centroamericana de la CLOC Vía Campesina, participan del Encuentro centroamericano sobre Cosmovisión e identidad de los Pueblos Originarios y Afrodescendientes.

Rafael González delegado político de la CLOC Vía Campesina en Guatemala dijo que el objetivo de converger los países de la región, es conocer e intercambiar conocimientos sobre la cosmovisión, identidad y espiritualidad de los pueblos originarios, afrodescendientes también ver la implicación para los pueblos la visión del mundo, el deterioro de la madre tierra, la naturaleza y los territorios y como interrelaciona en la lucha para un cambio de vida de nuestros pueblos.

Asimismo discutir, analizar y profundizar sobre la situación de los pueblos originarios y afrodescendientes y debatir la problemática que atraviesa la Madre Tierra la naturaleza y el territorio, así como la resistencia la identidad, la espiritualidad y la cosmovisión la cual ha sido invadida por las empresas nacionales y trasnacionales en la región.

Máximo Ba Tiul exponte sobre el análisis nacional e internacional dijo que el modelo capitalista y neoliberal es el motor que mueve al mundo ese modelo ambicioso ha acarreado grandes consecuencias desastrosas en América Latina y en todo el mundo.

Señaló la importancia de que las cosmovisiones de los pueblos originarios y afrodescendientes sean para dinamizar las luchas, lamentó que desde 1992, al a fecha lo que se ha desarrollado es un modelo cosmogónico y folklórico, por ello es la importancia de unificar la resistencia de los pueblos.

Ba Tiul expuso que un análisis desde la cosmovisión de los pueblos originarios y afrodescendientes no se puede dejar de discutir los modelos capitalistas que cada vez consumen la riqueza de los propios pueblos.

El modelo de la oligarquía es el modelo mercantilista que permite la apertura a las multinacionales, permitiendo el modelo estractivista que continúa con la generación de desastres ambientales dichos modelos se amparan en los cuerpos normativos jurídicos que no limitan el acceso a la inversión extranjera diseñada desde el consenso de Washington. Señaló el caso de Guatemala que las empresas mineras e hidroeléctricas entran al país bajo la lógica de la ley de maquila que el 99% de ganancias es para las empresas y el 1% para el Estado.

“Los programas asistencialistas son programas implementados por organismos internacionales como la CEPAL y el Banco Mundial”, señaló el expositor también dijo que dichos modelos lo que permiten es el ingreso del capital internacional que hace a que las empresas capitalistas saqueen los pueblos. Por ello llamó a romper con dicho modelo a través de la construcción de un movimiento desde las comunidades y los pueblos que permita la formación política como parte de las necesidades propias de los pueblos, que también permita la participación de hombres, mujeres, de la juventud y niños y niñas.

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Honduras: Vicepresidente de MUCA y su esposa fueron asesinados

Lunes 22 de Agosto de 2011

aguanPedro Salgado, vicepresidente del Movimiento Unificado Campesino del Aguán (MUCA) y presidente de la cooperativa La Concepción y su esposa Reina Mejía fueron asesinados en su casa de habitación en la aldea La Concepción, alrededor de las 7:40 p.m. del día de ayer.

De acuerdo a vecinos y compañeros de esa organización, Pedro Salgado fue herido con arma de fuego y posteriormente degollado. Su esposa presentaba heridas de arma de fuego

Dirigentes de MUCA afirman que estas muertes están relacionadas con el conflicto agrario y que tienen el propósito de desestabilizar la organización campesina a la que pertenecen.


 

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