Nicaragua: Comunicado de la Asociación de Trabajadores del Campo

En este momento difícil y peligroso que han creado los sectores políticos que adversan al gobierno haciendo uso de métodos violentos e impositivos, la Asociación de Trabajadores del Campo ATC Nicaragua, se pronuncia en los términos siguientes:

1.    Desde la perspectiva de los trabajadores/as del sector agropecuario y del campesinado nicaragüense reconocemos, celebramos y defendemos hasta las últimas consecuencias los grandes avances económicos y sociales auspiciados por el Gobierno de Reconciliación y Unidad Nacional encabezado por el Comandante Presidente Daniel Ortega, sus alianzas y su fuerza política el FSLN.
2.    Felicitamos y respaldamos como fuerza laboral a todos los empresarios agropecuarios y en general por su invaluable aporte en la generación de empleos productivos y al desarrollo económico alcanzado en nuestra empobrecida pero rica nación.
3.    Creemos que esta es la gran oportunidad que tenemos como país libre para fortalecer la estabilidad y la paz que son la base para un desarrollo con equidad, justicia social y con plenas libertades para todas las personas.
4.    Es el momento para que toda la sociedad se reorganice según sus aspiraciones y se disponga a sumar ideas y esfuerzos concretos para seguir creciendo y generando la mayor felicidad para toda la población.
5.    Nos disponemos a seguir fortaleciendo cada día mas el sistema de relaciones laborales, sindicales y empresariales, mediante el Dialogo Social entre Empresarios, Trabajadores y Gobierno que venimos implementando desde hace varios años.

Dado en Managua, Nicaragua a los veintitrés días del mes de abril del año dos mil dieciocho.

Año del 40 aniversario de la ATC
Comité Ejecutivo Nacional

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A Tragédia Do Triplex – Por Frei Sérgio Görgen

O caso do tríplex, que dizem ser de Lula, com a prisão e confinamento do Presidente, saiu da esfera do razoável e entrou para a contabilidade das tragédias.

Tragédia já começa com o nome: tríplex. Dá a ideia de algo grande, suntuoso, luxuoso, coisa de rico, inadequado para um peão de chão de fábrica, mesmo tendo sido presidente. É a força do símbolo. Mexe com o inconsciente coletivo e manipula o senso comum. Usou-se um nome pomposo com o objetivo de impressionar e enganar. No caso, o tal tríplex que dizem ser do Lula, são três pequenas casas uma em cima da outra. Porque são três andares, apelidaram “tríplex”.

O filósofo grego Sócrates, quando envolto em um cipoal de acusações mentirosas e levado a julgamento em praça pública, disse na hora de sua defesa: “é difícil em tempo curto desfazer grandes mentiras”.

Assim, o tempo, muitas vezes, é um dos maiores inimigos da verdade. Quando a verdade sobressai, “tudo já está consumado”, a injustiça feita, os túmulos lacrados e da tragédia sobram as lições e os bustos dos heróis injustiçados.

O desafio destes tempos trágicos e de comunicação rápida é encurtar o tempo de desfazer mentiras.

Lula foi condenado e trancafiado numa cela solitária, proibido de receber amigos – eis o conteúdo da tragédia – por ter recebido como pagamento de propina um tríplex que não existe. E se o tríplex não existe, extingue-se a propina. A pena é arbitrária e injusta. E há um inocente preso e isolado dos seus.

Vejam então o que escreveu o juiz Moro na sentença condenatória sobre o tríplex e as reformas ali operadas pela empresa que teria pago a propina:

            “381. Os custos da reforma atingiram R$ 1.104.702,00 e incluíram a instalação de elevador privativo no apartamento triplex, cozinhas, armários, readequação de dormitórios, retirada da sauna, ampliação do deck da piscina e até compra de eletrodomésticos.

  1. Ali se encontram a Nota Fiscal 423, no valor de R$ 400.000,00, emitida em 08/07/2014, a Nota Fiscal 448, no valor de R$ 54.000,000, emitida em 18/08/2014, a Nota Fiscal 508, no valor de R$ 323.189,13, emitida em 18/11/2014. Todas elas foram emitidas contra a OAS Empreendimentos e têm por objeto “execução de obra de construção civil, localizada no endereço Rua General Monteiro de Barros, 638, Vila Luiz Antônio, Guarujá, SP”. Total de cerca de R$ 777.189,00.
  2. Também ali encontram-se planta para reforço metálico do térreo do apartamento triplex, cobertura, no Edifício Mar Cantábrico, a Nota Fiscal 8542 emitida, em 15/09/2014, pela GMV Latino America Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 798,00, relativamente à venda de óleo para elevador, a Nota Fiscal 8545, emitida, em 16/09/2014, pela GMV Latino America Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 47.702,00, relativamente à venda de elevador, a Nota Fiscal 103, emitida, em 20/10/2014, pela TNG Elevadores contra a Tallento, no valor de R$ 21.200,00, relativamente a serviços de instalação de elevador, com três paradas, na “obra solaris, Guarujá”. Esses serviços e obras contratadas pela Tallento foram incluídos nos preços cobrados desta para a OAS Empreendimentos.
  3. Além da reforma realizada pela Tallento Construtora no apartamento 164-A, a OAS Empreendimentos contratou a Kitchens Cozinhas e Decorações para a colocação de armários e móveis na cozinha, churrasqueira, área de serviços e banheiro, no montante de R$ 320.000,00.”

 As fotos e filmagens, feitas pela UOL e militantes do MTST, demonstram que tudo isto é a mais descarada mentira.

O elevador “privativo”, “com três paradas” não existe, a reforma não foi feita, cozinha gourmet é uma fantasia, não há móveis de luxo, não há decorações, a piscina é uma banheira, não há eletrodomésticos. Imaginem, R$ 320.000,00 para instalar o que se demonstrou que não existe. Deve ter é outra corrupção grave a ser investigada por aí. Cheiro de prova fabricada, fumaça de fraude processual, indícios de erro jurídico grave. Há que se investigar imediatamente.

Caso se adotasse a teoria do “domínio do fato” ou a teoria das “provas indiciária”, aplicadas contra Lula, com esta descrição constante na sentença, comparada com as fotos do tríplex realmente existente, a lava jato estaria demolida.

Porém, o que temos é o inverso. Um brasileiro inocente, preso e humilhado, com todos os recursos judiciais negados.

Restará a Moro e aos três do Quatro de Porto Alegre três saídas:

            1º – Provar que as imagens mostradas ao mundo são de outro apartamento e não do que o Presidente é acusado de ter recebido. O apartamentinho mostrado nas fotos, Dona Marisa pagou, e, se quisesse, poderia ter sido dela.

            2º – Reconhecer o trágico erro, anular a sentença e libertar o Lula para ser candidato a presidente do Brasil.

            3º – Moro, Gebran, Paulsen e Laus, com Fachin, Barroso, Carmem Lúcia, e outros que façam por merecer, abrirem a cadeia de Curitiba, num processo de rebelião popular, libertarem o Presidente e lá entrarem para permanecer por 12 anos e um mês, para respeitar a lei da reciprocidade.

E a cadeia de Curitiba, se a parte decente do Judiciário – acredita-se que exista – não despertar a tempo e interromper a pataquada, se transformará na Bastilha brasileira, com desfecho semelhante.

 

Por Frei Sérgio Görgen – Frade Franciscano, militante do MPA e autor do livro “Trincheiras da Resistência Camponesa”

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Pueblos indígenas de Paraguay sobreviven ante la indiferencia del Estado

El 19 de abril de 1940 se reunió en México el Congreso Indigenista Interamericano, convocado por el entonces presidente de ese país, Lázaro Cárdenas, de ascendencia indígena. En conmemoración de ese importante evento donde líderes y lideresas de diferentes pueblos nativos de todo el continente se encontraron para debatir sus realidades, cada 19 de abril se recuerda “el día del indígena americano” o, como preferimos llamarlo los movimientos inclusivos, “el día de los pueblos indígenas”, un término más amplio y democrático.

Existen en Paraguay, según las estadísticas oficiales (2012), alrededor de 117.150 personas indígenas distribuidas en 19 pueblos que pertenecen a 5 grupos lingüísticos y que habitan en 13 departamentos del país, más el distrito capital. El nuestro es uno de los países donde persiste una fuerte presencia de comunidades indígenas con su cultura propia, su cosmovisión y, muchas de ellas, con su lengua autóctona. Desafortunadamente, viven a la vera del Estado. En el gobierno actual, según manifiesta Beatriz Rivarola, coordinadora general de Conamuri, la gran deuda que se tiene con los pueblos indígenas es la titulación de sus territorios ancestrales amenazados por el avance descontrolado del agronegocio y la ganadería extensiva.

En el actual contexto electoral, los principales candidatos presidenciables poco o nada han hablado, en el proceso de las campañas, acerca de si tienen o no propuestas para los pueblos indígenas. Al respecto, Beatriz Rivarola expresó que sencillamente no se acuerdan de ellos tal como el gobierno de Horacio Cartes, porque la situación en sus comunidades cada vez está peor y con muchas carencias. Si bien algunas zonas indígenas se han visto beneficiadas con la construcción de viviendas, existe la necesidad de profundizar el compromiso en cuanto a los derechos comunitarios y los servicios básicos, como ser provisión de agua corriente y energía eléctrica tanto a pueblos aborígenes de la región Oriental como de la Occidental.

Por su parte, Bernarda Pesoa, lideresa del Pueblo Qom de Cerrito (Chaco), señaló para Demoinfo que los desalojos y violaciones a derechos humanos de los indígenas han crecido en el último lustro. “Nuestros territorios sufren una disputa muy fuerte por parte de sojeros, ganaderos y otros empresarios, sobre todo extranjeros”. Denunció además que es notable el aumento de niños indígenas en estado de mendicidad en las calles de las principales ciudades del país, no solo Asunción, y que así también “hay más niñas y adolescentes explotadas sexualmente en las esquinas”. Madres solteras no acceden a la educación y es más difícil alcanzar la salud pública; el Estado no investiga ni hace seguimiento a los casos de violencia contra las mujeres indígenas, al decir de Bernarda. Sobre las leyes que fueron aprobadas por el gobierno, muchas de ellas no son aplicadas ni respetadas por las propias autoridades.

Si 5 años no fueron suficientes para mejorar las condiciones de vida de los pueblos indígenas, que adolecen de una pobreza extrema histórica, las expectativas con respecto a las elecciones del 22 de abril próximo no son muy grandes. Después del golpe de Estado de 2012, según Bernarda Pesoa, disminuyeron la soberanía territorial y la soberanía alimentaria de los pueblos indígenas y, en general, de todo el Paraguay.

Las mujeres indígenas integrantes de Conamuri

A los pueblos indígenas, bajo estas circunstancias, solo les queda organizarse para seguir resistiendo a los atropellos contra sus formas de vida. En ese sentido, Conamuri es una herramienta de lucha para las mujeres indígenas que emprenden un caminar junto a las campesinas desde hace más de 18 años para frenar la violencia, la discriminación y los avasallamientos a sus derechos humanos y comunitarios. No se pretende suplir las responsabilidades del Estado, ni se tienen las condiciones para ello, pero el gran aporte de una organización de mujeres de la clase trabajadora es la formación de conciencia, el reconocerse como sujetas que tienen derechos que les son arrebatados y que necesitan juntarse, debatir y accionar para recuperarlos.

La Organización de Mujeres Campesinas e Indígenas Conamuri es un conjunto de comités de base de hombres y mujeres constituido por una Dirección Nacional cuya estructura está integrada exclusivamente por mujeres, siendo el 50 % de ellas provenientes de pueblos indígenas, en igualdad de condiciones que las representantes campesinas.

Si bien los diferentes espacios políticos son ocupados por las mujeres campesinas e indígenas, éstas últimas cuentan con espacios propios dentro de la organización, como el Encuentro Nacional de Mujeres Indígenas de Conamuri, que ya lleva ocho ediciones, y la Escuela de Lideresas Indígenas “India Juliana”, de reciente conformación.

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Chile: Las Mujeres Productoras Campesinas e Indígenas de Anamuri reafirmamos nuestra Lucha por Alimentar nuestros Pueblos y Cambiar el Mundo!

En el Día Mundial De Las Luchas Campesinas, las Mujeres productoras campesinas e indígenas de Anamuri, se encuentran reunidas para levantar una sola voz contra este sistema capitalista y patriarcal que oprime a las mujeres en el campo, y que fomenta la expansión del agronegocio en las que antes eran tierras campesinas e indígenas.

La Asamblea de las Mujeres Productoras de Anamuri, se encuentra congregada durante los días 17 y 18 de abril, en la Casa de nuestro Instituto de Agroecología de las Mujeres del Campo, “Sembradoras de Esperanza”, en Orilla de Auquinco, Chile. Mujeres provenientes del norte, centro, sur y extremo sur del país, debaten sobre las problemáticas de las mujeres en el campo y buscan estrategias para mantenerse unidas y fuertes frente a nuevos períodos políticos, y a las diversas manifestaciones del capitalismo salvaje en los territorios. Uno de los ejes fundamentales de discusión, es el avance del extractivismo y la depredación de los ecosistemas naturales, por parte de las grandes empresas nacionales y transnacionales, que se reflejan en el avance de la industria minera, de monocultivo agrícola, forestal, salmonera e hidroeléctrica, principalmente, y que como una enfermedad mortal, se propaga por los territorios, contaminando y violentando de diversas maneras a las mujeres y los hombres que aman la tierra y viven de ella.

Frente a la ofensiva transnacional que busca secuestrar el primer elemento que origina la vida, las Semillas, en avanzados laboratorios, y con esto patentar la biodiversidad y la naturaleza; las mujeres de Anamuri se organizan, y levantan la voz en cada territorio, para luchar unidas, contra la privatización de las semillas, y contra los mega tratados de libre comercio, como el TPP, que de ser ratificados por el parlamento chileno, buscarán arrebatarle las semillas de las manos de quienes producen alimento para el pueblo. 
Las mujeres campesinas e indígenas tejen la unidad en la lucha, para transformar la producción agrícola, y que más personas puedan continuar trabajando la tierra de manera agroecológica, sin paquetes tecnológicos ni insumos que endeudan a las campesinas y campesinos y contaminan nuestras tierras y cursos de agua.

Sólo la lucha por la defensa de la agricultura campesina de base agroecológica, permitirá ejercer una Soberanía Alimentaria a escala local, donde se promuevan las ferias y mercados campesinos locales, a precios justos y sin intermediarios, “super-mercados” ni “conchenchos”, que lucren con el alimento del pueblo, y con la capacidad de la Madre Tierra de regenerar y restaurar los ecosistemas degradados.

En esta nueva conmemoración del Día Internacional de la Lucha Campesina nosotras mujeres de Anamuri, 
reafirmamos que la paz y la igualdad son dos ejes esenciales en la lucha por un Buen Vivir para todas y todos, 
sin importar nuestro género, raza ni etnia.

¡¡¡QUE VIVAN LAS LUCHAS CAMPESINAS!!!
¡¡¡QUE VIVAN LAS LUCHAS DE LAS MUJERES!!!

¡ALIMENTAMOS NUESTROS PUEBLOS Y CONSTRUIMOS MOVIMIENTO PARA CAMBIAR EL MUNDO!

#17Abril #ANAMURI #April17 #LaViaCampesina #SoberaníaAlimentaria#SouverainetéAlimentaire #FoodSovereignty #LuchasCampesinas
#NoalTPP #SoberaniaAlimentariaYA
#ReformaAgrariaIntegralYPopular

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Venezuela: Gran asamblea: el movimiento campesino se reorganiza para nuevas batallas

La asamblea campesina tuvo lugar en el predio rescatado de Las Mercedes, municipio Pedraza, estado Barinas, convocada por la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora, los constituyentes Pedro Alvarado, y Orlando Zambrano, este último parte de la comisión de investigación sobre los desalojos campesinos. Hasta allí fueron campesinos y campesinas de ocho rescates: El Otoño-La Primavera, Las Palmeras, El Orticero, Caujarito Diamante, pertenecientes al estado Barinas, Los Monos, Los Jabillos, del estado Táchira, y Cacho Venao, de Portuguesa. El motivo del encuentro popular fue el día internacional de la lucha campesina, la necesidad de articular las diferentes batallas por la tierra presentes en el país.

Durante el tiempo de la asamblea fueron abordados varios puntos. En primer lugar, el cuadro nacional al cual nos enfrentamos, donde se han venido sucediendo intentos de desalojos y atropellos, como los casos recientes del Sur del Lago y de Portuguesa. Casi todos los rescates presentes en la reunión fueron víctimas de atropellos violentos, como encarcelamientos, quema de siembras, cambuches, robo de herramientas, criminalización de los campesinos, tanto por fuerzas de seguridad del Estado como por grupos contratados por terratenientes.

Estas acciones contra el campesinado son contrarias a la Ley de Tierras aprobadas por Hugo Chávez, uno de los pilares del proceso revolucionario, de su modelo de país, de desarrollo económico. Un legado que dejó el Comandante y quedó inconcluso, el latifundio todavía sigue en pie en millones de hectáreas, y la necesidad de terminar con esa estructura antidemocrática de tenencia de la tierra también.

 

En el encuentro fue denunciada la existencia de una nueva clase terrateniente, latifundista, compuesta por dirigentes, civiles y militares, que se han enriquecido en estos años, y han sido parte de levantar el discurso que afirma que los campesinos somos improductivos, invasores, no hemos puesto a producir las tierras rescatadas. Ese discurso se une con el de la derecha, como FedeAgro y diferentes medios de comunicación, que buscan hacer creer que la política de rescates, regularizaciones, expropiaciones, impulsadas por Chávez, fueron un fracaso y condujeron a la actual situación de necesidades económicas. Según ese discurso se hace necesario dar marcha atrás, revertir la política que durante años hemos impulsado, nos ha costado más de 300 muertos, y darle las tierras a los antiguos o nuevos terratenientes, es decir, a los grandes y emergentes empresarios.

Ante este cuadro se planteó la necesidad de reivindicar el legado chavista, mostrar que los rescates en manos del campesinado resultaron en su mayoría productivos, a diferencia de varios de los que quedaron en manos de empresas organizadas por el Estado para gestionar esas tierras. También se debatió acerca de la importancia de unir los diferentes conflictos que han venido emergiendo y seguirán apareciendo, ya que no estamos ante hechos aislados sino ante un intento de revertir conquistas históricas de la revolución. Como ejemplo, al día siguiente del encuentro tuvo lugar un nuevo atropello en Portuguesa.

Un énfasis central estuvo puesto en la necesidad productiva, es decir no solamente de democratizar la tierra sino también y sobre todo de ponerla a producir, que es el pedido de todos los rescates, y la demanda urgente del país en esta situación de crisis desatada por la guerra conducida desde los Estados Unidos. Para eso se abordó la propuesta de decretar un plan de emergencia productiva en el país, y concentrarse en rubros claves, como el arroz, el aceite, la azúcar, que son los que están en manos del agronegocio y escasean o suben de precio de manera criminal.

La asamblea fue un primer paso en la dirección de unificación de los conflictos, reorganización de las fuerzas populares, campesinas, para construir una hoja de ruta que permita resistir a las agresiones, así como seguir con el legado, tanto en lo discursivo como en la práctica concreta. No habrá derrota si hay un pueblo consciente, organizado, con voluntad de no dar un paso atrás y seguir el camino bolivariano, chavista. La Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora, como desde su primera hora, pondrá su fuerza para aportar a esa lucha histórica.

Prensa Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora

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Camponesas Do MPA E MST Denunciam O Golpe Em Portugal

Com a sala cheia, na noite desta segunda-feira, 16 de abril, camponesas do MPA e MST participaram da Sessão de Debate e Solidariedade com as Organizações Camponesas e o Povo do Brasil em Coimbra, Portugal, onde denunciam o golpe parlamentar e midiático, que hoje, 17 de abril completa dois anos. O evento foi organizado pela Confederação Nacional de Agricultores (CNA), com o apoio do Ateneu de Coimbra, Portugal.

Josineide Sousa, da Direção Nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Ceres Hadich, da Direção Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fazem parte do grupo de lideranças que estão viajando para o exterior e denunciando o golpe que o Brasil vive desde 2016, e, a prisão do ex-presidente Lula é tida como mais um capítulo deste golpe contra o povo.

“O Brasil vive hoje a mais séria e profunda crise democrática desde o fim da ditadura militar. O julgamento contra Lula é a expressão de uma farsa judicial, realizada por setores do sistema judiciário que fizeram parte do golpe parlamentar contra Dilma. Esses setores não fizeram um julgamento, eles fizeram política. Eles condenaram Lula sem nenhuma evidência, enquanto há evidências de corrupção de Temer, Aécio Neves e vários números à direita e não foram condenados”, explica Josineide.

Foto: CNA

Foto: CNA

É importante que compreendamos, há um descenso da esquerda em toda América Latina que já afetou o Paraguai, Equador, Argentina, o Brasil… em cada país com suas especificidades, no Brasil, tem sido protagonizado pela mídia-judiciário e a burguesia interna corrupta.

Se olharmos para o campo, o agronegócio é um dos sujeitos mais ativos no golpe, que apoiam o fascista, aumentando a violência no campo após o golpe, aponta Ceres. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), “novamente esse tipo de violência [assassinato] bateu recorde, e atingiu o maior número desde 2003, com 70 assassinatos (confira aqui os dados), um aumento de 15% em relação ao número de 2016”.

A conjuntura política e social que o Brasil vive ameaçam a Soberania Nacional com a privatizações da Petrobras, com a entrega do Pré-Sal, privatização do setor elétrico, da água, destruição dos direitos trabalhistas, ambientais com liberação de transgênicos e agrotóxicos e previdenciários, destaca Josineide.

Foto: CNA

Foto: CNA

Lula hoje representa a síntese da luta dos trabalhadores, perseguido por ser o candidato ligado as camadas populares, com ampla aprovação e capaz de ganhar as eleições de qualquer candidato da direita, logo, tornou-se uma ameaça aos interesses da burguesia brasileira e da burguesia internacional, principalmente a burguesia rentista/bancária.

Os processos de luta e resistência no país não tem sido poucos, “seguimos lutando e em marcha por todo o Brasil, temos certeza que só o povo em luta é que tem a força para superar e vencer todos estes retrocessos. Temos que refazer o modelo agrícola do Brasil e nos do MPA propomos uma plataforma agrícola que chamamos de Programa Camponês para uma vida de qualidade no campo, o qual construímos a partir do Plano Camponês. Afirmamos que queremos produzir, mas também queremos educação, saúde, lazer, comercialização, alimentar o povo brasileiro com respeito ao meio ambiente”, conclui Josineide.

 

Por Comunicação MPA

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Republica Dominicana: Campesinas y campesinos  decimos ¡NO! A LOS  TLC y  Libertad para Lula

Las organizaciones campesinas, sociales juveniles de mujeres sindicales, gremiales  y aliados/as  desde  la  (ANC-Articulación Nacional Campesina- CLOC/LVC  RD) En  el marco del día mundial de las luchas campesinas nos unimos a las acciones globales realizadas en este continente y el mundo por la Tierra, el agua, y el territorio  en contra de los Tratados de Libre Comercio  (TLC). La criminalización de las luchas, y diciendo Lula Libre, condenamos  la injerencias del imperio el cual  sigue bombardeando al mundo creando una confrontación  con el continente desde ese poder imperial que no reconoce los avances  democráticos y de inclusión social y políticas   que con acciones de  luchas y propuestas  el movimiento y los gobiernos democráticos han impulsado y logrado.

Las temáticas impulsada por el movimiento campesino son una muestra de los avances que hoy deben servir como marco para la  embestida de  estas propuestas neoliberales y del capital  que son una permanencia en este continente promoviendo políticas dirigidas a la injerencia antidemocráticos en los territorios violatorias de la autonomía y las leyes vigentes de nuestros países y avaladas por gobiernos corruptos e impune como el que nos ha tocado como país.

Hacemos un llamado a que enfrentemos las guerras mediáticas impulsada e instrumentadas por EEUU y los organismos internacionales que son coparticipe del imperio para desarticular los programas y proyectos democráticos que hoy son ejemplo de nuestros continentes como lo es Venezuela, Bolivia, Ecuador Brasil, el Salvador, Nicaragua,  Cuba.

Uno de los puntos centrales de esta convocatoria es la solidaridad con ese gran líder del movimiento sindical y campesino Luis Ignacio Lula da Silva quien enfrenta hoy el aparato de judicialización de la política Brasileña impulsados  desde el golpe parlamentario ejecutado contra Dilma  Russeff, Lula sigue siendo un líder  de la clase trabadora , campesina y de la representación política de un país que es referente del movimiento  campesino, sindical, de mujeres, jóvenes  del continente.(MST-ALM- Movimientos del ALBA entre otros)>

 

Republica dominica se une al caribe y al continente diciendo;

  • El agua vale más que el oro la producción agrícola es nuestra defensa y protección decimos no al extrativismo y no a la explotación de la Mina en San Juan de la Maguana propuesta está que ha sido bien orquestado por algunos funcionario.

 

  • Seguimos rechazando los TLC, ya que son la apertura constante de las transnacionales en el país  ya que este modelo no permite el desarrollo del campesino/a y  atenta con  la soberanía del pueblo a decidir Que,  cuando, como producir sus alimentos.
  • Condenamos la violación del derecho a la tierra y su legislación en el país, seguimos impulsando que la tierra es del campesino que es quien la trabaja.
  • Condenamos la violencia estructural, machista que sigue aumentando victimas en el país, de la cual no hay programas y propuestas políticas  reales para su erradicación
  • Las organizaciones tenemos derecho a protestar contra las políticas neoliberales que nos imponen los gobiernos corruptos y antidemocráticos, por lo que condenamos la criminalización de las luchas.
  • Rechazamos las instrumentaciones contra los líderes políticos del continente diciendo LULA LIBRE
  • Nos solidarizamos y condenamos las agresiones al pueblo Sirio y a todos los pueblos del continente y el mundo donde son violados los derechos y autonomía y democracia.
  • Condenamos  la injerencia y el bloqueo económico impuesto por EE.UU. en contra de Venezuela utilizando  el desabastecimiento de alimentos y medicamento como armas desestabilizadoras.
  • Este día no es de fiesta es de lucha y resistencia, la unidad y las  agendas  del movimiento sigue su proceso de avance a pesar del embate del imperio.

 

Contra el capitalismo  y por la soberanía de nuestros pueblos América unida sigue en lucha

Globalicemos la luchas globalicemos la esperanza.

Libertad para Lula,  libertad para Lula

Lula libre Lula libre

Alertaaa, alertaaaa, alerta, que camina  la libertad de Lula es la libertad del pueblo.

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Perú: Día Mundial de la Lucha Campesina: ¡Los pueblos seguimos presente!

Cada 17 de abril se conmemora el Día Mundial de la Lucha campesina, fecha que nos invita a reflexionar sobre la lucha constante que realizan nuestros pueblos indígenas u originarios en la defensa por la tierra y el reconocimiento de sus derechos. Como se recuerda, un 17 de abril de 1996 policías militares brasileños abrieron fuego contra una marcha del MTS (Movimiento de los Sin Tierra de Brasil), en donde fueron asesinados 69 campesinos quienes reclamaban el derecho a la tierra. A raíz de este hecho, se fijó el 17 de abril como Jornada Mundial de la Lucha Campesina, el cual tiene como objetivo defender a la pequeña agricultura y la soberanía alimentaria, así como promover la justicia social y dignidad de los pueblos originarios.

En nuestro país, nuestros pueblos indígenas, andinos y amazónicos continúan siendo las poblaciones más excluidas y desatendidas de parte de los gobiernos de turno, quienes continúan implementando políticas neoliberales sin considerar las consecuencias negativas hacia nuestros pueblos y a nuestro planeta, como son: la pobreza, la explotación indiscriminada y la contaminación. Asimismo existen políticas estatales que favorecen modelos de producción agrícola de exportación y agronegocio, altamente contaminante, poco responsable y explotador de recursos naturales, e incluso se aprueban normativas y/o proyectos de leyes que pretenden debilitar los derechos de nuestros pequeños agricultores campesinos e indígenas y originarios sobre los territorios y recursos naturales en los que habitan, poniendo en peligro la subsistencia de nuestros pequeña agricultura familiar y comunitaria.

En este contexto de incertidumbre, es urgente que el Estado implemente un nuevo modelo de desarrollo, inclusivo y responsable con nuestra madre tierra, que respete el modo de vida de nuestras  familias campesinas, pequeños productores agrarios que con su trabajo sustentas más del 70% del consumo interno de nuestro país. Así también, resulta importante la aprobación de políticas agrarias sostenibles que garanticen el acceso a alimentos sanos y nutritivos, que favorezcan la producción local y la biodiversidad de nuestras semillas y productos, y revaloricen prácticas y saberes ancestrales de nuestras comunidades campesinas y nativas.

Según el Convenio 169 de la OIT, ratificado por el Estado peruano en el año 1994, señala que los Estados deben asumir la responsabilidad de desarrollar con participación de los pueblos interesados, una acción coordinada y sistemática con miras a proteger los derechos de los pueblos y a garantizar el respecto de su integridad, es decir un compromiso que debe promover la identidad y el desarrollo de nuestras comunidades, quienes contribuyen a la preservación de la biodiversidad y los recursos naturales que hacen del Perú uno de los países con mayor patrimonio natural y vivo del mundo.

Por ello desde CNA reafirmamos nuestro compromiso en velar por los intereses de nuestros miles de pequeños y medianos agricultores (as), siendo la voz de nuestros pueblos, pero también implementando propuestas para el desarrollo sostenible de nuestro campesinado y trabajando firmemente en la promoción de nuestra agricultura sostenible, seguridad y soberanía alimentaria, mercados locales, así como la seguridad de tierras y territorios y el fortalecimiento en liderazgo de nuestros hermanos y hermanas para el ejercicio pleno de sus derechos colectivos.

De esta manera, hacemos un llamado a todos nuestros hermanos y hermanas agricultores (as), campesinos indígenas y ciudadanía en general para mantener nuestros principios en la preservación de la tierra y la vida, socializar y articular agendas comunes para hacer incidencias en las políticas públicas, con temas y propuestas impulsados desde el pueblo, buscando que los propios actores sean escuchados y que se respete el Convenio Internacional 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

Los pueblos indígenas seguimos presente y decimos: ¡No al modelo extractivista y explotador de recursos naturales que pone en peligro nuestro derecho de vivir libres y restringiendo nuestros derechos colectivos! ¡ Basta de perseguir y criminalizar la lucha de nuestros líderes y lideresas indígenas!

¡Territorio y SoberaníaAlimentaria para el buen vivir de nuestros pueblos!

Brasil: Todos na MARCHA video conmemoración Massacre de Eldorado dos Carajás

Hoje o dia é marcado pela impunidade: há 22 anos atrás, 21 Sem Terras foram mortos na curva do S. Hoje, há exatos 2 anos, foi votado o pedido de impeachment da presidenta Dilma, dando início ao golpe que enfrentamos hoje. 

A quem serve a sua justiça? 

A Companhia Estudo de Cena, juntamente com o MST, fez uma série com 21 episódios para que jamais esqueçamos dos 22 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás, onde 21 Sem Terra foram brutalmente assassinados. 

Acompanhe todos os dias, às 7h da manhã! 

Hoje, episódio n°09: Todos na Marcha 

Acesse aqui: https://bit.ly/2GZejiy 
Ou aqui: https://goo.gl/7wj9wR

#MassacreEldoradodosCarajás #JornadaDeAbril #22AnosDeImpunidade #MST #SemTerra #AFarsaDaJustiçaBurguesa

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Argentina: El MNCI convoca con distintas actividades a las jornadas Nacionales de Lucha campesina

En el marco de las jornadas internacionales de Luchas campesinas promovidas por la Via Campesina Internacional, las organizaciones campesinas indígenas desarrollaremos jornadas nacionales de movilización en todo el país frente a la ofensiva neoliberal que promueve el Gobierno conducido por Macri y Cambiemos.

Denunciamos el avance del capital sobre los pueblos y sus territorios. El capitalismo, racismo y patriarcado forman un modelo entrelazado de múltiples dominaciones a través del acaparamiento de territorios, saqueo de los bienes comunes, explotación del trabajo y control de los cuerpos y la misoginia.

Vivimos frente a una masiva violación a los derechos humanos, la impunidad de los crímenes de ayer y hoy, la criminalización de los movimientos populares, el asesinato y la desaparición de militantes sociales.

En ese contexto, los Tratados de Libre Comercio (TLC) son herramientas impulsadas por corporaciones y Estados que establecen reglas para vender nuestros bienes naturales, es decir, mercantilizan bienes comunes de la humanidad como la tierra y el agua, y los ponen en función del lucro.

Los TLC son hoy la expresión de una oleada anti-democrática en nivel mundial, que intenta imponer los intereses económicos de unos pocos, por encima del bien estar/buen vivir de los pueblos. Particularmente el Tratado de libre comercio entre el Mercosur y la Unión Europea pone aun mas riesgo de supervivencia a la agricultura campesina indígena y familiar de la región.

Las corporaciones transnacionales y estados antidemocráticos, promueven prácticas desleales para impulsar el extractivismo, acaparamiento de tierras, mega monocultivos para la exportación, tierras que son utilizadas en su gran mayoría para mega monocultivos para el agronegocio. La tierra y el agua ganan cada vez más relevancia, y concentran gran interés económico, tanto para las élites nacionales como las extranjeras; por esta razón, hoy por hoy, existe una alarmante criminalización, persecución, desalojos y muerte de campesinxs e indígenas, negrxs, por la defensa de sus tierras y contra la expolición de los bienes comunes.

El gobierno nacional esta subordinado y conducido por los intereses de las corporaciones transnacionales y los agronegocios y ha desatado una fuerte ofensiva contra todas las instituciones y políticas agrarias para la agricultura familiar y campesina. Se desmanteló y desfinanción la Ex Secretaria de Agricultura familiar , se condicionó y desfinanció al INTA, se desguazó el sector de agricultura familiar del INTI, se desnaturalizó el espacio del consejo nacional de la Agricultura familiar por medio de convocatorias sin previos avisos e incorporando sectores que no se corresponden con las caracteriscas de la Agricultura Familiar

Las reformas excluyentes en el RENAF y los intentos de terminar con la política del monotributo social Agropecuario son parte de esta política agresiva contra el sector.

La desarticulación del RENATEA y la entrega del registro a la UATRE en cordinación con la SRA representa una grave amenaza para los trabajadores y trabajadoras del campo pues desaparecen mecanismos de control sobre el trabajo en negro y el trabajo esclavo

Por otro lado la apertura indiscriminada de importaciones de productos agropecuarios, junto con la inflación y los tarifazos golpean profundamente a las economías de las familias campesinas indígenas.

En el mismo contexto se promueve desde el Gobierno y en connivencia con los grupos empresarios, la privatización de tierras publicas en las que viven y producen familias campesinas mediante mecanismos violentos, de criminalización y desalojos. En el marco de una indebida presión del ejecutivo sobre el poder judicial que aleja cada vez mas el acceso a la justicia para las familias campesinas

Los intentos de avance sobre una ley de semillas que facilite la privatización y control corporativo de las semillas y el material genético significaría otro golpe contra el sector y la Soberanía alimentaria de los Argentinos y Argentinas

Los intentos de cerrar escuelas rurales forman parte de la discriminación y el desinterés del gobierno en cuanto a los derechos de los pueblos rurales

En el mismo contexto se desarrolla una ofensiva antidemocrática en la Región, donde se articulan sectores del poder judicial, los grandes medios de comunicación y los intereses de las empresas
para destituir gobiernos, o proscribir candidatos y candidatas que representan intereses de las mayorías, los intereses del pueblo trabajador, de los excluidos y campesinos.

Llamamos a todas nuestras organizaciones y al pueblo en general a sumarnos a las jornadas de lucha:

Contra la ofensiva conservadora del capital y las corporaciones, y sus políticas de ajuste y saqueo
Por la Soberanía alimentaria y una programa de Reforma Agraria Popular que:

– Reconozca y ratifique los Derechos de los campesinos y campesinas

– Garantice la permanencia y el acceso a la Tierra y Territorio para el desarrollo de la vida digna, la producción de alimentos.

– Garantice el acceso a la educación de calidad y adecuada en el campo

– Se generen políticas publicas para promover la producción campesina y agroecologica, el agregado de valor local y el acceso a los mercados
Frente a la situación de la Crisis agropecuaria actual exigimos una inmediata ley de emergencia para la Agricultura Familiar Campesina Indígena que contemple:

– Subsidios para la Producción y el acceso a los mercados

– suspensión de los Desalojos y procesos judiciales contra la tenencia y posesión de las familias campesinas y efectivo cumplimiento de la Ley de Reparación histórico de la Agricultura Familiar

– Salario social complementario para que las familias campesinas lleguen a la canasta familiar
– Compra estatal directa de los productos campesinos

– Mercados populares para la venta de los productos campesinos en los barrios populares

– Priorizar a las familias campesinas sin tierra para la concesión del usufructo de las tierras publicas y fiscales . Suspender la privatización de la tierra publica

– subsidios para las familias campesinas que atraviesan crisis por sequía o inundaciones

Ni Un metro Mas!
La Tierra es Nuestra!

Movimiento Nacional Campesino Indígena

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