Brasil: 7º dia de Greve de Fome: grevistas voltam para Câmara dos Deputados em maior número

No dia em que a Greve de Fome completa seu sétimo dia, os grevistas voltam em maior número para a Câmara dos Deputados em Brasília como forma de repúdio a Reforma da Previdência que assombra os trabalhadores do campo e da cidade, e que poderá ser votada a qualquer momento. Além de Josi, Leila e Frei Sérgio do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Fábio Tinga do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD), somam-se à greve de fome Simoneide de Jesus do MPA, Rosangela Piovizani e Rosa Jobi do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Somando 5 companheiras e 2 companheiros.

As recentes notícias da proposição do relator da Reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), de retirar os trabalhadores rurais da proposta encaminhada para votação é mentira, assim como, a não votação da reforma na Câmara do Deputados não desmobilizaram os trabalhadores e sim fortaleceu a resistência contra a Reforma da Previdência. Tanto que para o MPA a Greve de Fome significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira, explica Frei Sérgio Görgen que completa o 7º dia em greve de fome. 

Reforçando a resistência e as ações contra a Reforma da Previdência, as organizações que compõe a Frente Brasil Popular estão chamando diversas ações a partir de hoje, 11 de dezembro, em todo País. 
“Convocamos todas as organizações do campo e da cidade para resistirem a Reforma, também para somarem forças nas ações em todos os Estados, para que possamos barrar a Reforma da Previdência. É hora de tomarmos medidas de sacrifício, mas que serão necessárias para garantir os nossos direitos e em especial para nossas gerações futuras, temos que dar mais um passo para esmagar a Reforma da Previdência em seu ninho golpista”, afirma Maria Kazé, da coordenação nacional do MPA. 

Por Comunicação MPA

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Brasil: Mulheres camponesas se somam a greve de fome em Brasília contra a Reforma da Previdência

Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), nesta segunda feira, dia 11 de dezembro, se junta à greve de fome contra a reforma da Previdência iniciada pelas companheiras e companheiros do MPA, que está acontecendo desde o dia 05 de dezembro em Brasília, no salão verde da Câmara dos Deputados.

As camponesas Rosangela Piovizani e Rosa Job, do MMC, somam-se à greve, ao lado de Josi, Leila, Frei Sérgio e Simoneide de Jesus, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), e Fábio Tinga, do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD). Para Rosangela, “Estou entrando em greve de fome para mais uma tarefa da luta do MMC e da luta da classe trabalhadora. Entrar em greve de fome é um ato extremo, mas necessário nesse momento em que a aliança desse governo golpista com o capital retira inúmeros direitos e políticas públicas do povo. Estamos num momento de desafios e esta iniciativa é de luta e rebeldia, não devemos ter medo, esta decisão é em nome do direito de proteger e garantir a vida com dignidade para as mulheres e a classe trabalhadora em geral”. Às companheiras Rosangela e Rosa, enviamos toda nossa solidariedade e desejamos muita força para essa ação de extrema solidariedade com a vida de milhares de pessoas.

Fábio (MTD), Rosa (MMC), Josineide (MPA), Leila (MPA), Simoneide (MPA), Frei Sérgio (MPA), Rosângela (MMC)

Fábio (MTD), Rosa (MMC), Josineide (MPA), Leila (MPA), Simoneide (MPA), Frei Sérgio (MPA) e Rosângela (MMC)

Os direitos Previdenciários são pauta histórica do MMC, que participou na luta e na construção da constituição de 1988, constituição essa que garantiu muitos direitos para as mulheres camponesas, pois até então a profissão de agricultora não existia. Os golpistas tentaram nos enganar, dizendo que os rurais estavam fora, mas a verdade é que a reforma da previdência mantém inúmeros prejuízos para nós, mulheres camponesas. A bandeira da Previdência Pública Universal e Solidária é muito cara para o MMC. Construir um projeto de sociedade onde todas as pessoas tenham direito a viver com dignidade, permanecer no campo, produzindo alimentos saudáveis, enfrentando todas as formas de violências contra as mulheres é a nossa missão.

O Movimento de Mulheres Camponesas convoca todas as mulheres camponesas, suas famílias, a classe trabalhadora em geral a se somar na luta contra a Reforma da Previdência. Não aceitamos retrocessos!

A Previdência é Nossa! Ninguém tira ela da Roça! Nenhum Direito a Menos!

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Brasil: Cresce O Número De Pessoas Em Greve De Fome Contra À Reforma Da Previdência

Solidariedade aos companheiras Leila Denise, Frei Sérgio Görgen e Josi Costa, foi anunciado o início da Greve do Fome do Bombeiro Civil e militante do Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Fábio Tinga, à Greve Fome que hoje completa seu 5º dia. Em solidariedade Fábio soma-se aos grevistas por 72 duas, na sede da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) em Brasília, sua inserção ao grupo deu-se na manhã deste sábado.

Leila, Fábio, Josi e Frei Sérgio sabem do desafio que é imposto a privação de se alimentar, mas visto o nível de retirada de diretos que se encontram os trabalhadores essa é uma das ações que os quatro estão dispostos a fazer para contribuir com a derrocada dessa Reforma. A adesão ao protesto tem se mostrado crescente frente à necessidade de barrar essa proposta que se aprovada irá submeter milhões de brasileiros a greve de fome forçada, ou seja, irão passar forme de forma obrigada.

Eva Maria. Foto: Adilvane Spezia | MPA

Eva Maria. Foto: Adilvane Spezia | MPA

Josi Costa destaca que, “essa não é uma greve de morte e sim uma greve de vida, porque ela faz parte da Revolução que o país precisa nesse momento. Essa greve de forme tem por objetivo jogar uma pá de cal em cima da Reforma da Previdência”.

Eva Maria Dalchiavon, presente no ato de solidariedade destaca, “está greve de fome é uma ato de extrema solidariedade humana”, referindo-se ao fato de que os quatro grevistas colocam sua vida em risco para que toda a Classe Trabalhadora do Brasil não tenha seus direitos usurpados. Assim como, aponta a importância que a Previdência tem na vida dos trabalhadores em especial dos trabalhadores do campo.

“O Movimento faz uma atividade, na minha opinião, de solidariedade das mais profundas que é uma greve fome para que não se retire direitos da Previdência Social, que foram direitos conquistados com muito suor, com muita mobilização, muita energia dos trabalhadores e trabalhadores rurais do país inteiro, que conquistaram na Constituição de 88 o direito à Previdência Social”, recorda Eva Maria.

O ato contou com a presença de representações de diversas religiões. Foto: Adilvane Spezia | MPA

O ato contou com a presença de representações de diversas religiões. Foto: Adilvane Spezia | MPA

O MPA e as organizações do campo e da cidade não aceitam as manobras do governo golpista e asseguram que irão cerrar fileiras contra a Reforma da Previdência e a retirada de direitos impostas pelo Governo Golpista. “É hora de multiplicar as greves, e todas as ações diretas de luta e resistência contra a Reforma da Previdência. É hora de intensificar todos os tipos de ações diretas contra a Reforma para que seja enterrada definitivamente”, afirma Charles Reginatto da coordenação nacional do MPA e porta voz da Greve de Fome.

 

Por Comunicação MPA

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Argentina: “¡La OMC mata campesinas y campesinos! ¡21 años ya es suficiente! ¡Fuera OMC de la Agricultura!” – La Vía Campesina refuerza la resistencia en Conferencia Ministerial

Comunicado de Prensa La Via Campesina

Una numerosa delegación de La Vía Campesina integrada por campesinas y campesinos, trabajadoras y trabajadores rurales, pueblos originarios, mujeres y jóvenes de todo el mundo se reunen en el marco de la XI Conferencia Ministerial de la Organización Mundial del Comercio (OMC), que se realiza en Buenos Aires, Argentina, del 10 al 13 de diciembre.

Durante   esta  semana   de   la   conferencia,   La   Vía   Campesina   (LVC)  se  movilizará, organizándose en conjunto con movimientos sociales y aliados para denunciar los efectos devastadores que la OMC ha tenido en la agricultura campesina y para reiterar nuestra demanda desde hace ya 21 años, de expulsar al organismo de comercio multilateral de cualquier discusión y decisión referida a la agricultura.

La Vía Campesina, es un movimiento campesino mundial con más de 180 organizaciones miembro de más de 79 países, ha exigido continuamente que la agricultura quede fuera del alcance de la OMC. En su lugar, ha exigido un cambio sistémico que garantice la soberanía alimentaria de los pueblos del mundo. Una vez más, la consigna del movimiento campesino mundial es “¡Por soberanía alimentaria, Fuera OMC de la agricultura!”Desde sus inicios en 1995 como derivado del Acuerdo General sobre Aranceles y Comercio (GATT),  la  Organización  Mundial del Comercio ha promovido la forma más brutal del capitalismo, conocida como liberalización del comercio. En sucesivas conferencias ministeriales, la OMC se ha propuesto globalizar la liberalización de los mercados nacionales, prometiendo prosperidad económica a costa de la soberanía. En términos más o menos idénticos, por su “liberalización, desregulación y privatización”, que se denomina el Paquete del Neoliberalismo, la OMC ha fomentado la multiplicación de los tratados de libre comercio (TLC) entre países y bloques regionales, etc. haciendo uso de los gobiernos que han  sido  cooptados,  las corporaciones transnacionales más grandes del mundo están tratando de socavar la democracia y todos los instrumentos institucionales para defender las vidas, los territorios y los ecosistemas alimentarios y agrícolas de los pueblos del mundo.

Con el AoA (acuerdo sobre agricultura, según sus siglas en inglés) reglamentado en la OMC,  las  comunidades  campesinas  pasan  a  ser  las  más  perjudicadas debido a sus escasos recursos financieros y la mínima o nula protección de gobiernos nacionales, ya que la OMC prohíbe cualquier protección que se interponga a la liberalización del mercado. Su rol fue erosionado y reemplazado por grandes corporaciones con recursos financieros que lentamente formaron una estructura monopólica. Esto resulta en que los y las campesinas deben lidiar con implicancias peligrosas, como el acaparamiento de tierras, criminalización, la contaminación ambiental y la importación de productos agrícolas.

En la anterior Conferencia Ministerial (CM) celebrada en Nairobi en 2015, la OMC había tomado seis decisiones sobre agricultura, algodón y cuestiones relacionadas con los Programa Mundial de Alimentos, PMA. Las decisiones agrícolas incluyen el compromiso de abolir  las  subvenciones  a la exportación para las exportaciones agrícolas, la tenencia pública  de  existencias  con  fines  de seguridad alimentaria, un mecanismo especial de salvaguardia para los países en desarrollo y medidas relacionadas con el algodón. También se tomaron decisiones respecto del trato preferencial para los países menos adelantados (PMA) en el ámbito de los servicios y los criterios para determinar si las exportaciones de los PMA pueden beneficiarse de preferencias comerciales.

Este año, con Macri en la Casa Rosada (Argentina), el golpista de Temer en el Palacio del Planalto  (Brasil),  y  el  brasileño Roberto Azevedo de Director General, la OMC quiere aprovechar  del  contexto  regional  para retomar el tema agrícola, poner fin a la pesca artesanal,  y  avanzar  con  el  mal  llamado  Acuerdo  sobre  Servicios (TiSA), entre otros acuerdos  multilaterales.  Más allá de los falsos discursos proteccionistas emanados de Washington y Londres, la OMC se reunirá nuevamente para intentar imponer al capital a costa de la vida, el planeta tierra, y la democracia de los pueblos.

En estos 21 años de lucha contra la OMC, los pueblos han resistido su intento de globalizar todo a favor de las TNCs, incluyendo el sistema agroalimentario. Nuestras luchas han sido el  mayor  obstáculo  para  el  avance de esta organización y, sin lugar a duda, La Vía Campesina ha tenido un rol decisivo. Nuestra resistencia a la liberalización del mercado bajo este régimen neoliberal ha continuado desde la ronda de Uruguay realizada en el marco del Acuerdo General sobre Aranceles Aduaneros y Comercio (GATT). Desde entonces, La Vía Campesina se ha movilizado contra casi todas las Conferencias Ministeriales desde Seattle (1999) y Cancún (2003), donde nuestro hermano Lee Kyung Hae, con una pancarta declarando que “la OMC mata campesinos” sacrificó su propia vida – hasta Bali (2013) y Nairobi (2015).

Esta semana, del 10 al 13 de diciembre, una delegación internacional de La Vía Campesina esta en Buenos Aires para participar activamente en múltiples movilizaciones, foros y debates   del   pueblo   organizado,   en   la Cumbre   de   los   Pueblos   “Fuera   OMC   – Construyendo Soberanía” denunciando a la OMC como la organización criminal que es y levantando nuestra bandera de Soberanía Alimentaria. Denunciaremos todos los gobiernos, los cuales, después de haber comprendido que se había debilitado la OMC, recurrieron a mega tratados de libre comercio, bilaterales y regionales, que amenazan con aniquilar a nuestros sistemas alimentarios, igual como la OMC ha hecho en las dos últimas décadas.

Estaremos  hablando  de  campesinos  y  campesinas  que  murieron debido a la OMC y denunciaremos ante los pueblos del mundo que cientos de millones de personas han muerto de desnutrición y pobreza a causa de sus políticas de libre mercado. La OMC no es más que un grupo de interés del capital monopólico transnacional y los gobiernos aliados que con ella confabulan. Los variados tratados y acuerdos de la OMC han empujado al campesinado y los y las pequeños agricultores que han estado produciendo alimentos en áreas rurales. Destruyó comunidades rurales y generó crisis de comida y de contaminación alimentaria.  Exigimos  que  la  OMC  cese  toda  discusión  relacionada a la agricultura y detenga sus intentos de avasallar la soberanía alimentaria de los pueblos.

La alimentación es un derecho universal de todos y todas. La soberanía alimentaria es el derecho de todos los pueblos a definir su propio sistema alimentario y ubica en el centro a los y las productores de alimentos. Nuestras alternativas en pos de la soberanía alimentaria salvarán a la madre tierra y a nuestras comunidades.

Con este fin, La Vía Campesina continuará luchando. Nos organizaremos, resistiremos y seremos parte de eventos solidarios en todo el mundo con la participación de nuestros miembros y el apoyo de nuestros aliados, exigiendo a los gobiernos nacionales el rechazo a la OMC y la remoción de la agricultura de su área de acción.

¡Por Soberanía Alimentaria, Fuera OMC de la Agricultura!

Contactos de Prensa:

Francés: Claude Girod – Confederación Campesina, La Vía Campesina, Francia.  (54) 91121824509

Inglés: Kim Jeong Yeol – Asociación de Mujeres Campesinas de Korea – Comisión Coordinadora Internacional  – La Vía Campesina, Korea. (54) 91138781935

Español: Deolinda Carrizo – Movimiento Nacional Campesino Indígena – Cloc – Vía Campesina, Argentina. (54) 91133489316

Nury Martínez – Federación Nacional Sindical Unitaria Agropecuaria – Fensuagro –  Comisión Coordinadora Internacional – La Vía Campesina, Colombia.

Para mayor información:

www.viacampesina.org

www.cloc-viacampesina.net

Facebook: @viacampesinaOfficial @ConfluenciaFueraOMC /@cloc.viacampesina

Twitter: @via_campesina / @via_campesinaES / @viacampesinaFR /@CLOC_LVC @fueraomc2017

Hashtag: #FueraOMC #OMCmata #SoberaníaAlimentariaYA

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Venezuela: “Ganar las elecciones y municipalizar el poder de la gente”

Venezuela se ha caracterizado por ser una nación participativa, democrática y patriota. Hoy a tan solo un día de efectuarse una jornada electoral histórica, “convocamos al pueblo venezolano a los/as militantes del Partido Socialista Unido de Venezuela (Psuv) y tambien a los militantes de los partidos del Gran Polo Patriótico Simón Bolívar (Gppsb), en síntesis al chavismo de base y toda la sociedad venezolana, a movilizarnos masivamente este domingo 10 de diciembre del corriente año, a participar en las elecciones municipales donde vamos a elegir a nuestros alcaldes y alcaldesas. ¡Vamos junt@s! fortalezcamos la democracia participativa y protagónica de la gente”, manifestó Kevin Rangel coordinador nacional de la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora (Crbz).

Resaltó que Venezuela cuenta con un poder electoral confiable, transparente, el más auditado del mundo; eso demuestra su carácter democrático, seguro e inviolable y uno de los mejores del mundo. “El llamado es a participar y ratificar una vez más nuestro compromiso con este proyecto, la (Crbz) estará en los espacios donde hacemos vida, en todos los territorios de la geografía nacional participando activamente”

“El pueblo viene organizándose, aumentando su nivel de conciencia para convertirse en el sujeto transformador de esta revolución bolivariana (…) se debe municipalizar el poder popular para que el pueblo pueda influir en las políticas, en los presupuestos, en el control y seguimiento”, manifestó Rangel.

Así mismo, desde la (Crbz), ratificamos nuestro apoyo a los/as candidatos/as de la revolución, procuramos que las compañeras y los compañeros electos al poder municipal, se comprometan y asuman un compromiso dando un paso al frente en la transformación del poder público municipal para edificar el nuevo estado, a gobernar con la gente, y devolver el poder al pueblo para avanzar en las transferencias de competencias al poder popular. El pueblo tiene la capacidad y la voluntad. ¡Es necesario que el pueblo se empodere una vez más!

Estos hombres y mujeres deben luchar para convertir a los municipios en territorios donde prevalezca la seguridad y soberanía agroalimentaria, un municipio que se plantee encarar los problemas de la gente y se conecte de manera concreta con el pueblo. La municipalización del poder popular es la columna vertebral de la nueva geometría del poder que dibujo Chávez como línea estratégica. Ese es el mensaje desde la coordinación nacional de la (Crbz).

Finalmente, como organización,  allí estará nuestro voto militante consciente, comprometido con el proyecto del comandante Chávez, y en el acompañamiento a la gestión del presidente Nicolás Maduro, el cual reconocemos su voluntad, compromiso y capacidad; por estar enfrentando este escenario de crisis inducida y el cuadro de guerra que nos impuso la oligarquía.

Nosotros y nosotras desde la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora nos ponemos al servicio para aportar en la transformación y superación del modelo económico rentista, en un modelo económico mixto donde la economía, su producción y servicios estén en función de la gente.  “Este 10 de Diciembre, vamos junt@s a la batalla democrática a sellar una victoria de la revolución bolivariana, vamos a ratificar una vez más nuestro compromiso con este proyecto histórico”.

La jornada electoral, se realizará conmemorando los 158 años de la batalla de Santa Inés, librada el 10 de diciembre de 1859, esa batalla que libró el pueblo bolivariano acompañado por las tropas patriotas del general del pueblo soberano Ezequiel Zamora, las cuales hicieron morder el polvo a las tropas oligárquicas. Hoy esa misma oligarquía hija de la colonia sigue siendo el enemigo histórico de la patria, el pueblo venezolano está librando una nueva batalla contra la burguesía y la guerra económica, por la independencia y la soberanía.

Coordinación nacional de la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora.

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Brasil: Greve De Fome do MPA: 5º Dia Sem De Alimentar Contra A Reforma Da Previdência

Leila Denise, Josi Costa e Frei Sérgio Görgen do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) completam hoje, 9 de dezembro, o 5º dia em Greve de Fome contra a Reforma da Previdência que poderá ser votada a qualquer momento na Câmara dos Deputados.

A greve iniciou na manhã da terça-feira, 5 de dezembro, na Câmara dos Deputados isso porque, o Movimento compreende que a Greve de Fome é um recuso de luta e neste momento fazer Greve de Fome significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira.

“Estamos aqui em Greve de Fome no 5º dia, já são mais 120 horas sem comer. Essa greve que tem o intuito de mobilizar a luta contra a Reforma da Previdência”, relata a grevista, Leila Denise. Que ainda complementa, “queremos agradecer o apoio vindo de todas as forças, de todas as pessoas e organizações que tem se solidarizado com essa greve e contamos com todos vocês para continuar arduamente essa luta contra a Reforma que pode gerar a fome para muitas famílias, também contamos com vocês para engrossar as fileiras e continuarmos na luta por nenhum direito a menos, especialmente agora contra a Reforma da Previdência”, convoca, Leila.

O movimento denuncia as recentes propagandas do Governo Golpista que afirmam que os trabalhadores rurais estão de fora de texto da Reforma da Previdência. Durante Audiência Pública que debateu sobre o tema realizada dia 5/12 na Câmara dos Deputados, Movimentos Populares, Organizações Sociais e Parlamentares afirmam que isso não passa de uma mentira, uma manobra criada para desmobilizar e dividir a luta e resistência contra a Reforma da Previdência e que a mudança na Previdência Rural entrará via Emenda Aglutinativa à PEC 287/2016.

“Chamamos a atenção para a redação da Emenda que propõe além do aumento da idade e do tempo de trabalho inclui como regra 180 contribuições mensais individuais, ou seja 15 anos, para que o trabalhador e a trabalhadora acesse o benefício, ou seja, os trabalhadores do campo então dentro da Reforma da Previdência”, afirma Bruno Pilon da coordenação nacional do MPA e porta voz da Greve de Fome.

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Guatemala: CONAVIGUA rechaza la represión militar del estado hondureño contra su pueblo

Nuestra Solidaridad con el Pueblo Hondureño

Frente a la situación política de la República de Honduras la Coordinadora Nacional de Viudas de Guatemala (CONAVIGUA) a la opinión pública nacional e internacional.

Expresamos Nuestro rechazo y condena enérgicamente ante la represión militar del estado Hondureño, contra el pueblo por defender el estado de derecho, la democracia y la participación ciudadana y el libre ejercicio de la participación política atraves del voto popular.

Rechazamos el actuar del Tribunal Electoral por retener las actas y el largo silencio para dar a conocer los resultados de los votos de hombres, mujeres, jóvenes y señoritas que acudieron  a las urnas libre y decididamente para elegir a las  autoridades de gobierno bajo el respeto a los derechos humanos, la justicia, la paz y la democracia participativa.

CONAVIGUA desde nuestra visión de mujeres como integrantes de la CLOC-VÍA CAMPESINA nos solidarizamos con nuestros compañeros, compañeras y con las hermanas y hermanos indígenas,  especialmente con el pueblo Lenca. Desde Guatemala los animamos y les enviamos nuestras fuerzas y deseamos de todo corazón para que sea respetado sus derechos a la justicia,  a la vida y la libertad de organización y libertad de opinión.

Demandamos al gobierno de Honduras el cese de la represión contra las organizaciones sociales y todo el pueblo en general, pedimos garantía de vida y no a la utilización de la fuerza y la violencia, condenamos los asesinatos, las detenciones ilegales y todos los actos de violencia que ha dejado varias heridas.

Por la participación ciudadana, por la democracia sin violencia.

Viva la lucha del pueblo Hondureño, viva la participación de las mujeres.

Globalicemos la lucha, globalicemos la esperanza.

Guatemala 6 de diciembre de 2017

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Llamamiento de Alba de los Movimientos y CLOC Via Campesina – NO al TLC Mercosur – Union Europea

Llamamiento a los pueblos de Nuestra América

Decimos NO al TLC MERCOSUR – UNION EUROPEA: Nuestra América es posible y necesaria

En las últimas semanas, fuentes no oficiales dejaron trascender que en ocasión de la realización de la XI Conferencia Ministerial de la Organización Mundial del Comercio -que se realizará en la segunda semana de diciembre en la  ciudad de Buenos Aires-, se anunciará la conclusión de las negociaciones del Tratado de Libre Comercio (TLC) entre la Unión Europea y el Mercosur. Estas negociaciones se iniciaron a principios de los 2000 y fueron revitalizadas y aceleradas en los últimos dos años, en el contexto de los nuevos  gobiernos de orientación neoliberal en Argentina y Brasil.

Hace 12 años, trabajadores del campo y la ciudad, indigenas, afrodescendientes, excluidos de los barrios populares, artesanos y la diversidad de actores que componemos los movimientos populares y los pueblos de Nuestra América dijimos no al Acuerdo de Libre Comercio de las Américas (ALCA) y a sus consecuencias: la subordinación a la hegemonía estadounidense y la profundización de las transformaciones neoliberales.

Hoy levantamos nuestra voz y nuestra acción frente a las intenciones de consagrar un nuevo acuerdo de libre comercio, esta vez con la Unión Europea, al igual que expresamos nuestro rechazo a las políticas que impulsan las trasnacionales en la OMC. En ambos casos, las corporaciones privadas buscan afectar la soberanía para saquear nuestros territorios y “abaratar el costo de la mano de obra”, que es una forma de decirle a la pérdida de los derechos laborales y al empeoramiento en ña calidad de vida.

Tenemos razones sustantivas para rechazar este acuerdo:

Su negociación se ha llevado en secreto, a espaldas de los pueblos e  incluso de los propios parlamentarios de los países involucrados. Su aprobación afectará las legislaciones vigentes y los derechos consagrados.

Lo poco que ha trascendido de la negociación indica que, al iguao que otros TLC, la liberalización comercial afectará la estructura industrial, el empleo y el desarrollo científico tecnológico de nuestros países, profundizando la desindustrialización, el desempleo, la pauperización y la dependencia tecnológico productiva. 

La apertura de las compras estatales y la liberalización de los servicios tenderá a profundizar el desmantelamiento y privatización del sector público, en particular en el terreno de la educación y en el de la salud, en consonancia con las políticas que están promoviendo los gobiernos de Argentina y de Brasil. 

Los capítulos de patentes y de comercio electrónico que han trascendido del acuerdo significarán consagrar la transferencia de la innovación científico tecnológica y de actividad económica del Sur al Norte.

La apertura comercial y de inversiones a la Union Europea debilitará definitivamente los logros, aún relativos, alcanzados por el MERCOSUR y los  proyectos de una efectiva y alternativa integración nuestraamericana.

En síntesis,   estos acuerdos de libre comercio e inversiones entre países del Sur con los centros del capitalismo desarrollado vienen a profundizar y a recrear la subordinación socioeconómica de nuestros pueblos y los viejos pactos coloniales y dependendientes.

Impulsamos la integración económica sobre la base del respeto a la soberanía y la promoción de los derechos económicos, sociales y culturales de los pueblos de Nuestra América.

Por eso, rechazamos el TLC MERCOSUR – UE y llamamos a los organizaciones populares a sumarse a este llamamiento.

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Brasil: Nota Politica MPA – Resistir É Tarefa De Todo O Povo

Hora de multiplicar as greves, e todas as ações diretas de luta e resistência contra a Reforma da previdência.

Povo Brasileiro, companheiras e companheiros, chegamos a um momento duro de nossa luta contra a Reforma da Previdência, o campo golpista tentará de todas as formas impor medidas antipopulares e materializar a Reforma que rasgará uma das conquistas mais importantes de nossa democracia: a previdência e seguridade social do povo. Agora é hora de intensificar todos os tipos de ações diretas contra a reforma da previdência para que essa medida seja enterrada definitivamente.

Completamos hoje o segundo dia de greve de fome, são mais de 24 horas que nossos bravos companheiros e companheiras permanecem sem comer em repúdio a reforma da previdência, nesse exato momento seguimos mobilizados em greve dentro da câmara dos deputados na Capital Federal. Desde o primeiro momento quando deflagramos a greve, a solidariedade segue constante, fornecendo a mística e a certeza que nossa luta é justa e necessária.

Queremos aqui convocar e reafirmar a necessidade de todas as organizações do campo e da cidade resistirem a Reforma, somarem forças em ações em todos os estados em especial a partir de segunda-feira para que possamos barrar a Reforma, é hora de tomarmos medidas de sacrifício, mas que serão necessárias para garantir os direitos nossos e em especial para nossas gerações futuras, temos que dar mais um passo para esmagar a Reforma da Previdência em seu ninho golpista.

Convocamos todas as organizações populares para construírem as trincheiras de luta contra a previdência em cada canto no país, nas ruas, cidades, rodovias e campos, e que também somem-se em Brasília na greve de fome que é um gesto do MPA mas que se estende e serve aos ideias do povo do campo e da cidade.

Vamos à luta camaradas o nosso sacrifício e ação direta serão as ferramentas necessárias para destruir por completo a Reforma da Previdência.

Coordenação Nacional do MPA

7 de dezembro de 2017

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