DECLARAÇÃO FINAL DA I ESCOLA LATINOAMERICANA DE COMUNICAÇÃO DA CLOC-VIA CAMPESINA

Manágua, 30 de novembro de 2011.

Dialogar para mobilizar e transformar: contra o modelo do capital, América Latina luta!

Porque a comunicação é um direito dos povos e não mercadoria, promovemos a palavra e tecemos uma comunicação que construa um sentido de liberdade, soberania e dignidade.

A partir da experiência dessa primeira I Escola Latinoamericana de Comunicação da CLOC-Via Campesina, nós, militantes de várias organizações componentes da CLOC – Via Campesina, bem como convidados e parceiros da mesma, reunidos em Manágua, Nicarágua, terra de Sandino, na Escola de Formação Francisco Morazán Quezada, entre os dias 24 e 30 de novembro deste ano, firmamos como compromissos enquanto coletivo de comunicação latinoamericano :

– A importância da criação e estruturação das equipes que fazem parte do coletivo de comunicação da CLOC-Via Campesina e de sua legitimação no marco de seu V Congresso, realizado em outubro de 2010, em Quito, Equador, através da Declaração de sua Mesa de Comunicação.

– Essa equipe, que tem caráter orgânico, se respalda no processo de debates do V Congresso da CLOC-Via Campesina, em que a comunicação foi assumida como ferramenta estratégica na luta contra o capital e contra o imperialismo. Da mesma forma que não queremos que nossas riquezas naturais e que a vida sejam transformadas em mercadorias, não queremos que a comunicação também o seja. Queremos, sim, que ela seja um processo claro de resistência à dominação. Com isso, reafirmamos a comunicação como promotora da coletividade de nossas lutas, dentro de uma perspectiva de concretização da consígnia de nosso V Congresso: Globalizemos a luta, globalizemos a esperança!

– Dentro dessa perspectiva, reafirmamos o enfrentamento ao modelo imperialista e mercantilista da comunicação, e defendemos uma comunicação genuinamente popular, alternativa, conscietizadora e libertadora.

– Deixamos clara nossa visão anti-imperialista e a valorização de um modelo de vida embasado nos saberes dos povos originários, dos lutadores e lutadoras históricos e dos povos afros, através da preservação e convivência harmônica com os recursos naturais e o respeito à Pachamama.

– Reafirmamos, também, a importância dos meios de comunicação criados, retomados e mantidos por esse coletivo de comunicação da CLOC-Via Campesina, e nos comprometemos a fortalecê-los a partir dessa I Escola de Comunicação e das agendas firmadas coletivamente em seu processo.

– Nossa comunicação, enquanto CLOC-Via Campesina, tem o objetivo não somente de difundir nossos momentos de luta, mas de projetar e promover outros valores, outros modelos e outro sistema social, desde uma perspectiva socialista defendida pela CLOC-Via Campesina. Sendo assim, destacamos a importância das experiências de nossos povos originários, bem como sua cultura, sua língua e sua história de resistência, e as recuperamos para a construção de um outro modelo de sociedade. Da mesma forma, nos comprometemos em promover o contato entre essas culturas ancestrais e os novos saberes, dentro de uma perspectiva de apropriação em respeito aos seus conceitos históricos e culturais.

– Valorizamos as mais diversas alianças construídas enquanto CLOC – Via Campesina, para o desenvolvimento da comunicação em nossa América Latina, e que aqui nesse processo de formação estavam presentes, como a Rádio Mundo Real, do Uruguai, o Tejido de Comunicación, da Colômbia e o jornal Brasil de Fato, do Brasil.

– Desenvolvemos e defendemos uma comunicação embasada na construção ideológica e popular, em detrimento de uma comunicação somente tecnicista e à serviço do capital.

– Aproveitamos para agradecer a importância e a recepção da Escola Francisco Quezada, nessa primeira experiência de formação.

 

– Nós, militantes vindos e vindas da República Dominicana, México, Paraguai, Venezuela, Brasil, Estados Unidos, Equador, Chile, Panamá, Guatemala, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Cuba, Colômbia, Suécia, Bolívia e Uruguai, reafirmamos a importância desse primeiro momento de formação continental em comunicação, e a necessidade de mantê-lo como um processo permanente de formação para a CLOC-Via Campesina.

Em nossos países está vigente um monopólio empresarial da mídia, que se distancia muito da garantia do direito à informação e se converte em uma ditadura do pensamento que, não poucas vezes, aprofunda o esquema de opressão e repressão, tanto física como cultural e simbólica, das grandes maiorias dos nossos povos. E é por isso que são essenciais os esforços que possamos fazer no âmbito da comunicação alternativa e popular, com o objetivo de fazer um enfrentamento à lógica do sistema capitalista, mantido, entre outras maneiras, através de seus meios massivos de comunicação.

– Repudiamos toda e qualquer tentativa de criminalização, por parte dos meios de comunicação, das lutas e dos lutadores e lutadoras de nossa América Latina.

– Nestas jornadas de encontro, formação e inspiração, compartilhamos um sentimento geral do movimento campesino internacional pela inestimável perda do companheiro Egidio Brunetto, do MST, cujo exemplo continuará em nossa memória e em nossos corações, como herança para as futuras comunicadoras e comunicadores que, como todos e todas nós, assumem a luta para suas vidas.

Pela terra e soberania de nosso povos, América luta!


Publicada en Sin categoría

Domunicana: Resoluciones del II Congreso Nacional Campesino

Lunes 12 de Diciembre de 2011

Con la presencia de más de 200 delegadas y delegados de todo el país, fue celebrado el II Congreso de la Articulación Nacional Campesina, el cual aprobó las siguientes resoluciones:

La política económica neoliberal que se está aplicando solo beneficia al sector financiero representado en la minoría que concentra todos los poderes y las finanzas productiva, empeorando la situación de crisis, marginalidad social económica y delitos ambientales que vive nuestro país y en especial la población rural, es por esto que resolutamos:

 Exigimos que el congreso nacional conozca y apruebe el proyecto de ley que establece la ley de Reforma Agraria Integral de la Rep. Dominicana (IRADER), sometida desde hace más de tres años por la Articulación Nacional Campesina.

 Exigimos de las autoridades competentes la aprobación e implementación de políticas que garanticen la Soberanía Alimentaria y una economía solidaria, basada en la agricultura campesina, como vía para la erradicación de la pobreza especialmente en las zonas rurales de la Rep. Dominicana.

 Denunciamos y repudiamos la ola de violencia e inseguridad ciudadana que azota el país en sus diferentes manifestaciones, profundizado por la aplicación de la actual política económica, la violencia de estado, género y en especial los frecuentes casos de feminicidios.

 

 Exigimos que el Ministerio de Educación y el Ministerio de Educación Superior Ciencia y Tecnología agilicen el proceso de incorporación de la equidad de género como eje transversal en todos los programas educativos, aumentar los programas de reeducación para los agresores e incorporar la figura del feminicidio y la no conciliación en el Código Penal.

 Exigimos que a los productores y productoras agropecuarios se les de acceso real al crédito agropecuario con intereses bajos de tal forma que podamos ser realmente competitivos y ser garantes al mismo tiempo de producir los alimentos que consume nuestro pueblo

 Denunciamos como ilegal e ilegitimo el contrato de explotación minera aprobado por el congreso nacional y el poder ejecutivo a favor de la Barrí Gol, para la explotación de oro en Cotui y zonas aledañas por ser lesivo a la soberanía nacional y a los intereses económicos y medio ambientales del país.

 Asumimos la lucha del 4% del PIB, para la educación y el 5% del presupuesto para la UASD, comprometiéndonos a participar en todas y cada una de las actividades que se organicen para lograr que el gobierno y los sectores del poder apliquen las leyes aprobadas.

 Exigimos el cumplimiento de la meta del estado de su obligación en respectar, proteger y hacer efectivo el derecho de la población en producir y alimentarse adecuadamente por constituir un derecho humano,.

 Denunciamos y nos oponemos a la entrega de las tierras del CEA a potentados y grandes ricos, dejando fuera a los y las campesinas sin tierra productiva, que somos los que con justicia debemos recibirlas.

 Llamamamos la atención respeto al contenido del proyecto de ley 5870•num.que pretende penalizar las llamadas ^ invasiones de tierras^ pues en nuestros caso no somos invasores, sino reclamantes de un justo derecho que nos asiste, lo cual jamás podrá ser penalizado.

 Reclamamos que se conozca y apruebe el anteproyecto de vivienda y hábitat sometido por varias organizaciones sociales, campesinas y profesionales, al congreso nacional desde hace más de cinco años.

 Exigimos una revisión del acuerdo RD-CAFTA, por considerla que su contenido y ejecución afecta al aparato productivo nacional y de manera directa a los pequeños productores nacionales, muy especialmente a los y las productores del sector agropecuario.

 Exigimos que para las zonas rurales del país haya garantía de los servicios de educación, salud, agua potable, viviendas, electricidad, caminos vecinales, carreteras y centros para la recreación sana.

 Este congreso condena la actitud represiva militar y por parte del gobierno, durante la marcha realizada por un conjunto de organizaciones frente al palacio Nacional el día Internacional de la no violencia hacia la mujer. Exigimos el rescate del proyecto de la cruz de manzanillo También exigimos corregir los desbordamientos del Lago Enriquillo.

 Este congreso apoya la lucha de los cañeros y de Guallibìn, comprometiéndose aparticipar el día 10 de enero.

 Se aprueba que todos los actos de los futuros congresos de la ANC, se hagan con un evento o acción masivo

 Este congreso aprueba la afiliación como tal de la ANC, en la CLOC y Vía Campesina

 Este congreso faculta a la nueva directiva para hacer llegar estas resoluciones a todos los candidatos presidenciales para su acogida.

 Repudiamos los constantes desalojos que se registran a diario en diferentes lugares del país.

 Exigimos un sistema de salud integral, que respete la constitución en el sentido de gratuidad de los servicios

 Este congreso exige la libertad inmediata de los cinco cubano presos en cárceles de los EEUU, desde hace mas de 13 años

 Nos solidarizamos con las luchas del pueblo Haitiano y demás luchas que libran los pueblos por la soberanía y su independencia política y económica, especialmente Venezuela, Nicaragua, Bolivia, Cuba, Ecuador, Honduras. También apoyamos la lucha de los indignados que se han expresado en el seno de los países del G-7 y G-20.

 Apoyamos la lucha del pueblo Palestino por el reconocimiento de su estado /nación, al tiempo de repudiar la aptitud genocida y guerrerista de Israel

 Repudiamos la acción de la OTAN en Libia y los demás pueblos Árabes y la guerra de agresión contra Irak, Afganistán, y la provocación A Irán, por ser la provocación que pueden desencadenar las guerras.

 Saludamos la lucha y resistencia de los pueblos africanos

El congreso se manifiesta a favor de la lucha y la movilización del pueblo por sus justas reivindicaciones y manifiesta su disposición de coordinarse con los dema sectores y organizaciones que se expresen en contra del neoliberalismo, de la política económica que se ejecuta, de la corrupción, de la impunidad y en general del robo que se hace contra el erario del país.

Hace un llamado a todas las organizaciones sociales, populares, profesionales, técnicos, estudiantes, de mujeres, chiriperos, de jóvenes, trabajadoras y trabajadores, comerciantes, transportistas, choferes y todos los sectores de la vida nacional para que conformemos un gran frente de lucha contra la política económica neoliberal y a favor de la dignidad y la justicia del pueblo dominicano.

Dirección nacional ANC

 

 

 

 

Resoluciones del II Congreso Nacional Campesino

Por la Soberanía Alimentaria

Escuela de Formación Mamá Tingó, 25 y 26 de noviembre 2011,

San Cristobal, Rep. Dom.

Con la presencia de más de 200 delegadas y delegados de todo el país, fue celebrado el II Congreso de la Articulación Nacional Campesina, el cual aprobó las siguientes resoluciones:

La política económica neoliberal que se está aplicando solo beneficia al sector financiero representado en la minoría que concentra todos los poderes y las finanzas productiva, empeorando la situación de crisis, marginalidad social económica y delitos ambientales que vive nuestro país y en especial la población rural, es por esto que resolutamos:

v Exigimos que el congreso nacional conozca y apruebe el proyecto de ley que establece la ley de Reforma Agraria Integral de la Rep. Dominicana (IRADER), sometida desde hace más de tres años por la Articulación Nacional Campesina.

v Exigimos de las autoridades competentes la aprobación e implementación de políticas que garanticen la Soberanía Alimentaria y una economía solidaria, basada en la agricultura campesina, como vía para la erradicación de la pobreza especialmente en las zonas rurales de la Rep. Dominicana.

v Denunciamos y repudiamos la ola de violencia e inseguridad ciudadana que azota el país en sus diferentes manifestaciones, profundizado por la aplicación de la actual política económica, la violencia de estado, género y en especial los frecuentes casos de feminicidios.

v Exigimos que el Ministerio de Educación y el Ministerio de Educación Superior Ciencia y Tecnología agilicen el proceso de incorporación de la equidad de género como eje transversal en todos los programas educativos, aumentar los programas de reeducación para los agresores e incorporar la figura del feminicidio y la no conciliación en el Código Penal.

v Exigimos que a los productores y productoras agropecuarios se les de acceso real al crédito agropecuario con intereses bajos de tal forma que podamos ser realmente competitivos y ser garantes al mismo tiempo de producir los alimentos que consume nuestro pueblo

v Denunciamos como ilegal e ilegitimo el contrato de explotación minera aprobado por el congreso nacional y el poder ejecutivo a favor de la Barrí Gol, para la explotación de oro en Cotui y zonas aledañas por ser lesivo a la soberanía nacional y a los intereses económicos y medio ambientales del país.

v Asumimos la lucha del 4% del PIB, para la educación y el 5% del presupuesto para la UASD, comprometiéndonos a participar en todas y cada una de las actividades que se organicen para lograr que el gobierno y los sectores del poder apliquen las leyes aprobadas.

v Exigimos el cumplimiento de la meta del estado de su obligación en respectar, proteger y hacer efectivo el derecho de la población en producir y alimentarse adecuadamente por constituir un derecho humano,.

v Denunciamos y nos oponemos a la entrega de las tierras del CEA a potentados y grandes ricos, dejando fuera a los y las campesinas sin tierra productiva, que somos los que con justicia debemos recibirlas.

v Llamamamos la atención respeto al contenido del proyecto de ley 5870·num.que pretende penalizar las llamadas ^ invasiones de tierras^ pues en nuestros caso no somos invasores, sino reclamantes de un justo derecho que nos asiste, lo cual jamás podrá ser penalizado.

v Reclamamos que se conozca y apruebe el anteproyecto de vivienda y hábitat sometido por varias organizaciones sociales, campesinas y profesionales, al congreso nacional desde hace más de cinco años.

v Exigimos una revisión del acuerdo RD-CAFTA, por considerla que su contenido y ejecución afecta al aparato productivo nacional y de manera directa a los pequeños productores nacionales, muy especialmente a los y las productores del sector agropecuario.

v Exigimos que para las zonas rurales del país haya garantía de los servicios de educación, salud, agua potable, viviendas, electricidad, caminos vecinales, carreteras y centros para la recreación sana.

v Este congreso condena la actitud represiva militar y por parte del gobierno, durante la marcha realizada por un conjunto de organizaciones frente al palacio Nacional el día Internacional de la no violencia hacia la mujer.

v

Exigimos el rescate del proyecto de la cruz de manzanillo También exigimos corregir los desbordamientos del Lago Enriquillo.

v Este congreso apoya la lucha de los cañeros y de Guallibìn, comprometiéndose aparticipar el día 10 de enero.

v Se aprueba que todos los actos de los futuros congresos de la ANC, se hagan con un evento o acción masivo

v Este congreso aprueba la afiliación como tal de la ANC, en la CLOC y Vía Campesina

v Este congreso faculta a la nueva directiva para hacer llegar estas resoluciones a todos los candidatos presidenciales para su acogida.

v Repudiamos los constantes desalojos que se registran a diario en diferentes lugares del país.

v Exigimos un sistema de salud integral, que respete la constitución en el sentido de gratuidad de los servicios

v Este congreso exige la libertad inmediata de los cinco cubano presos en cárceles de los EEUU, desde hace mas de 13 años

v Nos solidarizamos con las luchas del pueblo Haitiano y demás luchas que libran los pueblos por la soberanía y su independencia política y económica, especialmente Venezuela, Nicaragua, Bolivia, Cuba, Ecuador, Honduras. También apoyamos la lucha de los indignados que se han expresado en el seno de los países del G-7 y G-20.

v Apoyamos la lucha del pueblo Palestino por el reconocimiento de su estado /nación, al tiempo de repudiar la aptitud genocida y guerrerista de Israel

v Repudiamos la acción de la OTAN en Libia y los demás pueblos Árabes y la guerra de agresión contra Irak, Afganistán, y la provocación A Irán, por ser la provocación que pueden desencadenar las guerras.

v Saludamos la lucha y resistencia de los pueblos africanos

El congreso se manifiesta a favor de la lucha y la movilización del pueblo por sus justas reivindicaciones y manifiesta su disposición de coordinarse con los dema sectores y organizaciones que se expresen en contra del neoliberalismo, de la política económica que se ejecuta, de la corrupción, de la impunidad y en general del robo que se hace contra el erario del país.

Hace un llamado a todas las organizaciones sociales, populares, profesionales, técnicos, estudiantes, de mujeres, chiriperos, de jóvenes, trabajadoras y trabajadores, comerciantes, transportistas, choferes y todos los sectores de la vida nacional para que conformemos un gran frente de lucha contra la política económica neoliberal y a favor de la dignidad y la justicia del pueblo dominicano.

Dirección nacional ANC

Publicada en Sin categoría

Paraguay: Conamuri prepara su IV Campamento Juvenil

Lunes 12 de Diciembre de 2011

El Campamento Juvenil de la Coordinadora Nacional de Organizaciones de Mujeres Trabajadoras Rurales e Indígenas (Conamuri) se lleva adelante con gran esfuerzo por incorporar a la dinámica organizacional a jóvenes conscientes del campo, tanto varones como mujeres, desde el año 2008.

Bajo el lema “Jóvenes en lucha y en rebeldía contra la colonización y por nuestra soberanía”, la 4° edición se realizará los días 17 al 19 de diciembre, en el local de Semilla Róga –Santory, 2° Línea, distrito de Repatriación–, departamento de Caaguazú.

Este año, el Campamento busca acordar propuestas de la juventud a ser presentadas en el 6° Congreso Nacional de la Conamuri, que se realizará el mes de marzo de 2012, coincidiendo con las jornadas conmemorativas del día mundial de la mujer trabajadora. Así también, otros objetivos que se pretenden se enmarcan en el fortalecimiento del sector juvenil dentro de la organización y el intercambio de saberes y experiencias, tendientes a articular una juventud movilizada y comprometida con la lucha del pueblo.



Los temas a ser desarrollados son: análisis de coyuntura nacional e internacional; Campaña Basta de Violencia contra las Mujeres del Campo; “Ñaneresãi ha ñaneporã hag̃ua”; derechos de los pueblos indígenas; tierra y territorio; historia de la India Juliana; salud sexual y reproductiva; Semilla Róga; Campaña por la Soberanía Alimentaria; Campaña Continental contra los Agrotóxicos y por la Vida; experiencias históricas de la Juventud Agraria Cristiana durante la dictadura de Stroessner; estrategias de comunicación.

La metodología de la actividad combina los talleres teóricos con prácticas agroecológicas en la huerta y las parcelas demostrativas que se tienen en Semilla Róga. El programa también contempla una noche cultural el domingo 18 y la presentación final de la Declaración Política el lunes 19 del corriente.

 

 

 

Para mayor información:

 

Cyntia González: (0991) 214-853

 

Alicia Amarilla: (0982) 537-627

 

Publicada en Sin categoría

Movimientos Sociales en la Cumbre de los Pueblos por justicia Social y Ambiental, contra la mercantilización de la vida y la naturaleza y en defensa de los bienes comunes

Lunes 12 de Diciembre de 2011

LOGO_CLOC_2NOS MOVILIZAMOS JUNT@S CAMINO A RÍO+20 Y MÁS ALLÁ

POR NUESTROS DERECHOS Y LOS DERECHOS DE LA NATURALEZA,

CONTRA LA MERCANTILIZACIÓN DE LA VIDA Y EL REVERDECIMIENTO DEL CAPITALISMO

Nosotr@s, organizaciones, redes y movimientos sociales, que estamos implicados en la construcción de la Cumbre de los Pueblos por justicia social y ambiental, contra la mercantilización de la vida y la naturaleza y en defensa de los bienes comunes, que se realizará en Río de Janeiro, Brasil, del 18 al 23 de junio de 2012, ante el desarrollo simultáneo y en esa misma ciudad, de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo Sustentable (Rio+20), hacemos un llamado a la movilización y coordinación de las luchas a lo largo y ancho del planeta. Para garantizar que se cumpla con el derecho de todos los pueblos, especialmente aquellos más vulnerables, a tener acceso al agua, alimentos, energía, tierra, semillas, territorios, y medios de vida dignos, y para reivindicar los Derechos de la Madre Tierra. Estamos construyendo juntos, como actividad de este proceso de articulación, la Asamblea permanente de los Pueblos, a realizarse en Río.

Esta asamblea, tendrá el desafío hacer oír la voz de las mujeres y hombres, jóvenes y mayores, que día a día están resistiendo el avance de un modelo de desarrollo por definición no sustentable, cuya inhumanidad depredadora va buscando someter cada aspecto de la vida a la acción del mercado, anteponiendo siempre las ganancias de unos pocos al buen vivir del conjunto, mientras simultáneamente intenta asumir un rostro cada vez más “verde” detrás del cual esconderse.

Fue durante la Conferencia sobre Medio Ambiente y Desarrollo, en Río en 1992 – la llamada Cumbre de la Tierra, o Río’92 -, que una movilización social casi sin precedentes frente a una cita de los estados vio nacer, entre otras cosas, la Convención sobre Diversidad Biológica y la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático.

Son los principios fundantes de esa Convención sobre Cambio Climático – la responsabilidad histórica de los países industrializados por el cambio climático, la deuda ecológica y climática, y por ende las responsabilidades comunes pero diferenciadas para su tratamiento – que sufren hoy como nunca los embates del capital más concentrado en su intento de convertir la vida en una mercancía al servicio de sus ganancias. Luego de los retrocesos marcados en las negociaciones climáticas de Copenhague (2009) y Cancún (2010), no hay motivo para esperar resultados menos decepcionantes de la COP17 en Durban (del 28 de noviembre al 9 de diciembre de 2011). También luego de la COP10 de la Convención de Diversidad Biológica en Nagoya (2010), la mercantilización de la Naturaleza pasó a tener lugar central ante la proposición de los llamados mecanismos financieros innovadores que copian la misma lógica de los fallidos mercados de carbono.



Pero fue también en Río’92 cuando ya el mundo corporativo empezó a levantar la bandera del “desarrollo sustentable”, pues había posibilidad de convertirlo en un buen negocio. Ese mismo concepto, complementado en Río+10 por el de “responsabilidad social corporativa” y subvertido hasta la médula por la simultánea apertura y desregulación neoliberal y la financiarización globalizada de la economía capitalista hegemónica, hoy provocan estragos en la vida de los pueblos y del planeta, y amenazan con impactos aún peores. Y es esta agenda que se profundiza a través de mecanismos y políticas de ajuste estructural de la llamada “economía verde”. Tal cual como la agenda neoliberal de privatizaciones de servicios públicos en los 90, viene a liberalizar la Naturaleza y su acceso por parte de los mercados, dividiéndola en componentes -como el carbono, la biodiversidad o los servicios ambientales- para generar al mismo tiempo títulos de especulación financiera, el control corporativo, la pérdida de soberanía alimentaria y el vaciamiento de los territorios.

Ante esta realidad, precisamos convertir Río+20 en un proceso mundial de fuerte movilización, que confronte la realidad de un sistema de muerte que busca perpetuarse a cualquier costo y fortalezca las luchas y resistencias por nuestra sobrevivencia a través de la construcción de alternativas no-capitalistas como la soberanía alimentaria. La continuidad y la profundidad de las actuales crisis, su carácter sistémico y cada vez más militarizado y violento, la falta de respuestas adecuadas por parte de la mayoría de los gobiernos y el secuestro de los procesos de negociación multilateral por parte de los intereses geopolíticos y corporativos, van marcando con una necesaria urgencia la construcción de este espacio propio, plural, democrático y autónomo, con un mensaje contundente y logros concretos capaz de constituirse no solo en caja de resonancia de nuestras denuncias y demandas sino también en multiplicador de nuestra creatividad y fortalezas, nuestra solidaridad y esperanza.

Frente a la enorme fiesta de las falsas soluciones que están preparando para Río+20 las grandes corporaciones, los bancos y entidades financieras internacionales y los gobiernos cómplices, con el fin de consolidar un capitalismo reverdecido como única respuesta ante las múltiples crisis por ellos mismos desatadas – crisis económica, ecológica, alimentaria, energética, democrática, climática, de derechos, de género, en fin, crisis civilizatoria-, la Cumbre de los Pueblos tendrá el desafío de hilvanar y visibilizar las verdaderas soluciones que desde los pueblos se vienen construyendo, en el campo, en los bosques, en las fábricas, en las comunidades, los barrios, las escuelas y demás lugares de trabajo y de convivencia.

Convocamos entonces a involucrarnos en este proceso y a movilizarnos en cada lugar camino a Río+20, impulsando campañas e iniciativas de debate y formación, de ampliación de plataformas de estrategia y acción conjunta, de coordinación y apoyo solidario entre las luchas concretas y las demandas aglutinadoras.

Llamamos a los pueblos y movimientos en lucha contra todas las formas de explotación, depredación y dominación, a unirse con nosotros en una Asamblea permanente de los Pueblos, donde afirmaremos nuestros derechos y los de la Naturaleza frente a la mercantilización de la vida y el “reverdecimiento” del capitalismo, sobre la retórica de la “economía verde”.

A través de los testimonios y el análisis, los intercambios y la solidaridad, la movilización y las acciones concretas, tendrá además el desafío de fortalecer las luchas presentes y convocar a nuevas acciones e iniciativas, generadoras de nuevas plataformas de unidad. En ese sentido, en la Asamblea permanente de los Pueblos, los afectados y afectadas, los verdaderos acreedores de las deudas sociales y financieras, ecológicas y climáticas, democráticas y de género -que a lo largo de su desarrollo viene acumulando el capitalismo, el patriarcado, el imperialismo, el racismo, y el antropocentrismo- tendrán el desafío de contribuir significativamente en la coordinación de nuestros diversos esfuerzos por construir economías y sociedades no capitalistas, justas y equitativas, en armonía entre tod@s y con la Naturaleza, superando el hambre, el empobrecimiento, la explotación y la opresión, acumulando sobre la base de las múltiples luchas en curso y ayudando a prepararnos para confrontar los desafíos estratégicos de los próximos tiempos.

Se realizarán además actividades auto-gestionadas en torno a aspectos vitales del proceso de transformación sistémica y civilizatoria, buscaremos conocer y apoyar directamente las luchas de los pobladores de Río de Janeiro, y de todos los lugares, en sus esfuerzos de sobrevivencia ante la embestido del capitalismo y su cara reverdecida, incluyendo los mega-eventos, los acaparamientos de tierras, los mega-proyectos, los mecanismos llamados de desarrollo limpio y otras tantas siglas y nombres engañosos como REDD, REDD+, biocombustibles, denunciaremos a los responsables, organizaremos acciones directas y también, como corresponde, celebraremos la vida y la esperanza que nacen y se nutren de nuestras luchas y conquistas.

Llamamos a movilizarnos para construir la Cumbre de los Pueblos por justicia social y ambiental contra la mercantilización de la vida y en defensa de los bienes comunes, y la Asamblea permanentes de los Pueblos, sobre la base de las múltiples luchas en curso, en defensa de la vida, la soberanía -alimentaria, energética, financiera, territorial, política-, la autodeterminación y la igualdad y la defensa de los derechos humanos y de la naturaleza, analizando los orígenes de la presente crisis y las nuevas modalidades de acumulación capitalista, de colonización y de esclavitud. Unámonos como movimientos, organizaciones y redes sociales para asegurar que Río+20 se convierta en una gran movilización popular que fortalezca las bases locales, regionales y mundiales necesarias para enfrentar la avanzada verde del capitalismo. Río+20 tiene que ser un punto de partida para una sociedad más justa y más solidaria.

4 de diciembre de 2011.

¡L@s esperamos para construir juntos y juntas!

¡La vida no se vende, se defiende!

¡Somos los pueblos los acreedores!

¡Globalicemos la lucha, globalicemos la esperanza!

¡Seguiremos en marcha hasta que tod@s seamos libres!

CLOC- Vía Campesina- Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de la Deuda Ecológica – Amigos de la Tierra América Latina y el Caribe- Convergencia de Movimientos de los Pueblos de las Américas – Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas – Grassroots Global Justice – Grito Continental de los Excluid@s – Jubileo Sur/Américas – Marcha Mundial de las Mujeres – Movimiento Mundial por los Bosques – Oilwatch

Para sumarse, invitamos a comunicarse a través de: movilizacion.rio20@gmail.com

 

 

Publicada en Sin categoría

Honduras: Zacate Grande libre de terratenientes

Lunes 12 de Diciembre de 2011

Franklin_Melendez_dirigente_campesino_de_la_pennzula_Zacate_GrandeNosotros y nosotras, empresas y comunidades campesinas de Zacate Grande, la CNTC, ANACH, UCH, CODIMCA, FRENAJUC , ARDOH,CARPAL, Comisión de Mujeres, El MUCA y La Vía Campesina de Honduras. Reunidas del 8 al 10 de Diciembre del presente año, en el campamento campesino de solidaridad en la comunidad de Puerto Grande declaramos:

1- Que la lucha por la recuperación de las tierras y las playas emprendida por las comunidades y empresas campesinas de Zacate Grande, es legítima, justa y les pertenece social y legalmente.

2- Condenamos la represión abierta contra los campesinos y campesinas de Zacate grande, por parte de las familias oligarcas que conforman el club de Coyotito.

3- Rechazamos el acaparamiento de las tierras y las playas de la península de Zacate Grande, por el mismo grupo oligarca quienes retienen las tierras, las playas y otros bienes y recursos naturales a sangre y fuego, aún siendo estos recursos de carácter nacional.

4- Ratificamos nuestra solidaridad y acompañamiento permanente en su lucha a los campesinos y campesinas de Zacate Grande.DSCN2844

5- Nos comprometemos a construir un movimiento campesino unitario, amplio, reivindicativo, beligerante, solidario, ético y moral comprometido con la Reforma Agraria Integral y La Soberanía Alimentaria.

6- Ante las constantes violaciones a los Derechos Humanos, la inseguridad ciudadana, la criminalización de las luchas sociales producto del Estado fallido, es urgente la convocatoria a una asamblea nacional constituyente para la refundación de honduras.

PUERTO GRANDE 10 DE DICIEMBRE DEL 2011

PORQUE LA TIERRA NOS PERTENECE, LUCHARMEOS HASTA EL FINAL

ZACATE GRANDE LIBRE DE TERRATENIENTES

GLOBALICEMOS LA LUCHA, GLOBALICEMOS LA ESPERANZA

 

 

Publicada en Sin categoría

Asamblea Permanente de Comunidades Campesinas, Indígenas y Afro Colombianas del Corredor Fronterizo Puerto Vega a Teteye Puerto Asís– Putumayo– Colombia

9 de Diciembre de 2011

Las comunidades campesinas, indígenas y afro descendientes que permanecemos a la Asamblea Permanente en la Comunidad de Santa María Medio, damos a conocer lo siguiente:

En reunión con delegados del gobierno nacional el día 07 de diciembre de 2011 de las cuales asistieron el Ministerio del Interior y de justicia, Ministerio de Medio Ambiente y consulta previa, defensor de frontera de la Defensoría del Pueblo , VETRA CONSORCIO COLOMBIA ENERGY, Secretario de Gobierno Departamental, Secretario de Gobierno Municipal, Corpoamazonia, Coronel del Ejército, Coronel Policía Nacional, entre otros delegados, debido a la no voluntad política por parte del estado y a la negativa respuesta frente a las justas solicitudes y reclamos por parte de las comunidades, y que mediante la entrega oficial del documento donde se expuso los puntos concretos de nuestra problemática determinamos:

1. Mantenernos en Asamblea permanente en espera de una respuesta inmediata y objetiva por parte del gobierno.

2. Por seguridad de nuestras comunidades determinamos cerrar la vía de 06:00 de la tarde hasta las 05:00 de la mañana.

3. A partir de la fecha responsabilizamos al gobierno nacional, departamental y municipal por toda clase de atropellos, estigmatización, muerte, desaparición, judicialización y detenciones arbitrarias a cualquiera de los integrantes de la asamblea permanente o habitantes de nuestra región.

Hacemos un llamado a todos los organismos nacionales e internacionales de derechos humanos, procuraduría nacional, defensoría del pueblo nacional, para que en ejercicio de sus funciones y competencias garanticen la protección y cumplimiento de los derechos humanos de los habitantes, dirigentes y organizaciones del Corredor Puerto Vega- Teteyé y convocamos la solidaridad de las organizaciones hermanas populares con esta noble causa y nos solidarizamos con la situación de las comunidades campesinas e indígenas de la rivera del Putumayo y de la Inspección Puerto Asís – Alea por la erradicación manual forzada y el no cumplimiento de los acuerdos por parte del Gobierno

POR LA DEFENSA DE LA VIDA, LA DIGNIDAD Y EL TERRITORIO

ASAMBLEA PERMANENTE DE COMUNIDADES CAMPESINAS, INDÍGENAS Y AFRO DESCENDIENTES DEL CORREDOR FRONTERIZO PUERTO VEGA – TETEYE

PRESENTE!!!

 

 

Publicada en Sin categoría

Espacios a involucrar

9 de Diciembre de 2011

Con David Muenala, comunicador indígena de CLOC-Vía Campesina

Descargar: MP3 (9.8 MB)

Comunicador indígena ecuatoriano, David Muenala reflexiona sobre la necesidad de una comunicación que coadyuve al cambio social desde la perspectiva de las comunidades, integrando espacios desde lo más cercano, lo aprendido desde la raíz y la convivencia hasta lo teorético y la articulación solidaria internacional.

“Como comunicadores indígenas, entendemos la existencia a nivel mundial de un sistema de información, pero también tenemos el proceso de saberes que heredamos de nuestros abuelos. La desventaja, de a ratos, parece ser que olvidamos comunicarnos entre nosotros y ello nos aleja de nuestras comunidades”, dijo David, quien hace parte de la organización FENOCIN y ejerce la docencia en la Universidad Andina, con sede en Quito.



David fue parte de la primera generación de la I Escuela de Comunicación de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC-Vía Campesina) que funcionara del 24 al 30 de noviembre en Nicaragua, concretamente en la Escuela Campesina Francisco Morazán de la Asociación de Trabajadores del Campo.

“La comunicación no surge solo desde lo aprendido, desde la memoria, sino desde el corazón, aunque no se ha hecho una abstracción de ello, entendible por el otro”, dice David en diálogo con Radio Mundo Real.

Como ejemplo, David señala: “cuando escuchas decir a tu madre que los cerros han crecido, lo cual es ilógico desde occidente, te das cuenta que se trata de una comunicación sensiblemente distinta con la naturaleza”.

En su declaración, los comunicadores y comunicadoras resaltaron el valor estratégico de la comunicación, en su faceta informativa pero también en su rol de transmisión de sentidos y valores, de reflejo de luchas, de búsqueda de ejes comunes a esas luchas por encima de las fronteras nacionales, étnicas o idiomáticas.

La mercantilización de la información forma parte del mismo proceso que ha transformado en mercancía los territorios, las semillas, los ríos y demás bienes naturales comunes, resumieron los participantes de la Escuela.

Ecuador y su Constitución

En el análisis de su situación nacional ecuatoriana, David hizo una comparación entre la letra y el espíritu de la Constitución aprobada en Montecristi en 2008 y la práctica concreta. “El gobierno habla de una ’revolución ciudadana’, pero las estructuras siguen siendo las mismas, sólo que disfrazadas. El Sumak Kawsay o Buen Vivir es un mundo ideal, una apuesta a generar una estructura nueva pero que se plantea tan solo como fachada”, declaró David en la entrevista.

“La interculturalidad como proceso en Ecuador se está viviendo hoy de una manera meramente decorativa. El indígena sigue siendo, seguimos siendo el guacamayo, el exótico que se utiliza a la entrada de los edificios públicos, en una visión panorámica, fotográfica nada más, pero alejado de sus luchas, de sus desafíos”, analizó.

David hizo un paralelismo entre el “tejido” indígena, como mito de creación, de comprensión y de cooperación con la experiencia desarrollada en la Escuela de Comunicación de CLOC-Vía Campesina. “Lo más rescatable es ese colectivo que se va tejiendo, los retos que van surgiendo, la experiencia compartida. Pero hay que generar cambios en la lógica de comunicación, cortar con la linealidad de la comunicación hegemónica”, señaló.

Foto: www.cloc-viacampesina.net

(2011) Radio Mundo Real

 

Publicada en Sin categoría

Es Pesca y Cambio Climático

La nueva edición del Boletín Nyéléni es ahora en línea! Haga clic aquí para leer la edición en español

En este número: Una mirada en profundidad a la conexión entre Pesca y cambio climático!

Comentarios al primer borrador de las Directrices voluntarias para la gobernanza responsable de la tenencia de la tierra, la pesca y los bosques,

La declaración de jeux casino en ligne gratuits sans inscription la primera conferencia de campesinos y campesinas para detener el acaparamiento de tierras!

Voces y testimonios de Asia y Africa…y mucho más!

El Boletín se publica cada dos meses en la página web www.nyeleni.org

¡La próxima edición será sobre alimentos y ciudades: agricultura urbana. ¡Envía tus contribuciones hasta el 30 de Diciembre!

Para más información, póngase en contacto con info@nyeleni.org

 

Publicada en Sin categoría

Perú: Femucarinap rechaza imposición del Proyecto Minero Conga y el estado de emergencia decretado por el presidente

09 de Diciembre de 2011

logo-femucarinapAnte los últimos sucesos producidos en Cajamarca, y ante la declaratoria de Estado de Emergencia decretado por el Sr. Presidente Ollanta Humala, como representante del gobierno peruano, las mujeres organizadas en la Federación Nacional de Mujeres Campesinas, Artesanas, Indígenas, Nativas y Asalariadas del Perú- FEMUCARINAP que agrupa a organizaciones de mujeres de 20 regiones a nivel nacional, nos dirigimos a la opinión pública nacional e internacional, a las organizaciones sociales, a los medios de comunicación, a los grupos de poder y a las autoridades para expresar lo siguiente:

1. Que el proyecto minero CONGA es parte de una historia de más de 20 años de explotación minera iniciada con el ingreso de la empresa Yanacocha a Cajamarca y que hasta el momento viene generando los más graves conflictos socio ambientales en el país: en el año 2000 en Choropampa (derrame de mercurio); 2003 en Bambamarca (contaminación en el Llaucano), 2004 en Quilish (ampliación de minería en cabecera de cuencas); 2007 en Porcón (con resultado de dirigentes y dirigentas criminalizados); entre otros.



2. Que las consecuencias de la minería en Cajamarca, tras estos 20 años, en vez de desarrollo e inclusión, son: más pobreza llegando al 48% de la población, contaminación del agua e infertilidad de los suelos, desnutrición infantil crónica, trata de personas, explotación laboral, prostitución, desplazamiento, migración forzada, violencia e inseguridad ciudadana, entre otros. Consecuencias que en particular afectan a las mujeres por el agravo de la violencia contra ellas, la escasez del agua y de la productividad de los campos y las afecciones a su salud, la de sus hijos y familiares. Multiplicando sus responsabilidades de cuidado y las horas de trabajo para mantener sus hogares. Además en el caso de los líderes y lideresas sociales siendo víctimas de las políticas de criminalización que el actual gobierno continua aplicando.

Que lo suscitado en Celendín, Cajamarca, no es un hecho aislado, pasa lo mismo en otras regiones del país. La problemática de fondo tiene que ver con el modelo económico neoliberal y el proyecto de desarrollo que promueve el gobierno de turno, basándose en las actividades extractivas, desvalorando e ignorando otras actividades económicas como la agricultura que es el sustento de por lo menos el 35% de campesinos y campesinas del país; y por las consecuencias arriba mencionadas es un modelo que también ejerce una violencia patriarcal contra las mujeres de las zonas mineras en conflicto.

4. Que habiéndose demostrado mediante un estudio realizado por la Universidad Nacional de Cajamarca y por las observaciones del Ministerio del Ambiente las contradicciones y falta de información del Estudio de Impacto Ambiental, el proyecto minero CONGA no es viable, la mayoría de pobladoras/es de Cajamarca exigieron su inviabilidad. Por eso de forma organizada y pacífica reclamaron al Estado peruano atender sus demandas, siempre dispuestos a dialogar y concertar con el Gobierno Nacional. Pese a ello, no se concretó ningún acuerdo aludiendo intransigencia de los dirigentes, hecho que lamentamos, condenamos y repudiamos.

5. Por lo dicho, las mujeres organizadas en FEMUCARINAP EXIGIMOS EL CESE INMEDIATO DE LAS MEDIDAS DE FUERZAS DICTADAS POR EL PRESIDENTE OLLANTA HUMALA TASSO, a través de la declaratoria de ESTADO DE EMERGENCIA EN CUATRO PROVINCIAS DE CAJAMARCA. También REPUDIAMOS LA DETENCIÓN ARBITRARIA DE REPRESENTANTES DEL FRENTE DE DEFESA DE CAJAMARCA Y DE LA PLATAFORMA INTERINSTITUCIONAL CELENDINA (PIC) EN LIMA. Nuestra FEDERACION rechaza tajantemente estas medidas de violencia que atropellan los derechos individuales y colectivos de los pobladores de Cajamarca. Decimos NO A LA MILITARIZACION y DEROGACIÓN DE LEYES QUE CRIMINALIZAN LA PROTESTA SOCIAL.

6. EXIGIMOS se reanude el diálogo basado en el respeto, la justicia y el derecho de todos los ciudadanos y ciudadanas del Perú, por la defensa del agua, de nuestra pachamama, de nuestra biodiversidad, tierras, semillas, soberanía alimentaria y agricultura como una alternativa legítima para el desarrollo del pueblo de Cajamarca. Tomando en cuenta los antecedentes y las consecuencias que la actividad minera genera hasta hoy, y por la sostenibilidad de nuestros pueblos en armonía con la pachamama, decimos; AGRO SI, VIDA SI y MINAS NO EN CABECERAS DE CUENCAS.

7. EXHORTAMOS al gobierno, medios de comunicación y a la opinión pública en general SE RESPETE A LOS PUEBLOS Y ORGANIZACIONES SOCIALES, A SUS LEGITMOS REPRESENTANTES EN LA TOMA DE DECISIONES. Es contradictorio a la posición de diálogo y a la gestión de conflictos no permitir la consulta a bases por parte de sus representantes, como lo que sucedió en la mesa de diálogo en Cajamarca. Tampoco es muestra de autoridad, el decretar un Estado de Emergencia sin haber condiciones que lo ameriten, sino más bien es un gesto AUTORITARIO por parte del gobierno, del presidente y su gabinete ministerial.

8. DENUNCIAMOS los adjetivos racistas y sexistas principalmente desde los medios de comunicación en Lima que justifican la medida de fuerza del gobierno, contra las campesinas, campesinos y los pobladores de Cajamarca. No somos ignorantes, manipulados por las ONGs ambientalistas ni por grupos violentistas, no somos terroristas. Somos ciudadanos y ciudadanas que exigimos se respete nuestros derechos.

9. PROPONEMOS ante estos constantes y estructurales conflictos realizar la zonificación Económica y Ecológica participativa antes de cualquier proceso de exploración, implementar la consulta a las comunidades de forma previa, libre e informada y con carácter vinculante, según como dicta los marcos del derecho internacional (Convenio OIT 169), que los estudios de impacto ambiental no se haga por la empresa minera ni el Estado si no por una entidad no parcializada y que se emprenda inmediatamente el proceso de ordenamiento territorial en todo el país.

10. Finalmente, NOS SOLIDARIZAMOS con nuestras hermanas (os) campesinas y campesinos de Cajamarca, convocamos a las bases regionales de la Federación Nacional, así como a las organizaciones sociales de mujeres y feministas del país a una jornada de solidaridad nacional para los siguientes días y REAFIRMAMOS que nuestra lucha es en apoyo a nuestros hermanos cajamarquinos y RECHAZAMOS cualquier intento de vinculación a la subversión como pretende la derecha para deslegitimizar las justas demandas de los pueblos indígenas.

Expresamos nuestra posición de DEFENDER LA PACHAMAMA, EL AGUA, LA SEGURIDAD Y SOBERANÍA ALIMENTARIA, NUESTROS DERECHOS COMO PUEBLOS Y MUJERES A VIVIR UNA VIDA DIGNA SIN VIOLENCIA.

¡ABAJO EL ESTADO DE EMERGENCIA!

¡NO A LA CRIMINALIZACIÓN DE LA PROTESTA SOCIAL!

¡NO A LA IMPOSICIÓN DEL PROYECTO MINERO CONGA!

¡VIDA SI, ORO NO!

 

Publicada en Sin categoría

Para los agricultores sembrar su propia semilla estará prohibido o deberán pagar un impuesto

8 de Diciembre de 2011

Angela Bolis

Le Monde

En el terreno de la agricultura, la utilización libre y gratuita de las semillas será muy pronto solo un dulce recuerdo de los métodos campesinos de otros tiempos. Estas semillas llamadas “semillas de granja”, eran entonces seleccionadas por los agricultores en sus propias cosechas y vueltas a plantar al año siguiente. Desde hace algunas décadas, está práctica ha desaparecido desde que las semillas se han protegidas por un Certificado de Obtención Vegetal (COV) o sea el derecho de propiedad de los “dueños” de la especie. Volver a sembrar esos granos se hallaba teóricamente prohibido. Pero esa costumbre, en los hechos, se toleraba ampliamente en Francia. Pero desde ahora estará reglamentada más estrictamente por un proyecto de ley de la UMP sancionado el 28 de noviembre por el Parlamento francés. “De unas 5.000 variedades de plantas cultivadas con fines comerciales, 1.600 se hallan protegidas por un COV y constituyen el 99% de las variedades cultivadas por los agricultores”. explica Delphine Guey, del Grupo Nacional Interprofesional de Semillas (GNIS). Sin embargo hasta ahora, según la CNDSF (Coordinadora nacional para la defensa de las semillas de granja), alrededor de la mitad de los cereales cultivados eran vueltos a sembrar por los agricultores. Por lo tanto casi siempre de forma ilegal. Pero parece que el tiempo de la “incertidumbre jurídica” ha cambiado: para el Ministro de Agricultura Bruno Le Maire, “Las semillas no puede hallarse exentas de derechos, como sucede actualmente”



Lo que cambia

En efecto el proyecto de ley del Senador de UMP Christian Demuynck traslada un reglamento europeo de 1994 sobre la protección de las obtenciones vegetales hasta ahora sin vigor en Francia. En consecuencia, las semillas de granja, toleradas hasta ahora, se han legalizado… con la condición de que paguen una “remuneración a los titulares de las COV” –es decir a las empresas semilleras– “con el objeto de que se continúe con los esfuerzos dedicados a la investigación y que los recursos genéticos se sigan mejorando” dice el texto de la ley. Se exceptuará a los pequeños agricultores que produzcan menos de 92 toneladas de cereales. Desde 2001 este impuesto se aplicaba a una sola especie: el trigo candeal. Se llamaba “contribución voluntaria necesaria” y era recaudado por la asociación de semilleros. El agricultor debe pagar 50 céntimos por tonelada de trigo en el momento de realizar su cosecha. Este sistema se extendería ahora a 21 especies de una lista abierta, asegura Xavier Beulin, presidente de la FNSEA (Federación Nacional de Sindicatos de los Productores agrícolas) en la web del sindicato. En suma, para Guy Kastler, delegado general de la Red de Semillas Campesinas y miembro de la Confederación Campesina “para la mitad de las especies cultivadas –soja, frutas, legumbres…- está prohibido reutilizar los granos propios y para la otra mitad –cereales y plantas forrajeras– hay que pagar para volver a sembrarlas”.

¿Hacia una privatización de las semillas?

Varias asociaciones ecologistas y campesinas temen una mayor intervención del sector semillero en el acceso a las semillas a través de un derecho de propiedad que se ampliará a las cosechas y a los granos derivados. Con este impuesto “incluso los agricultores que usan semillas comerciales deben pagar por sus semillas”, deplora Guy Kastler. El militante teme que la porción de semillas de granja se reduzca a medida que estas últimas se encarezcan y por lo tanto serán menos atractivas para el agricultor. Entre el impuesto y la prohibición de volver a sembrar las propias semillas, el agricultor se halla cada vez más impulsado, no ya a producir sino a comprar sus semillas. De allí que se tema un crecimiento de la dependencia de las empresas semilleras. Pero desde el punto de vista de Xavier Beulin, la contribución de todos a la investigación de las especies cultivadas se justifica, dado que generalmente estas se han originado en las semillas granjeras. Haciendo un paralelo con la ley Hadopi que tiende a “proteger a los creadores” de películas y de música, el presidente de la FNSEA estima qu es “normal que (quienes utilizan las semillas granjeras) participen también del financiamiento de la creación varietal, puesto que son sus beneficiarios”. Con un argumento opuesto, el Sindicato de Coordinación Rural plantea en su web que Xavier Beulin no solo se halla a la cabeza del primer sindicato agrícola sino que también dirige el grupo Sofiproteol “que participa en la mayor parte de los grupos semilleros franceses (Euralis Semences, Limagrain…)”

¿Hacia una pérdida de la biodiversidad?

O tro temor: el impacto de esta medida sobre la biodiversidad agrícola. Ciertamente, cosechar una misma variedad –casi siembre surgida de la investigación– no acrecienta, a priori, la biodiversidad. Debido a que “en los grandes cultivos ninguna de las variedades que se utilizan es el fruto de una conservación ancestral; todas han sido desarrollladas gracias a la creación varietal”, subraya Xavier Beulin. Sin embargo volver a sembrar de su cosecha puede ocasionar variaciones en la especie y favorecer la biodiversidad, sugiere Guy Kastler. “Aparecen nuevas características que permiten a la planta adpatarse mejor al suelo, al clima, a las condiciones locales. De modo que entonces es posible reducir el uso de fertilizantes y pesticidas. A la inversa, los productores de semillas adaptan las plantas a los fertilizantes y a los pesticidas, que en todas partes son los mismos- De modo que tienden más bien a crear uniformidad en las plantas, donde fueren cultivadas”.

Hacia el régimen de patentes

La COV en Fancia es una alternativa a la patente de los seres vivos, en vigor por ejemplo en los EE.UU. Ese derecho de propiedad intelectual es obtenido por las empresas que por medio de la investigación ayan obtenido especies cultivadas y que gozan del monopolio de la venta de las semillas de dichas especies antes de que lleguen al dominio público –como es el caso en Francia de alrededor de 450 especies-. Algunos como Guy Kastler temen que esto conducirá al régimen de patentes limitando el derecho de los agricultores a usar libremente las semillas protegidas. De todas maneras, a diferencia del COV, la ley de patentes prohíbe completamente a los agricultores sembrar semillas de su propia cosecha, con o sin indemnización, según Delphine Guey. Es el caso de las variedades OGM de la empresa estadounidense Monsanto, que según Marie-Monique Robin en el documental “El mundo según Monsanto ”, ha creado una “policía de semillas” especializada en el acoso de los agricultores que siembran o intercambian ilegalmente los granos que cosechan. La otra diferencia con las patentes es que la COV permite a los dueños utilizar libremente una variedad protegida para aprovechar sus recursos genéticos y hacer nuevas selecciones De este modo trabajar sobre un gen de una especie no permite patentarlo y por lo tanto de apropiarse totalmente de él. Una diferenciación que ha permitido, según Delphine Guey, preservar a una diversidad de empresas semilleras francesas. Y por lo tanto dejar a los productores una más amplia variedad de especies a su elección. No obstante, si la patente de las especies vivas no es admisible

——————————————————————–

Instituto de Investigaciones Agropecuarias “Jorge Dimitrov”

Km 16 Carretera Mzllo, Bayamo, Granma, Cuba.

Teléfonos:(53)(023) 48 3235, (53)(023) 48 3257,(53)(023) 484267.

¡LIBERTAD PARA LOS CINCO ANTITERRORISTAS CUBANOS!!!!

Publicada en Sin categoría