Llamado de Solidaridad de la CLOC-VC con el pueblo paraguayo

Viernes 22 de Junio de 2012

La Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo CLOC -La Vìa Campesina hace un llamado de solidaridad con el movimiento campesino paraguayo y de movilización popular en defensa del pueblo y la democracia en Paraguay.

Condenamos y rechazamos de manera enérgica el golpe de estado en contra del gobierno democráticamente electo del presidente Fernando Lugo, cuyo gobierno habia generado significantes cambios populares y sociales en la hermana nación del Paraguay.

Denunciamos los intentos desestabilizadores de la oligarquía, quienes utilizando estrategias como la militarización del país en contra de los campesinos, y haciendo alianzas con las empresas de comunicación,  los partidos tradicionales y de derecha están violando los derechos del pueblo paraguayo. Utilizando la masacre de 11 compañeros y compañeras campesinas en Curuguaty el pasado18 de junio, se planteó una farsa de juicio político al presidente de la República buscando así instaurar otra vez el terrorismo del Estado en Paraguay.

La situación que vive  hoy Paraguay  confirma un proceso de remilitarización y violación de los derechos democráticos de los pueblos a lo largo de nuestro continente

Como CLOC-VC ratificamos nuestro apoyo al pueblo paraguayo y convocamos a nuestras organizaciones a movilizarnos en resistencia y defensa del proceso popular. Rechazamos los actos  represivos y de criminalización en contra los movimientos y organizaciones sociales que luchan por sus derechos y contra las políticas imperiales y neoliberales. Asimismo, exigimos,  a los gobiernos de los países latinoamericanos  que hagan  acciones en favor de la democracia en Paraguay.

 

 

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Declaração final da Cúpula dos Povos

Viernes 22 de Junio de 2012

Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e AmbientalEm defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida

Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos, organizações da sociedade civil e ambientalistas de todo o mundo presentes na Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, vivenciaram nos acampamentos, nas mobilizações massivas, nos debates, a construção das convergências e alternativas, conscientes de que somos sujeitos de uma outra relação entre humanos e humanas e entre a humanidade e a natureza, assumindo o desafio urgente de frear a nova fase de recomposição do capitalismo e de construir, através de nossas lutas, novos paradigmas de sociedade.



A Cúpula dos Povos é o momento simbólico de um novo ciclo na trajetória de lutas globais que produz novas convergências entre movimentos de mulheres, indígenas, negros, juventudes, agricultores/as familiares e camponeses, trabalhadore/as, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, lutadores pelo direito a cidade, e religiões de todo o mundo. As assembléias, mobilizações e a grande Marcha dos Povos foram os momentos de expressão máxima destas convergências.

As instituições financeiras multilaterais, as coalizações a serviço do sistema financeiro, como o G8/G20, a captura corporativa da ONU e a maioria dos governos demonstraram irresponsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta e promoveram os interesses das corporações na conferencia oficial. Em constraste a isso, a vitalidade e a força das mobilizações e dos debates na Cúpula dos Povos fortaleceram a nossa convicção de que só o povo organizado e mobilizado pode libertar o mundo do controle das corporações e do capital financeiro.

Há vinte anos o Fórum Global, também realizado no Aterro do Flamengo, denunciou os riscos que a humanidade e a natureza corriam com a privatização e o neoliberalismo. Hoje afirmamos que, além de confirmar nossa análise, ocorreram retrocessos significativos em relação aos direitos humanos já reconhecidos. A Rio+20 repete o falido roteiro de falsas soluções defendidas pelos mesmos atores que provocaram a crise global. À medida que essa crise se aprofunda, mais as corporações avançam contra os direitos dos povos, a democracia e a natureza, sequestrando os bens comuns da humanidade para salvar o sistema economico-financeiro.

As múltiplas vozes e forças que convergem em torno da Cúpula dos Povos denunciam a verdadeira causa estrutural da crise global: o sistema capitalista patriarcal, racista e homofobico.

As corporações transnacionais continuam cometendo seus crimes com a sistematica violação dos direitos dos povos e da natureza com total impunidade. Da mesma forma, avançam seus interesses através da militarização, da criminalização dos modos de vida dos povos e dos movimentos sociais promovendo a desterritorialização no campo e na cidade.

Da mesma forma denunciamos a divida ambiental histórica que afeta majoritariamente os povos oprimidos do mundo, e que deve ser assumida pelos países altamente industrializados, que ao fim e ao cabo, foram os que provocaram as múltiplas crises que vivemos hoje.

O capitalismo também leva à perda do controle social, democrático e comunitario sobre los recursos naturais e serviços estratégicos, que continuam sendo privatizados, convertendo direitos em mercadorias e limitando o acesso dos povos aos bens e serviços necessarios à sobrevivencia.

A dita “economia verde” é uma das expressões da atual fase financeira do capitalismo que também se utiliza de velhos e novos mecanismos, tais como o aprofundamento do endividamento publico-privado, o super-estímulo ao consumo, a apropriação e concentração das novas tecnologias, os mercados de carbono e biodiversidade, a grilagem e estrangeirização de terras e as parcerias público-privadas, entre outros.

As alternativas estão em nossos povos, nossa historia, nossos costumes, conhecimentos, práticas e sistemas produtivos, que devemos manter, revalorizar e ganhar escala como projeto contra-hegemonico e transformador.

A defesa dos espaços públicos nas cidades, com gestão democrática e participação popular, a economia cooperativa e solidaria, a soberania alimentar, um novo paradigma de produção, distribuição e consumo, a mudança da matriz energética,  são exemplos de alternativas reais frente ao atual sistema agro-urbano-industrial.

A defesa dos bens comuns passa pela garantia de uma série de direitos humanos e da natureza, pela solidariedade e respeito às cosmovisões e crenças dos diferentes povos, como, por exemplo, a defesa do “Bem Viver” como forma de existir em harmonia com a natureza, o que pressupõe uma transição justa a ser construída com os trabalhadores/as e povos.

Exigimos uma transição justa que supõe a ampliação do conceito de trabalho, o reconhecimento do trabalho das mulheres e um equilíbrio entre a produção e reprodução, para que esta não seja uma atribuição exclusiva das mulheres. Passa ainda pela liberdade de organização e o direito a contratação coletiva, assim como pelo estabelecimento de uma ampla rede de seguridade e proteção social, entendida como um direito humano, bem como de políticas públicas que garantam formas de trabalho decentes.

Afirmamos o feminismo como instrumento da construção da igualdade, a autonomia das mulheres sobre seus corpos e sexualidade e o direito a uma vida livre de violência. Da mesma forma reafirmamos a urgência da distribuição de riqueza e da renda, do combate ao racismo e ao etnocídio, da garantia do direito a terra e território, do direito à cidade, ao meio ambiente e à água, à educação, a cultura, a liberdade de expressão e democratização dos meios de comunicação.

O fortalecimento de diversas economias locais e dos direitos territoriais garantem a construção comunitária de economias mais vibrantes. Estas economias locais proporcionam meios de vida sustentáveis locais, a solidariedade comunitária, componentes vitais da resiliência dos ecossistemas. A diversidade da natureza e sua diversidade cultural associada é fundamento para um novo paradigma de sociedade.

Os povos querem determinar para que e para quem se destinam os bens comuns e energéticos, além de assumir o controle popular e democrático de sua produção. Um novo modelo enérgico está baseado em energias renováveis descentralizadas e que garanta energia para a população e não para as corporações.

A transformação social exige convergências de ações, articulações e agendas a partir das resistências e alternativas contra hegemônicas ao sistema capitalista que estão em curso em todos os cantos do planeta. Os processos sociais acumulados pelas organizações e movimentos sociais que convergiram na Cúpula dos Povos apontaram para os seguintes eixos de luta:

Contra a militarização dos Estados e territórios;

Contra a criminalização das organizações e movimentos sociais;

Contra a violência contra as mulheres;

Contra a violência as lesbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgeneros;

Contra as grandes corporações;

Contra a imposição do pagamento de dívidas econômicas injustas e por auditorias populares das mesmas;

Pela garantia do direito dos povos à terra e território urbano e rural;

Pela consulta e consentimento livre, prévio e informado, baseado nos princípios da boa fé e do efeito vinculante, conforme a Convenção 169 da OIT;

Pela soberania alimentar e alimentos sadios, contra agrotóxicos e transgênicos;

Pela garantia e conquista de direitos;

Pela solidariedade aos povos e países, principalmente os ameaçados por golpes militares ou institucionais, como está ocorrendo agora no Paraguai;

Pela soberania dos povos no controle dos bens comuns, contra as tentativas de mercantilização;

Pela mudança da matriz e modelo energético vigente;

Pela democratização dos meios de comunicação;Pelo reconhecimento da dívida histórica social e ecológica;

Pela construção do DIA MUNDIAL DE GREVE GERAL.Voltemos aos nossos territórios, regiões e países animados para construirmos as convergências necessárias para seguirmos em luta, resistindo e avançando contra os sistema capitalista e suas velhas e renovadas formas de reprodução.

Em pé continuamos em luta!

Rio de Janeiro, 15 a 22 de junho de 2012.Cúpula dos Povos por Justiça Social e ambiental em defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida.

 

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Video Via Campesina ocupa espacio de la CNA de Rio+20

Jueves 21 de Junio de 2012

Este jueves 21, militantes de la  Via Campesina de varios países ocuparon  AgroBrasil, espacio  de la  Confederacion  Nacional de la  Agricultura de Rio+20. El objetivo fue denunciar que el agronegocio es insustentable, y anunciar que el único modelo sustentable es la agricultura campesina y la agroecologia, como comenta Cléber Folgado, coordinador de la Campania Permanente Contra los Agrotóxicos  y por la Vida.

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Paraguay presente en la Cumbre de los Pueblos

Jueves 21 de Jueves de 2012

fotocomunicadoLa delegación paraguaya presente en la Cumbre de los Pueblos en torno a la Conferencia Río+20, expresamos nuestras profundas condolencias y solidaridad al pueblo de Curuguaty y comunicamos a la opinión pública nacional e internacional, cuanto sigue:

1) Uno de los temas principales de la Cumbre de los Pueblos es la terrible y acuciante pérdida de nuestros territorios y bienes naturales, debido a las políticas capitalistas que se están instalando en nuestros países bajo el engañoso término “Economía Verde”, con el cómplice respaldo de las Naciones Unidas, y que se expresa a través de la mercantilización de la vida y de la naturaleza.



2) La situación por la que atraviesa nuestro país, a raíz del conflicto por la recuperación de tierras en el distrito de Curuguaty, que desembocó en muertes, desapariciones y detenciones arbitrarias, tiene estrecha vinculación con la problemática analizada en la Cumbre de los Pueblos. La Economía Verde en nuestro país tiene rostro de empresas transnacionales aliadas con las mafias locales y los partidos tradicionales de derecha, quienes emplean las más crueles formas de violación de los Derechos Humanos, criminalizando y violentando a la población campesina e indígena.

3) Dentro de los espacios de comunicación, discusión y acción de la Cumbre denunciamos la terrible masacre e injusticia que golpea a nuestro pueblo, haciendo un llamado a los movimientos sociales a nivel internacional para repudiar el hecho y exigir esclarecimiento, justicia y el cese del amedrentamiento y persecución.

4) Manifestamos nuestra terrible preocupación ante el nombramiento de Rubén Candía Amarilla como Ministro del Interior ya que por sus antecedentes como Fiscal General del Estado, amenaza el frágil Estado de Derecho de nuestro país y pone en riesgo la vida de sectores populares organizados ante cualquier iniciativa de exigibilidad de derecho. Por lo mismo, solicitamos al Presidente Fernando Lugo su inmediata destitución.

5) Agradecemos la solidaridad inmediata de la Vía Campesina Internacional que manifestó su respaldo y ha resuelto como una de las primeras medidas de su accionar: posicionar la situación paraguaya como tema principal de la marcha llevada a cabo en la fecha. Del mismo modo, expresamos nuestra gratitud a los demás movimientos presentes en la marcha que se han adherido a nuestra causa.

6) Queremos dejar claro que nuestra lucha por la Reforma Agraria y la Recuperación de todas las tierras malhabidas, está presente y seguirá fortaleciéndose día a día pese a la criminalización que padecemos.

7) Convocamos a la comunidad nacional e internacional a permanecer en alerta constante ante los posibles hechos que puedan ir en contra del proceso de construcción democrática y pérdida del Estado de Derecho y las garantías constitucionales.

¡Globalicemos la lucha, globalicemos la esperanza!

¡Por la recuperación de las tierras malhabidas!

¡Por la justicia, la vida y en contra la impunidad!

¡Venceremos!

 

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Acción contra uso de agrotóxicos sorprende evento de CNA en Río + 20

Jueves 21 de Junio de 2012

selecao01Manifestación organizada por la Vía Campesina este miércoles 21 desenmascara falsas soluciones del agronegocio, por medio del latifundio y del envenamiento de la comida.

“Agronegocio es la mentira de Brasil”. Con esta consigna, cerca de 250 militantes de la Vía Campesina Brasil e Internacional ocuparon el espacio de la Confederación Nacional de Agricultura (CNA), montado en el muelle Mauá del puerto de Río de Janeiro, para desenmascarar el discurso del agronegocio de una agricultura sustentable. El stand llamado AgroBrasil, promovido por la CNA, Embrapa, Sebrae y las multinacionales Monsanto y JBS propone la promoción de nuevas tecnologías para producir alimentos y, según ellos mismos, preservar el medio ambiente. Además construirán un documento de convergencia de las propuestas de las diferentes empresas del agronegocio, para ser presentado en la conferencia oficial, Río +20.



Los militantes de la Vía Campesina pegaron carteles en todo el espacio denunciando el abuso en el uso de agrotóxicos, que envenena la comida de la población brasileña. Extendieron también pancartas y e hicieron un acto para que las personas presentes en el evento tuvieran consciencia del alto consumo de venenos en los cultivos y en la mesa de los brasileños, siendo Brasil el mayor consumidor de agrotóxicos del mundo. “¿Ya tomó su dosis de veneno hoy?”, clamaban los manifestantes.

selecao5engañar a la población. “Vinimos aquí para denunciar y para que toda la población sepa de la farsa promovida por la CNA de que la agricultura del agronegocio es sustentable”. Dijo también que, entre los múltiples problemas sociales y ambientales promovidos por este modelo de producción, el uso de agrotóxicos se muestra como uno de los más serios.

Acción sorpresa y marcha

La manifestación sorprensió a los organizadores del espacio y a las personas que visitaban el lugar, vinculado a la Río +20. Muchos apoyaron el acto, que se realizó de forma pacífica, y se juntó con una marcha organizada por la Vía Campesina, del Sambódromo al muelle Mauá.

“No podemos quedarnos en casa produciendo si queremos que la agroecología subsista al agronegocio. Tenemos que salir a la calle a luchar”. De este modo tuvo inicio la marcha que reunió a 3 mil campesinos y campesinas para denunciar las falsas soluciones propuestas por el agronegocio para la crisis ambiental.

Los manifestantes marcharon en fila hasta el stand de la CNA, lugar de encuentro de ambas acciones. “Aquí el agronegocio discute las falsas soluciones del capitalismo. Estamos aquí para repudiar esas falsas soluciones y apoyar la soberanía alimentaria. El pueblo sólo es soberano cuando produce sus alimentos con sus semillas y libre de agrotóxicos”, afirmó Dilei, militante del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST) en Paraíba.

Los movimientos de la Vía Campesina proponen, al contrario del agronegocio, la soberanía alimentaria, que consiste en darle condiciones dignas a los campesinos para que produzcan alimentos sanos para la población, con políticas públicas que incentiven la agricultura familiar y el respeto al conocimiento tradicional y a la naturaleza.

 

 

 

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Ação contra uso de agrotóxicos surpreende evento da CNA na Rio + 20

Jueves 21 de Junio de 2012

selecao01Manifestação organizada pela Via Campesina nesta quinta-feira (21) desmascara falsas soluções do agronegócio, através da manutenção do latifúndio e do envenenamento da comida.

“Agronegócio é a mentira do Brasil”. Com essa palavra de ordem cerca de 250 militantes da Via Campesina Brasil e Internacional ocuparam o espaço da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), montado no píer Mauá, para desmascarar o discurso do agronegócio de uma agricultura sustentável. O stand, intitulado AgroBrasil, promovido pela CNA, Embrapa, Sebrae e por multinacionais como Monsanto e JBS, propõe a promoção de novas tecnologias para produzir alimentos e, segundo eles, preservar o meio ambiente. Além disso, será construído um documento de convergência de propostas das várias empresas do agronegócio, para ser apresentado à Rio + 20.



Os militantes da Via Campesina colaram cartazes em todo o espaço denunciando o abuso do uso de agrotóxicos, que envenena a comida da população brasileira. Além disso, estenderam faixas e fizeram um ato para que as pessoas presentes no evento pudessem ter consciência do alto consumo de venenos nas lavouras e na mesa dos brasileiros, sendo o Brasil o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. “Você já tomou sua dose de veneno hoje?”, clamavam os manifestantes.

Segundo Cleber Folgado, coordenador da Campanha Nacional de Combate aos Agrotóxicos, a CNA usa um discurso falacioso para tentar enganar a população. “Viemos aqui para denunciar e para que toda população saiba a farsa promovida pela CNA de que a agricultura do agronegócio é sustentável”. Segundo ele, além dos vários problemas sociais e ambientais promovidos por esse modelo de produção, o uso de agrotóxicos se mostra como um dos mais sérios destes.

Ação surpresa e marcha

A manifestação surpreendeu os organizadores do espaço e as pessoas que visitavam o local vinculado à Rio + 20. Muitos apoiaram o ato, que ocorreu de forma pacífica, e seguiu de encontro a uma marcha organizada pela Via Campesina, do Sambódromo até o píer Mauá.

“Não podemos apenas ficar em casa produzindo se queremos que a agroecologia substitua o agronegócio. Temos que sair às ruas para lutar”. Assim teve início a marcha, que reuniu 3.000 camponeses e camponesas para denunciar as falsas soluções propostas pelo agronegócio para a crise ambiental.

Os manifestantes marcharam em fileira até o estande da CNA, local de encontro das duas ações. “Aqui o agronegócio discute as falsas soluções do capitalismo. Estamos aqui para repudiar essas falsas soluções e apoiar a soberania alimentar. O povo só é soberano quando produz seus alimentos com suas sementes e livre de agrotóxicos”, afirmou Dilei, militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba.

Os movimentos da Via Campesina propõem, ao invés do agronegócio, a soberania alimentar, que consiste em dar condições dignas para os camponeses produzirem alimentos sadios para a população, com políticas públicas que incentivem a agricultura familiar e o respeito aos conhecimentos tradicionais e à natureza.

Fotos: João Zinclar

 

 

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Cumbre de los Pueblos lleva 80 mil a las calles por justicia social y ambiental

Jueves 21 de Junio de 2012

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Más de 80 mil hombres y mujeres formaron un mar de personas que, organizadas, cubrieron la Avenida Río Branco en el centro de Río de Janeiro, desde la iglesia de la Candelaria, hasta Cinelandia. La movilización global convocada por el Grupo de Articulación de la Cúpula de los Pueblos y conformada por diversos movimientos y por la población de Río de Janeiro, fue el marco para que se levantara la voz de los pueblos de todo el mundo contra la pobre parodia puesta en escena en la conferencia oficial, Río +20, por los jefes de Estado y las grandes corporaciones, incapaces de promover justicia social y ambiental.

En un llamado a la unidad de toda la clase trabajadora mundial, el dirigente de la Vía Campesina, João Pedro Stédile, convocó al gran contingente a un pacto histórico: “proponemos el pacto de Río de Janeiro de los pueblos en lucha para que volvamos a nuestros lugares de origen y todos los días llevemos adelante luchas contra nuestros verdaderos enemigos”. Stédile alerta al mundo que los grandes contaminadores, usurpadores de los recursos naturales de los pueblos, que destruyen la vida en la Tierra tienen “¡nombre y apellido, es el capitalismo, las grandes transnacionales, Monsanto Cargill, los bancos!”.



El líder Sin Tierra llama la atención sobre el momento que vivimos, de capitalismo en crisis, en que los capitalistas ganan aún más. Explicó que “…avanzan queriendo apoderarse de los recursos del mundo, para protegerse de la crisis y enseguida, con la privatización de la tierra, el agua y hasta el aire (con los créditos de carbono), retomar así sus ciclos de usurpación”. Sin embargo, frente a un contingente jamás visto en las luchas en las calles del país, desde 1989, dejó la esperanza de que nuevos tiempos se pueden estar anunciando, en los que los pueblos, “cansados de las políticas del neoliberalismo, caminan por sus propios medios”.

los gritos de todas las comunidades, movimientos y pueblos en lucha se escucharon a lo largo de la manifestación que pautó el fin de este sistema de explotación del trabajo y de los recursos naturales hasta agotarlos; la construcción de nuevos paradigmas, como la alternativa de la Agroecología en la alimentación del planeta; los derechos, culturas y demandas de los pueblos. Aportando, lo que ella llamó “el calor revolucionario del Caribe”, Camille Chalmers, de Haití, fue enfática al exigir el fin del colonialismo en países como Curazao y Puerto Ricco; del neocolonialismo sufrido por Haití y reclamó con firmeza: “¡las tropas de la ONU deben salir ya de Haití!”

Los miles de hombres y mujeres campesinos, urbanos, de todos los confines el planeta hacían coro en contra de la “Economía Verde” propuesta por los bancos y jefes de Estado para el planeta: el capitalismo travestido de sustentabilidad. Iniciativas como los REDD o la farsa de los créditos de carbono, que financierizan la propia vida y el medio ambiente, fueron rechazadas por la población que converge hacia una plataforma mundial de soluciones ya presentadas y que los propios pueblos del mundo practican para “enfriar el planeta”, a partir de la agricultura campesina y un nuevo marco económico.

Para Elizabeth Mpofu, que vino de Zimbabue en la delegación de la Vía Campesina Internacional, “¡Río +20 debería llamarse Río -20!. La economía verde no es solución porque solo le sirve a las transnacionales, no respeta los Derechos Humanos, no respeta a la gente. Crea también una agenda de destrucción. ¡Nosotros vamos a destruir esa agenda!”. La militante ejemplificó de qué manera la concentración de tierras es uno de los problemas más serios del mundo, citando el caso reciente de Paraguay, donde, al igual que en otros casos similares, vimos caer líderes campesinos que combaten el latifundio devastador.

Durante este gran acto, se hizo referencia al evento oficial de la ONU, destacandose el desprestigio de las principales economías de los países del norte y de los “gobiernos chupamedias del Imperialismo” que se encuentran en la Río +20. se cuestionó la cesión, por parte del gobierno brasileño, de USD 10 mil millones (diez mil millones de dólares) al fondo de rescate de los bancos europeos en crisis. En total, sumando la colaboración de todos los países del G20, saldrán de las arcas públicas USD 456 mi millones para la crisis del capitalismo.

Mientras los diplomáticos y jefes de Estado de un centenar de países se encontraron para redactar un único documento (que no prevé castigos y metas para los contaminadores), un sinnúmero de organizaciones de la sociedad promueven la Cúpula de los Pueblos, por Justicia Social y Ambiental y en Defensa de los Bienes Comunes. Además de grandes movilizaciones callejeras, se dan una serie de debates y de momentos de convergencia en los ejes que engloban las denuncias de las verdaderas causas de la crisis, las soluciones que los pueblos ya practican y las agendas y unidades para la lucha de los próximos períodos.

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El acaparamiento de tierras que realizan transnacionales provoca hambre y destrucción

Miercoles 20 de Junio de 2012

El modelo capitalista sigue acaparando las tierras de los diferentes pueblos del mundo siendo este modelo el responsable del incremento del hambre y la destrucción de los territorios, ahora se sigue debatiendo un cambio histórico por lado los pueblos indígenas y campesinos del mundo sigue la propuesta de la producción en sus comarcas y al consumo en su comunidad y a nivel nacional, sin embargo el modelo de despojo y destrucción de las transnacionales es agro exportación y agro negocios, los pueblos dice desarrollo económico local y lo que proponen las transnacionales es que los pueblos dependan de la producción extranjera.



Edgardo García de la CLOC Vía Campesina Centroamérica en su ponencia de acaparamiento de tierras dijo que por un lado la política oficial de las transnacionales y los gobiernos que están subordinados a ellas, es continuar con el acaparamiento de las tierras desplazando a miles de familias sumado a ello la asignación de bases militares para defender a los oligarcas de los países tal es el caso de Guatemala y Honduras indicó. Los gobiernos dan posesiones de tierras a compañías mineras por pago de deuda externa a través de privilegios jurídicos a latifundistas para la siembra de monocultivos utilizando trampas financieras que su objetivo es endeudar y despojar de sus tierras a las familias campesinas.

La forma de acaparar las tierras es instalando represas desviando los ríos, privatizando las costas y playas, privatizando lagunas, para citar un ejemplo en Costa Rica el producto que más se cultiva es la piña y gran parte de la costa sur de Guatemala es palma africana y caña de azúcar. Lo que plantea el capitalismo de fuerzas productivas para el desarrollo de los países, tiene ganadores y perdedores (el ganar ganar es un cuento), refirió García.

García dijo que el acaparamiento de tierras es una política financiada por el Banco Mundial, que tiene la visión de garantizar el mercado de los productos tóxicos en el manejo del granero transnacional para concentrar los territorios en lugares donde existe petróleo carbón agua níquel y oro.

Ante el modelo de despojo destrucción y contaminación de las transnacionales, los pueblos siguen su lucha por una reforma agraria, soberanía alimentaria, apoyo a la agricultura campesina familiar, ser amigable con el ambiente, la implementación de la agroeocología, defensa del territorio, y un rechazo a las semillas transgénicas, a los agro combustibles y agrotóxicos, señaló el dirigente campesino quien también reiteró que rechazan la economía verde que es un atraso y una política de enriquecimiento por medio de los territorios de los pueblos.

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Naciones Unidas vela por intereses empresariales

Miercoles 20 de Junio de 2012

foto_rio_15Que los gobiernos se presten para definir la ruta de negocios y ganancias para las transnacionales y los bancos, es una burla y humillación para los pueblos del mundo señaló Alberto Gómez de la Vía Campesina de México al denunciar que se tiene información que todo está arreglado, la declaración ya está sin que la Conferencia de Naciones Unidas sobre Desarrollo Sustentable Río+20 termine.

Es humillante que un documento oficial no solo la aprobación en la sesión de Naciones Unidas sino enviarlo a la reunión del G-20 que se desarrolla en México para que sea completamente aprobada1. 20 es un foro de 19 países, más la Unión Europea, donde se reúnen regularmente, desde 1999, jefes de Estado (o Gobierno), gobernadores de bancos centrales y ministros de finanzas. Está constituido por siete de los países más industrializados —Alemania, Canadá, Estados Unidos, Francia, Italia, Japón y Reino Unido— (G-7), más Rusia (G-8), más once países recientemente industrializados de todas las regiones del mundo, y la Unión Europea como bloque económico. Fuente:Wikipedia.org

Que repercusiones tiene la declaración oficial de Río+20?, está enfocada a la privatización del agua, plantean un modelo de agricultura inteligente la cual quieren incorporar eso significa negocio para los bancos y aseguradoras, Gómez ilustra la falsedad de las que plantea Río+20: llegan a su parcela le dicen que por su agricultura recibirá un bono.

Además quienes se incorporen a “luchar contra el calentamiento global” tendrá acceso al crédito, también les ofrecen que asegurarán sus cosechas cuando se vean afectadas por problemas climatológicos por dicho ofrecimiento ellos tendrán una manera de contabilizar todo el abono que capturan las parcelas de las y los campesino, van con el argumento de asegurar que en menor superficie se tendrá mejores rendimientos de cosechas pero aplicando la matriz tecnológica con semillas mejoradas y químicos, también cuando se tiene la cosecha para seguir en la ruta de combatir el calentamiento global le darán otro bono pero el grano de maíz se procesará como producto para gasolina, eso significa uso de transgénicos atentando contra la soberanía alimentaria también millones de millones de hectáreas para el capital financiero, eso es “Economía Verde”.

En otras palabras es otra manera de privatizar a través de los suelos la agricultura, a eso se agrega el fortalecimiento a la privatización del agua y fortalecer lo que han planteado entre los mecanismos de reducción de emisión de gases.

El representante de la Vía Campesina dijo que el estén en la mesa asuntos de agricultura y alimentación es muy grave, “ahí no están los pueblos solo los gobiernos que con el reconocimiento de las Naciones Unidas tienen la habilidad de buscar un lenguaje diplomático, aquí se reúnen juristas a nivel de todos el mundo personas que tienen distintos cargos en las Cortes de Justicia de los países pensando en no tener problemas ni con constituciones ni con ninguna ley”, señaló Alberto Gómez, quien también dijo que se llevan a cabo encuentros internacionales con alcaldes para ver cómo en sus municipios impulsan esa llamada “economía verde” engañando a las y los campesinos.

Gómez expresó que en el Sistema de Naciones Unidas existen fuertes problemas señaló que dicho organismo tendría que ser un organismo sensible de expresión de los pueblos de todo el mundo, con miras a un buen futuro de toda la humanidad, “el espacio y asamblea de Naciones Unidas ha sido capturado por los intereses empresariales” dijo el representante de la Vía Campesina Alberto Gómez.

Un rechazo total a las formas de tomar acuerdo y planteamiento oficiales en Río+20 “Cumbre La Vía Campesina muestra su reclazo total a las formas de tomar acuerdos y planteamientos oficiales de la Conferencia de Naciones Unidas sobre Desarrollo Sustentable Río+20 termine.

El movimiento campesino e indígena redoblará la lucha por la soberanía alimentaria, por la agricultura campesina indígena sustentable, semillas nativas, territorios, bienes naturales. “Es urgente construir una fuerza social capaz de enfrentar esas políticas en los propios países, la grande decisiones que tienen que ver con el futuro de nuestros pueblos debe ser tomadas por los propios pueblos, sin embargo en la actualidad se están tomando en los espacios multilaterales”, indicó Gómez.

Las masivas movilizaciones continúan en Río de Janeiro en donde se desarrolla la Cumbre de los Pueblos por la Justicia Social y Ambiental en Defensa de los bienes Comunes, en donde participan miles de campesinos y campesinas e indígenas del mundo.

 

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Movimientos sociales realizan acto contra la Vale y las grandes corporaciones

Miercoles 20 de Junio de 2012

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Al final de la tarde de ayer, los movimientos sociales participantes en la Cúpula de los Pueblos realizaron un acto contra la transnacional Vale, frente a la sede la empresa, entre las calles Santa Luzia y Graca Aranha, en el centro de Rio.

Participaron de acto al rededor de 3 mil personas de los movimientos sociales de la Via Campesina, Marcha Mundial de las Mujeres, entre otros. La acción fue coordinada por la Articulación Internacional de los Afectados por la Vale. La Vale fue elegida como blanco simbólico para representar a las grandes corporaciones internacionales, cuyas prácticas faltan el respeto a los trabajadores, degradan el medio ambiente y le roban a los pueblos el control sobre sus territorios.

“Vale usa la misma estrategia en todos los países del mundo. En Mozambique son 1365 familias las que sufren represión desde 2004; la Vale viola los derechos de los trabajadores al no darles condiciones de seguridad e higiene y ya controla todo el centro-norte del territorio de Mozambique, por medio de la construcción de una vía ferroviaria”, denuncia Jeremías Vunjanhe, militante de la ONG Justicia Ambiental, a quien habian impedido el ingreso a Brasil la semana pasada.

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Además de los problemas sociales, los manifestantes hicieron hincapié en los impactos ambientales de la empresa. “Estamos aquí también con un informe de insustentabilidad, fruto de un ano de investigación y trabajo de fondo, para desmontar las declaraciones que hace la propia empresa en su informe de sustentabilidad”, afirmó el padre Dario Bossi, de la Comisión Pastoral de la Tierra (CPT). Bossi citó como ejemplos de este impacto la construcción de la usina hidroelectrica TKCSA, cuya contaminación fue demostrada por estudios y que está intervenida por el Ministerio Publico, y la duplicación del ferrocarril de Carajás, al norte del país, que amenaza con duplicar los impactos ya existentes de la mineria en la Amazonia.

Scott, del sindicato del acero USW (United Steelworkers), de Canadá, denunció las condiciones que enfrentan los trabajadores de la Vale em su país. La empresa provocó la mayor huelga de la historia de Canadá, que duró 11 meses entre 2009 y 2010, porque usó la reciente crisis mundial como justificación para realizar despidos en masa. “Es una verguenza”, afirmó. Solo este ano, en Canadá, ya se cuentan 16 muertes de trabajadores en operaciones de la Vale.

Adelaide, del Movimiento Xingu Vivo para Siempre, relató el proceso de privatizacion de la Amazonia impulsada por la construcción de la usina de Belo Monte, cuyo consorcio constructor cuenta con la presencia de la Vale. Larissa de la Marcha Mundial de las Mujeres, denunció de qué manera las obras de empresas como la Vale afectan especialmente a las mujeres, con el umento de la prostitución y de la violencia. Moisés, del Movimiento de los Afectados por Represas (MAB, en portugués), denunció el proceso de criminalización del pueblo que lucha contra las grandes empresas.

Durante el acto se proyectó un vídeo en la pared del edificio de la empresa con imágenes de denuncia de los problemas causados por las transnacionales. Los manifestantes tambien arrojaron tinta roja contra el edificio para simbolizar el rastro de sangre dejado por la Vale y por todas las grandes corporaciones en los territorios donde actuan.

“Las transnacionales son culpables por el atraso de los pueblos. No podemos permitir que los ricos sigan siendo ricos y los pobres sigan siendo pobres”, afirmó Jairo Rubio, de la Via Campesina en Colombia.

La Vale, que está presente en 38 países de América, África y Asia, fue elegida la peor empresa del mundo, por voto popular, en el premio Public Eye Award.

 

 

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