5 de setiembre de 2016
Cerca de 2 mil pessoas ocuparam na madrugada de hoje (5) o Ministério do Planejamento, na Esplanada dos Ministérios, no Distrito Federal. A ação faz parte da Jornada de Lutas Unitária dos Trabalhadores e Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas, organizada por movimentos sociais e sindicais, que acontece em todos os estados do País, com grande concentração em Brasília.
As atividades da Jornada de Lutas Unitária estarão concentradas neste local, onde já está sendo montando um acampamento que durará até o dia 7, quando os manifestantes também se integrarão às ações do Grito dos Excluídos.
A questão agrária é a pauta principal da jornada, como a reivindicação de assentamento imediato das mais de 120 mil famílias acampadas em todo o País. A revogação da lei que permite a venda indiscriminada de terras para estrangeiros é outra pauta que ameaça a soberania nacional. Os movimentos não aceitam a revogação desta lei.
A defesa da produção de alimentos saudáveis e de políticas de transição para a agroeocologia são também alguns dos destaques da pauta de reivindicações. Outro ponto é relacionado ao desenvolvimento e infraestrutura no campo, como o fortalecimento de programas estruturantes, assistência técnica e demais programas que garantem a produção da agricultura familiar e camponesa.
A reforma da previdência, apresentada pelo governo ilegítimo de Michel Temer traz a perda de muitos direitos para trabalhadoras e trabalhadores, como a equiparação da idade de aposentadoria entre homens, mulheres e trabalhadores do campo e da cidade. A medida é contestada pelos movimentos que defendem uma Previdência garantidora de direitos. O enfrentamento à criminalização dos movimentos sociais e a defesa da demarcação de terras indígenas e quilombolas também serão debatidos.
Entre as pautas da Jornada Nacional de Lutas também está a defesa do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). As organizações exigem a restituição do Ministério extinto por Temer, mas sobretudo sua capacidade e condições de operacionalizar as políticas públicas de direito e fundamentais para a dignidade da vida no campo, nas águas e nas florestas.
A Jornada é realizada por organizações do campo unitário, como o MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MPA – Movimento dos Pequenos Agricultores, MMC – Movimento de Mulheres Camponesas, MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens, MAM – Movimento pela Soberania Popular na Mineração, Contag – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Fetraf – Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar, MCP – Movimento Camponês Popular, coletivos, e comissões pastorais.
Serviço
Acampamento da Jornada Nacional de Lutas
5 a 7 de setembro de 2016
Brasília – DF
Assessoria de Imprensa
Contatos:
Verônica Tozzi (61) 99115-4444
Bruno Pilon (61) 99996-4093
Mayrá Lima (61) 99684-6534
Flávia Quirino(61) 983364399


Después de la violación de la Constitución brasileña consolidada por 61 senadores en este 31 de agosto de 2016, el Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra manifiesta públicamente el repudio al golpe parlamentario – judicial- mediático instalado en Brasil.
En medio de la mística y la alegría militante, culminó el pasado 30 de agosto el 18 º Curso CONOSUR para militantes de base. Durante 30 días militantes de 12 países de Latinoamérica estuvieron reunidos en Paraguay para desarrollar Formación Política en el local del IALA Guaraní, Nueva Italia.
Compañera Presidenta
Companheira Presidenta
En el marco del programa de Formación Política para Militantes de Base del 18º Cono Sur, una delegación compuesta por 100 militantes, compañeros y compañeras de 12 países de Latinoamérica, llegaron hasta el departamento de Canindeyú, donde se sitúan la comunidad Primero de Marzo-Joaju (Yvyrarovana) y Marinakue (Curuguaty), ambos en la lucha por la recuperación de esas tierras para la Reforma Agraria.
En complicidad con el Ministerio Público la familia Campollo, una de las más ricas de Guatemala, lanzaron este 24 de agosto, acciones represivas, allanamientos y capturas contra ancianos y ancianas que reclaman porque durante casi 30 años les descontaron el IGSS pero no lo pagaron a la institución.