Argentina: Juventude Latino-americana fazendo história, contra o Capitalismo

11 de abril de 2015

Coletivo de Comunicação da CLOC Via Campesina

Yama_comp.jpgQue a juventude tem um papel fundamental na luta popular, disso já não tenhamos dúvida, mas o que essa juventude tem feito para combater o Capitalismo e os meios de comunicação burguês tem tomado muitas frentes e formas.

No Brasil, o Levante Popular da Juventude que é um movimento social de juventude, busca organizar os jovens, e para isso usam de frentes, como explica Maxwell Teixeira Lobato, do Levante Popular da Juventude, «nós temos as Frente Territorial, a Frente Estudantil e a Frente Camponesa, numa articulação com a Via Campesina do Brasil», explica o jovem do Levante. Por meio daFormação, Mobilização e Luta dos jovens, buscam somar-se na construção de num Projeto Popular para o Brasil.

Entre suas bandeiras de lutaestá a Educação, o Acesso a Cultura, a Reforma Agrária, a Democratização dos Meios de Comunicação, a Campanha Permanente Contra o Extermínio da Juventude Negra e a Campanha do Plebiscito Constituinte, como explica Maxwell, «é a partir destas pautas que permeiam a juventude e que o capital de uma forma bem agressiva condiciona a juventude a essas violações, é que a gente acredita na ferramenta da Agitação e Propaganda». A Agitação e Propaganda é a forma que o Levante Popular da Juventude vê e se apropria para intensificar e denunciar suas bandeiras de luta.

No momento em que o Levante se nacionaliza a primeira agitação enquanto Movimento Social Nacional foi rebuscar a luta dos mortos e desaparecidos políticos da Ditadura Civil-Militar brasileira, por meio de Escrachos, uma forma de escancarar e tonar público algo que estava esquecido.

Como Ação de Agitação e Propaganda, explica o jovem do Levante Popular, «agente foi até a casa dos torturadores, deixamos nosso recado com as nossas músicas, com o nosso picho e nesse processo começou-se um debate sobre qual foi o papel da Rede Globo na construção da Ditadura! Com o que, e quem, a Globo colaborou nesses anos de serviço, e a partir daí, começou-se a discussão da Redemocratização dos Veículos de Comunicação» explica Maxwell.

O Redemocratização dos Meios de Comunicação, passa a questionar qual é o papel da comunicação? Qual é o seu papel para com a sociedade como uma ferramenta de formação ideológica constante? A partir desse momento, afirma Maxwell que «o Levante percebe que o papel da Globo foi de aliado para com a Ditadura Civil-Militar, serviu como um instrumento de desenvolvimento da capital no Brasil, por meio de suas propagandas, suas novelas e outros espaços», esclarece ele.

Já no Paraguai, o Movimento Cultivar tem tomado como uma de suas frentes de ações a juventude que encontra-se nos espaços acadêmicos e buscam novas formas de resgatar a cultura camponesa, assim como, enfrentar o que a mídia imperialista impõe para a sociedade, «a visão de um jovem delinquente, que não quer trabalhar, que se prostitui, que é marginal», explica a jovens estudante, Maria Ramona Acunha Duarte do Movimento Cultivar. Como forma de combater essa imposição da mídia burguesa, «buscamos uma formação que seja nossa e para o povo, é disso que necessitamos, pois a única formação que se tem é a que a mídia faz, é o que a mídia todo dia coloca nos veículos de comunicação», destaca Ramona.

Tornar essa luta Latino-americana é extremante importante, explica a estudante do Paraguai, «será estudando, nos formando, porque o IALAé uma semente, que vai seguir propagando frutos em todo o campo, que seja um projeto não só do Paraguai, que seja do Brasil, da América Latina e do mundo, porque é a Agricultura Camponesa quem nos matem», ressalta Ramona. Outra questão que a estudante faz questão de relatar é os constantes ataques que o IALAGuarani no Paraguai tem sofrido por meio dos veículos de comunicação deste país, «tentando vincular a formação que os estudantes recebem no IALA, com uma guerrilha paraguaia, chegando a dizer que vem adestradores da Venezuela e Colômbia para dar instruções militares», explica Ramona.

Enquanto que em Cuba a Revolução se mantêm jovem. Cinquenta e seis anos depois do triunfo da revolução, a juventude segue sendo a vanguarda cubana, nos campos, hospitais, escolas e cidades os jovens cubanos são convocados à levar em frente a luta popular. Yama Mendonza é uma jovem camponesa da Associação Nacionalde Pequenos Agricultores (ANAP), e relata os desafios e tarefas da juventude na ilha cubana, «temos convicção que agora é nosso momento histórico, nós jovens temos que sentir isso, nos levantar e fazer algo, aqui e em todo continente, nosso tempo de transformar é agora», relata Yama.

A jovem camponesa nos conta que a juventude cubana ocupa tarefas fundamentais, as quais, em outros países são destinadas apenas para os mais vividos, «nós jovens estamos em todas as partes, somos parte do governo, coordenamos hospitais, somos professores e professoras, eu mesmo coordeno uma cooperativa de crédito e serviços que atende cerca de 150 camponeses e camponesas que trabalham com pecuária, isso só foi possível graças a revolução, pois mesmo longe da cidade e sem recursos econômicos, estudei, cursei uma universidade e agora posso contribuir com meu país», afirmou.

Além de contribuir com os espaços produtivos e políticos a juventude cubana é convidada a motivar e criar o sentimento de pertença das crianças pela revolução, «nossa grande tarefa é garantir o sentimento de pertença dos mais pequenos pela revolução, vamos as escolas debater isso com as crianças, que sabemos que serão os jovens de amanhã, se não trabalharmos com eles agora depois pode ser tarde». Yama relata que outra preocupação é manter o vínculo das crianças e jovens com o campo, para isso as escolas possuem momentos específicos para que as crianças tenham contato com uma horta e animais.

Os camponeses vão as escolas ensinar aos pequenos a importância de se produzir, na cooperativa que faço parte criamos uma brigada de vigilância da juventude para garantir que todos estejam sempre estudando, quando acontece de um jovem abandonar os estudos vamos até ele, e buscamos motivá-lo a continuar a estudar», relata a jovem.

Para Yama, a revolução permitiu muitas conquistas para a juventude, sobre tudo na saúde, educação e cultura. Por isso é necessário que os jovens sigam com os processos de transformação social, «Cuba deu para a juventude seu maior voto de confiança e nós temos que responder da mesma forma», finaliza a cubana.

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Argentina: Inicia Congreso de la CLOC-VC por ALAI

10 de abril de 2105

jov10abr.jpgCon la IV Asamblea de la Juventud Rural, inició hoy en Buenos Aires el VI Congreso de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC)-Vía Campesina, hasta el próximo día 17, cuando concluirá con la celebración del Día internacional de la lucha campesina y una movilización callejera.

Más de mil representantes del movimiento campesino de América Latina y el Caribe, Asia, África y Europa asistirán a este encuentro bajo el lema «Contra el Capitalismo, por la soberanía de nuestros pueblos. ¡América Unida Sigue en Lucha!».

Convocado cada cuatro años, el Congreso tiene el propósito de aunar esfuerzos para luchar contra las violaciones sistemáticas de los derechos a las que está expuesto el campesinado, de acuerdo con Diego Montón, perteneciente a la Secretaría de la CLOC.

Este propósito responde además a los principios sobre los que se fundó la Coordinadora, de establecer estrategias para hacer frente al capital financiero y las empresas transnacionales, pues como señala Montón: «La mercantilización de los alimentos y la concentración del sector agroalimentario permiten a los grupos corporativos manipular los precios y regular el abastecimiento de alimentos en los mercados, ocasionando, en muchos casos, que esos intereses condicionen y presionen a los gobiernos y lesionen las democracias»

Para el dirigente campesino, el debate debe estar en torno a cómo «el derecho a la tierra, por ejemplo, puede ser un aspecto determinante para el desarrollo de la vida y de muchos otros derechos. Así, una campesina, quien se siente parte/hija de la tierra y la naturaleza, al ser despojada de la misma pierde parte de su ser, además de su lugar de estar, queda con su identidad herida. Tanto las observaciones generales de los Derechos Económicos, Sociales y Culturales (DESC), como las recientes Directrices Voluntarias de la Tierra que aprobó la FAO, van en ese sentido. Sin embargo, al ser sólo orientaciones, los Estados no están obligados a cumplirlas. El Poder Judicial, generalmente relacionado con el poder económico, desconoce todos esos instrumentos».

Entre otras cuestiones, analizarán las luchas, resistencias y propuestas de la juventud rural en América Latina; el capitalismo patriarcal y la opresión de las mujeres; el feminismo campesino y popular; el debate de la situación de la CLOC-Vía Campesina, la coyuntura política y agraria y la ofensiva del imperio en América Latina; la agricultura campesina e indígena; socialismo y feminismo comunitario; y los desafíos y lineamientos para el movimiento continental.

Los debates estarán también en torno a la generación de propuestas enfocadas en políticas públicas basadas en la Soberanía Alimentaria, en los derechos de las/los campesinos y las diversas practicas fundamentales como la agroecología.

Durante el Congreso se propiciarán acciones que permitan que «recuperemos la capacidad de pensar, de discutir y construir políticamente para hacer frente a este enemigo tan poderoso que es el capitalismo» destacó Francisca Rodríguez, luchadora por los derechos femeninos y Coordinadora de la Campaña por las Semillas como patrimonio de los pueblos al servicio de la humanidad, quien señaló además que: «los pueblos, los campesinos, las mujeres, estamos pensando, no solo estamos luchando y resistiendo, sino estamos construyendo propuestas políticas que nos permitan determinar un trabajo de alianza para ponernos de pie con todas las fuerzas y hacer frente a las acciones desmedidas de la derecha, que hoy tan amenazados nos tienen».

Para Deolinda Carrizo, representante del Movimiento Nacional Campesino Indígena (MNCI) de Argentina, este Congreso va a ser el espacio para articular «propuestas en común de todas las organizaciones y agrupaciones asistentes para así poder darle una mirada más integral que no solo represente la identidad y demanda campesina sino de toda la sociedad en general».

Acerca de la importancia de este espacio, Valter Da Silva, de Brasil, destacó la importancia de que representantes de movimientos y organizaciones de diferente postura se reúnan en un mismo espacio por un objetivo común, recordando la premisa de la Campaña por los 500 años, importante precedente para la CLOC.

Para Da Silva: «Participar en estos espacios es importante para reafirmar que la producción de alimentos, la solución para el hambre, el calentamiento global y otras crisis ambientales climáticas está en la agricultura campesina. Además que nos permite reafirmar la identidad campesina».

Un tema de vital importancia que se tratará en el VI Congreso Latinoamericano de Organizaciones del Campo, es el de la Reforma Agraria Popular e Integral, como el camino para «tener condiciones de ser, de vivir y producir en el campo; tiene que ver con acceso a las condiciones de vida en el campo, el control sobre el territorio, sobre los bienes naturales en relación siempre con la naturaleza, involucra toda una mirada amplia que los pueblos llamarían el buen vivir»

Con más de dos décadas, la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo aglutina a decenas de organizaciones y movimientos de 18 países de América Latina.

 

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Argentina: Memoria Histórica del proceso de la Juventud en la Vía Campesina – Raúl Amorín – audio

10 de abril de 2015

«Tenemos un enemigo que es el imperialismo y la lucha no se hace con manuales, la lucha no se hace con cosas que estén listas, tenemos que ir aprendiendo con la historia…la lucha por la agroecología, además de a producción de alimento sano, además de la Reforma Agraria como principio ahora es necesario de una lucha más integral. La agroecología como toda la esfera de posibilidad de vivir en el campo, con educación, cultura, salud, con toda una matriz tecnológica con el proceso histórico que nuestro pueblo ya hace desde más de miles de años»

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Panamá: Declaración Mesa Participación Ciudadana en VII Cumbre de las Américas

10 de Abril de 2015

panama10abr.jpgDeclaración de principios de la sociedad civil reunida en la Mesa de Participación Ciudadana en el Foro de la Sociedad Civil y Actores Sociales de la 7ma Cumbre de las Américas

Los representantes de la sociedad civil y actores sociales de Ecuador, Nicaragua, El Salvador, Panamá, México, Colombia, Venezuela, Cuba y Chile reunidos en el Mesa de Participación Ciudadana de la Sociedad Civil y Actores Sociales, con la presencia de los facilitadores designados por el Comité Organizador Maribel Jae de Panamá y Jorge Arguindegui de Argentina, declaramos luego de un debate transcurrido en armonía:

Denunciar la no acreditación de varios representantes de la sociedad civil de América Latina que aplicaron y fueron aceptados.

Condenar la complicidad del Comité Organizador para facilitar la reunión de sujetos no legitimados, enemigos históricos de las causas populares que se pretenden erigirse como representantes de una sociedad civil que los repudia y que abandonaron el espacio oficial de la mesa, y no permitieron esperar a que se acreditaran todos los representantes de la sociedad civil aplicados al mismo. Ellos no representan a nuestros pueblos.

Exigir la acreditación de los actores sociales y miembros de la sociedad civil que no han sido acreditados, así como denunciar la ofensa de un armar un foro paralelo Declaramos que no se instaló la Mesa de Participación Ciudadana en el Foro de la Sociedad Civil y Actores Sociales en el espacio oficial, en presencia de los facilitadores del evento designados para ello por los organizadores.

Rechazar el intento de agresión a los compañeros de la delegación de Ecuador por parte de César Ricaurte, de Funda Medios, ONG financiada por la USAID, que promueve el Golpe de Estado en Ecuador.

Exigir que los organizadores del evento declaren ilegítimo a la Mesa paralela que se ha intentado construir para desconocer la verdadera representación de la sociedad civil y actores sociales de nuestra América.

Proclamar nuestra firme decisión de construir nuestra América unida, independiente y soberana, con mecanismos tan potentes de integración como la CELAC.

– Agradecer a los cofacilitadores designados por el Comité Organizador el acompañamiento en la Sala.

Dado en el Salón Cristal del Hotel Panamá, día 9 de abril de 2015.
NO HUBO MESA, HAY DENUNCIA

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Argentina: IV Asambleia da Juventude CLOC VC

10 de abril de 2015

notaluiscomp.jpgCento e quarenta e oito milhões de pessoas. Esse é o numero total de jovens no continente latino americano. Apesar de todas as diversidades culturais, climáticas e ambientais presentes em cada dos 33 países latinos e caribenhos, há também diversos elementos comum a todos que possibilitam a criação de uma identidade regional.

Pelo menos esse é um dos elementos trazido pelos cerca de 300 jovens de diversos países da América Latina presentes na 4° Assembleia da Juventude, iniciada nesta sexta-feira (10), durante o 6° Congresso Continental da Coordenação Latinoamericana das Organizações do Campo (Cloc).

«O congresso da Cloc significa a possibilidade de definirmos estratégias a longo prazo, mas com ações concretas que nos permitam construir a articulação de jovens, mulheres e das organizações do campo em nível continental», destacou Henry Magallanes, dirigente de jovens da região Andina.

Para Raul Amorim, do coletivo de juventude do MST, o espaço da Cloc é um marco da organização da juventude no campo, algo que é negado constantemente pelo atual sistema.
«O capital nos nega qualquer espaço coletivo e organizativo, como a escola, a possibilidade de poder estudar, de se comunicar. Este é um momento em que podemos nos reunir para discutir e enfrentar os desafios da juventude frente ao avanço do agronegócio, que vem tomando nossas terras e nossos recursos naturais de forma desenfreada», disse Amorim.
Na mesma linha segue o argentino José Cuellar, membro da equipe de formação de jovens da CLOC – Vía Campesina. Cuellar destaca que existe um sistema de produção que atenta ao sistema campesino, ao sempre olhar para os jovens da maneira que lhes convém, seja como mercadoria, como força de trabalho ou mesmo como algo insignificante.
«Estamos aqui para debatermos distintas problemáticas que os jovens enfrentam em cada um dos países, e ver quais estratégias de organização podemos utilizar para lutar contra este sistema», aponta.
Identidade
Para Amorim, um dos pontos que permite maior unidade entre a juventude latino americana de um modo geral, são as múltiplas formas de violência praticada pelo capital contra esse setor.
«O capital avanço de forma uniforme em toda América Latina no se trata da violência contra a juventude, seja pela geração de pobreza na exploração do trabalho, pela intensificação da militarização da região, exterminando diretamente nossos jovens, ou por meio dos meios de comunicação e da indústria cultural, que busca homogeneizar toda a diversidade cultural e influenciar a juventude com pensamentos reacionários», destaca.
Dados demonstram que mais de 30 mil jovens são mortos por ano em todo o continente, seja pelas mãos do Estado ou por milícias ou grupos paramilitares, além de representarem 30% da população que vive na pobreza e 10% de indigentes.
Além disso, a taxa de desemprego entre a juventude é quase três vezes maior que a dos adultos, e 32 milhões não estudam nem trabalham.
Sob esta realidade, Cuellar aponta que há algo a mais que une essa juventude, seja camponesa, estudantil, urbana ou afrodescendente: o fato «de todos os recursos não estarem em nosso alcance, recursos que são nossos, mas hoje não nos pertencem, pois estão nas mãos de outros poucos», observa.
Desafios
Como observam Amorim e Cuellar, a animada participação da juventude no 6° Congresso da Cloc talvez seja um alento que demonstre a possibilidade de mudanças profundas desta realidade.
«Hoje, a juventude camponesa e urbana está disposta a discutir e a gerar uma mudança», disse Cuellar, ao destacar que «o caminho é a organização, que é o que nos dá força para podermos transformar».
Para Amorim, «sabemos que as grandes mudanças na América Latina só virão com uma grande mobilização de massa da juventude, não só do campo, mas da cidade. Por isso temos o desafio de fazer um grande diálogo com a população urbana».
No atual momento conturbado pelo qual passa o continente latino americano, Amorim conclui afirmando a necessidade de se realizar «grandes mudanças com reformas populares, e que a juventude esteja na vanguarda da revolução socialista»

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Argentina: Memoria Histórica del proceso de la Juventud en la CLOC Vía Campesina – Sayra Ticay – audio

10 de abril de 2015

Sayra Ticay «Los jóvenes siempre han sido parte de los procesos de la CLOC y la Vía pero fue en el tercer Congreso, realizado el 2001 en México en donde tuvimos nuestra primera asamblea de jóvenes» «somos los constructores juntos con los compañeros y compañeras de un nuevo futuro…y como el lema que tuvimos en nuestra tercera asamblea – Juventud campesina, indígena, urbana internacionalista, combativa, y popular…juntos nos encontramos acá para construir nuestras agendas»

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Voces de la Asamblea de Jóvenes de la CLOC-Vía Campesina en el inicio del Congreso Continental – RMR

10 de abril de 2015

{audio}http://www.radiomundoreal.fm/get.php?file=IMG/mp3/clip_inicial_congre_cloc.mp3&type=audio/mpeg{/audio}

Descargar MP3

17092934175_46f5bd9cf4_z.jpgDesde Argentina, Chile y Brasil, jóvenes de organizaciones campesinas narran cómo llegaron y cuáles son sus expectativas ante el VI Congreso.

Recopilación de testimonios de delegaciones ya presentes en la zona de Eseiza, en Buenos Aires, donde hoy inició la Asamblea de Jóvenes de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC-Vía Campesina).

Producción de Radio Mundo Real en base a testimonios recabados por el Equipo de Comunicación del VI Congreso.

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Argentina: Juventud del Campo y la Cuidad, luchando por la Soberanía Popular – audio

10 de abril de 2015

Daniela Nievas, MNCI Argentina, en la lectura inicial: «la asamblea de jóvenes de la Cloc – Vía Campesina es un espacio amplio que abierto masivo y plural que busca encontrar a la juventud del campo y la ciudad para debatir. Construir e intercambiar en el marco político e ideológico de las luchas de los movimientos sociales y campesinos por una sociedad más justa…

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Argentina: As juventudes da Cloc – Via Campesina constroem poder popular

10 de abril de 2015

jov10abr.jpgHoje, foi iniciada com uma inumerável mística a IV Assembleia de Jovens da Coordenação Latino-americana do Campo (CLOC – Via Campesina), que se realizará em Buenos Aires, Argentina, entre os dias 10 e 11 de abril. Este espaço de articulação continental busca reunir as juventudes do setor rural e urbano para debater, construir e trocar experiências no marco ideológico das lutas dos movimentos sociais e camponeses.

– O capitalismo tem avançado terrivelmente em nossos países e como parte da organização de jovens estamos pensando em poder assentar as bases da articulação nos territórios. O congresso deve resultar em políticas e estratégias gerais, como a questão da soberania alimentar, para que cheguem a organizações de base e assim podermos trabalhar em campanhas concretas desde os territórios, disse Henry Magallanes, dirigente de jovens da região Andina, sobre suas expectativas em relação a assembleia de jovens e ao VI Congresso da CLOC – VC.

Durante a assembleia, Raúl Amorin, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil (MST), fará uma análise da conjuntura latino-americana a partir da perspectiva das juventudes. Também se realizarão análises de conjuntura sobre a situação da articulação de jovens em cada região, para posteriormente passar a trabalhar em mesas de trabalho, onde se abordarão temas como a agroecologia, gênero e formação. Ao final da assembleia, ocorrerá a leitura do documento final que reúne os acordos e conclusões das mesas de trabalho.

O documento final da IV Assembleia de Jovens definirá as linhas estratégicas orientadas à consolidação de uma agenda comum da juventude da CLOC – VC, onde se incluirão atividades de mobilização e formação de novos quadros. Este documento também busca contribuir ao VI Congresso da CLOC – VC com as perspectivas e posicionamentos políticos dos jovens.

– O congresso da CLOC, para nós, significa a possibilidade de ir definindo estratégias a longo prazo, mas com ações concretas que nos permitam ir construindo a articulação de jovens, mulheres e das organizações do campo em nível continental. Buscamos dinamizar os processos de formação através de novas ferramentas e metodologias que fomentem a inclusão e participação, conclui Henry.

Juventude do campo e cidade, lutando pela soberania popular!

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