Pais Vasco: «Somos la esperanza del mundo» (Evaluación CLOC-LVC) – Ecos de la VII Conferencia LVC n° 10

El pasado domingo 23 de julio cientos de campesinos y campesinas de todo el mundo marcharon por la ciudad de Bilbao (País Vasco) dando cierre así a la VII COnferencia de la Vía Campesina Internacional. Descargar MP3

En este programa se resume lo que dejó esta Conferencia por parte de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo – CLOC VC, con voces de Brasil, Perú, Haití, Nicaragua, Guatemala, Chile, Venezuela y Ecuador.

En particular, los integrantes de la región Sudamérica y Caribe aglutinados en la CLOC-VC, destacan los aprendizajes, consensos, declaraciones de solidaridad, posicionamiento de jóvenes y mujeres, así como de qué forma la Vía Campesina representa «la esperanza de los pueblos de todo el mundo».

Conducción y edición: Ignacio Cirio (Radio Mundo Real, ATI) y Jorge Martínez (ATC Nicaragua).

Música: Alí Primera, «La Patria buena».

* Este programa es parte de la cobertura conjunta de la VII Conferencia Internacional. Conoce más a través de la web www.viacampesina.org y las cuentas de twiter y Facebook

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Brasil: Atingidos por barragens lançam Encontro Nacional do MAB no Rio de Janeiro

Com o gritosde ordem «Trabalhadores do campo e da cidade a lutar, por um projeto enérgetico popular», atingidos por barragens lançam na capital carioca o 8º encontro nacional do MAB 

Movimentos sociais do campo, organizações sindicais, e outros segmentos da luta popular estiveram presentes no lançamento do 8º Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), realizado nesta segunda-feira (24) na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O Encontro tem como lema Água e Energia, com Soberania, Distribuição da Riqueza e Controle Popular e irá ocorrer entre os dias 1 e 5 de outubro deste ano na capital carioca.

Os principais objetivos do encontro é consolidar a união entre campo e cidade, com o estreitamento da relação entre atingidos por barragens e trabalhadores do setor elétrico, reafirmando a necessidade da criação de um modelo energético popular para o Brasil. No período do 8º Encontro o movimento pretende denunciar os dois anos do crime cometido pelas mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton no Rio Doce (MG/ES) onde os direitos de milhares de famílias atingidas estão sendo violados e as empresas
seguem impunes.

De acordo com Leonardo Maggi da coordenação nacional do MAB, a cada novo Encontro realizado, uma nova reflexão chega aos atingidos e atingidas e fortalece a luta, absorvendo a experiência e trazendo novos elementos a partir da reflexão da história da luta de classe no Brasil e no Mundo.

“A escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar o 8º Encontro Nacional do MAB foi definida devido a grande importância geopolítica e potencialidade energética da cidade. Aqui está grande parte do pré-sal, uma das maiores reservas de petróleo do mundo e a nossa Petrobrás, um dos maiores e mais importantes patrimônios do povo brasileiro, e a Eletrobrás, estatal de energia elétrica. Infelizmente, toda esta riqueza e patrimônio do povo estão sendo privatizados e entregues às empresas internacionais e nós lutaremos para estar sob o controle popular”. Enfatizou o coordenador.

Esteve presente também fazendo sua saudação o representante do Poder Público Municipal, Rubens Teixeira, Secretário Municipal de Conservação e Meio Ambiente que ressaltou a importância da luta do MAB no Brasil organizando as populações que sofrem as consequências das construções de barragens. “O MAB é um movimento que cuida das populações de que muitas vezes as reportagens não falam, assim como índios, quilombolas e ribeirinhos que não são levados em conta e que vivem do Meio Ambiente”. Ressaltou o secretario.

O encontro nacional irá debater também o aniversário de 100 Anos da Revolução Russa, que serve de inspiração e fonte de estudos para o MAB e seus militantes. Ao longo deste ano e durante o 8° Encontro Nacional do MAB, o debate se dará a partir de um balanço crítico da Revolução Russa, apontamento dos aprendizados históricos deixados para a classe trabalhadora e a retomada dos princípios do Socialismo para o atual momento de sociedade.

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Pais Vasco: Pueblos Originarios, Resistencias y Soberanía Alimentaria hacia el Buen Vivir – Ecos de la VII Conferencia LVC n° 9

En esta nueva entrega de los programas radiales especiales nos visitan representantes de pueblos originarios del Abya Yala para conocer de qué manera articulan, trabajan y aportan al movimiento campesino internacional. Descargar MP3

Reconocer la diversidad dentro de la unidad del movimiento campesino mundial junto a las luchas ancestrales, desde cosmovisiones originarias y utilizando el saber ancestral para la construcción de alternativas en un horizonte del Buen Vivir, es el eje de este nuevo programa desde la VII Conferencia de la Vía Campesina Internacional que este sábado 22 de julio llegará a su cierre de sesiones para completarse el próximo domingo 23 con una movilización callejera en las calles de la ciudad de Bilbao.

Participan

Domingo Marileo. Asamblea Nacional Mapuche de Izquierda. Chile 
Antolin Huascar. Confederacion Nacional Agraria. Peru
Rodolfo Machaca Yupanqui. Central Unica de Trabajadores de Bolivia
Maria Sarango. Fenocin. Ecuador
Esteban Cux. Comité de Unidad Campesina. Guatemala.

Conducción: Vivana Catrileo, ANAMURI Chile y Mabel Valenzuela, CNA Perú.
Edición: Ignacio Cirio, Radio Mundo Real.

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Brasil: Biblioteca Sons Do Sertão: Histórias, Memórias, Lutas E Resistência Que Ecoam Pelos Sertões

Paro, observo, escuto e descubro que o silêncio não existe, essa foi uma das grandes lições da oficinas Biblioteca de Sons do Sertão. Além de identificar o sertão pela paisagem sonora, as oficinas provocaram descobertas, decifraram enigmas, deram um outro olhar, ou melhor, permitiu ouvir outros sons.

“Biblioteca de Sons do Sertão” é um projeto que consiste sua execução em três momentos, identificar, capturar e instalação dos sons, um momento importante para o sertão e o campo pois quebra com a lógica de que instalação de sons é do meio urbano. É um projeto pelo Rumos Itaú, e como proponente Trotoar e realização do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).

Os oficinas foram momentos de descobertas e encontros para com os sons do sertão. Foto: MPA

Os oficinas foram momentos de descobertas e encontros para com os sons do sertão. Foto: MPA

Neste fim de semana, camponeses e camponesas do Movimento em sua maioria jovens, realizaram a segunda etapa de oficinas deste projeto. A atividade aconteceu no município de Bodocó, Pernambuco.

“O MPA entende que o som é uma ferramenta importante para o resgate da história do povo e seu lugar, compreende também da necessidade de munir principalmente a juventude das experiências sonoras não só como ouve o som, mas que produz”, explica a jovem camponesa e dirigente do MPA, Vani Souza.

Para a idealizadora do projeto e apoiadora do Movimento, Camila Machado:

Participantes das oficinas. Foto: MPA

Participantes das oficinas. Foto: MPA

“Acho que tem que ir por esse caminho mesmo. Lembrando que instalações também são espaços de poder, antes só aconteciam em museus de arte, para a elite artística, e aos poucos isso foi sendo rompido e a instalação passou a ser realizada em espaços urbanos abertos. Agora realizar instalações no espaço Rural é ainda mais político. Temos que entender que a produção artística do campesinato é vista como inferior pelos guardiões da moral do que que é arte e a gente tá tentando romper com isso Sempre.”

A finalização da oficina deu-se com um momento na Comunidade Bom Lugar, em Bodocó-PE, onde foi realizada a instalação, apresentação dos sons e a entrega dos certificados para os e as jovens que participaram e realizaram a oficina. Sem sombras de dúvidas, um momento de descobertas e muitos sons para toda a comunidade.

Por Comunicação MPA

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Pais Vasco: Derechos de las empresas versus derechos de los pueblos – Ecos de las VII Conferencia LVC n° 8

La acción internacional conjunta referida a la construcción de un Tratado Vinculante sobre Empresas Trasnacionales y Derechos Humanos ha contado con la Vía Campesina como un actor central a través de sus seis regiones que incluyen más de 80 países, denunciando la impunidad corporativa y sus consecuencias sobre comunidades y territorios. Descargar MP3

De ahí que dedicáramos un programa a analizar la importancia y el proceso de construcción de esa coalición que ha venido trabajando en presionar para que los estados participen del debate en el seno del Consejo De Derechos Humanos de las Naciones Unidas.

Con Tchenna Maso de Vía Campesina (Brasil); Karin Nansen de Amigos de la Tierra Internacional y Lyda Forero del Trasnational Institute.

Conducción y producción: Elsa Sánchez (CLOC VC Caribe); Viviana Catrileo (Anamuri Chile) e Ignacio Cirio (RMR-AT).

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Venezuela: Pese a la amenaza, la Revolución Bolivariana continúa firme en la lucha

(Documento leído por nuestra vocería presente en la VII Conferencia mundial de la Via Campesina, en desarrollo en el País Vasco)

A medida que pasan los días, la situación de conflicto en Venezuela se agudiza. Su dinámica y propensiones  perecieran apuntar a una situación de crisis prolongada cuyo desenlace es muy difícil de anticipar pese a la matriz que se ha establecido desde la industria mediática que muestra hacia afuera una apremiante caída del gobierno chavista. Cuestión que no es para nada cierta; aunque sin duda alguna está en marcha un plan para derrocar la revolución, que cada día se torna mucho más violento, no dejan de ser focos pequeños pero llenos de odio y fascismo, y luego de dos meses de intentos sin los resultados esperados la derecha aún no cuenta con la fuerza material suficiente para en el campo físico poder derrotar al gobierno y al pueblo bolivariano.

Hasta la fecha hemos visto el despliegue de las diferentes armas golpistas: comunicacional, psicológica, internacional, económica, institucional, y violenta. Han ensayado y avanzado en cada una de esas, como parte de la guerra de cuarta generación, que es la combinación de todas las formas de guerra. Su mayor avance ha residido en la dimensión simbólica, el ámbito de los sentidos. Su debilidad central sigue siendo la misma que al inicio: la falta de apoyo popular en las calles, la fuerza en el terreno.

Es precisamente este elemento el que nos lleva a determinar que esto pudiera significar una escalda  de la agresión externa en la medida que las fuerzas reaccionarias internas no puedan cumplir este objetivo.

Ante este escenario que pretende derrumbar y arrancar de raíz la gran oleada de procesos emancipatorios de América Latina que abrieron las puertas del siglo XXI, los movimientos populares de base comprometidos con la defensa de la revolución Bolivariana y Chavista, denunciamos ante el mundo:

 Que este no es un conflicto que se genera desde la derecha venezolana ¿Quiénes dirigen el plan? El Departamento de Estado norteamericano, el Comando Sur, la derecha económica y política venezolana. En ese orden. Las disposiciones y la estrategia vienen dadas desde fuera.

 Trabajan sobre cada uno de los frentes. Donde hoy más intentan golpear es sobre el institucional, apostando a que sucedan quiebres en ese ámbito para debilitar al bloque chavista y avanzar en su línea de constitución de nuevas instituciones para agudizar la crisis.

 Que criminalmente someten a nuestro pueblo para desestabilizarlo, utilizando y combinando varias formas de presión; una de ellas es influir sobre la economía para alzar los precios, desabastecer, y atacar puntos de abastecimiento y transporte de alimentos, para de esta manera profundizar el escenario de dificultad económica de la gente humilde para empujarla a saquear. Otra ha sido la de desplegar en la calle sus grupos de choque para de esta manera poder asediar ciudades enteras durante varios días, dejando tras de su paso muertes, destrozos, saqueos, incendios, terror, imágenes que golpean muy fuertemente en la sicología  social.

Vienen manipulando e inoculando odio desmedido en su vanguardia siendo principalmente las y los jóvenes, la clase media profesional y clase media alta, si bien su capacidad de movilización no es masiva han logrado una base social de vanguardia que se moviliza y que aporta las imágenes que requieren para legitimar sus planes, su supuesta “lucha pacífica, democrática y constitucional”.

 Si bien es cierto que la dirección del movimiento opositor en este momento está en manos de los sectores más fascista del mismo organizados en los partidos Voluntad Popular y Primero Justicia, estos mantienen una relación tensa de disputa y alianza, pero no existen dos oposiciones una extremista y una moderada como quieren hacer creer, es una misma línea que opera para un mismo fin, eliminar cualquier vestigio de chavismo en Venezuela.

 El gran objetivo de la fase actual de las acciones de la derecha no es detener la constituyente, este argumento es más bien un ingrediente precursor para las acciones sediciosas para lograr la agudización  del malestar y odio que la propaganda enemiga logró en sus bases sociales bajo el argumento de que la Constituyente  es para consolidar un mal ejemplo: el estado comunista.

 La radicalidad de la guerra planteada por la derecha se explica por la decisión norteamericana, y el carácter de clase del conflicto. Buscan recuperar el control político, y matar un proyecto histórico que es la revolución bolivariana, que nosotras/nosotros, del Frente Nacional Campesino Ezequiel Zamora (FNCEZ) y nuestra Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora (CRBZ), junto a muchos otros hemos decidido construir y defender.

Este es el escenario que se nos impone, ante las difíciles condiciones se hace imprescindibles varias cosas. Una de ellas es mantener la unidad del chavismo. Otra es la de defender la revolución no solamente desde el Estado, sino también desde el protagonismo popular, con la gente involucrada en la protección organizada de las instituciones, los territorios, los hospitales, centros de alimentos. Que los movimientos sociales y populares del mundo manifiesten su solidaridad con la defensa de nuestra revolución denunciando lo que ocurre en Venezuela.

El momento nos exige defender con audacia las conquistas que tanto ha costado al pueblo venezolano; como organización popular de base desde la CRBZ – FNCEZ estamos conformado las Brigadas de Defensa Popular Hugo Chávez (BDPHCh) en su mayoría integradas por campesinos y campesinas no como una fuerza de choque, sino como un pueblo organizado en la legítima defensa de su territorio, de sus comunas y de todo lo que como pueblo organizado hemos construido en años y años de lucha.

Igualmente queremos señalar que en los últimos meses la lucha campesina por el rescate de las tierras ociosas y pertenecientes a fascistas que financian la violencia, están siendo recuperadas por la lucha campesina organizada desde el FNCEZ.

Cierto estamos que esta guerra no da tregua, el enemigo imperial arremete, Argentina y Brasil liberan intensas luchas contra el neoliberalismo; nos solidarizamos con nuestros pueblos hermanos, a ustedes compañeros hermanos y hermanas de lucha les decimos Fuerza, no desmayemos América Latina ha despertado y en unidad jamás nos doblegaran, hemos perdido batallas, pero la victoria estratégica la tenemos.

Estamos en tiempos decisivos. La derecha, por órdenes del estamento norteamericano, hará todo lo posible para intentar su “asalto final”. La revolución tiene fuerzas para resistir y seguir avanzando. Es necesario utilizar todas esas fuerzas, y en particular la del protagonismo de la gente de Venezuela, Latinoamérica y el mundo.

 Corriente Revolucionaria Bolivar y Zamora – Frente Nacional Campesino Ezequiel Zamora

Venezuela, Julio de 2017

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Los desafíos de la lucha campesina – VII Conferencia La Via Campesina

Durante los debates, discusiones, reflexiones, desarrollados en VII Conferencia Internacional de la Vía Campesina que tiene lugar en Derio, País Vasco, las y los campesinos, indígenas, afrodescendientes, las mujeres, pescadores, y los jóvenes definieron que los agrohidromineral – negocios que actúan a través de las empresas transnacionales, los gobiernos neoliberales y  los organismos internacionales, el Banco Mundial (BM) y la Organización Mundial de Comercio (OMC) son los principales enemigos del movimiento campesino internacional.

En este mismo proceso identificaron varios puntos comunes como la problemática del acaparamiento y la concentración de la tierra y el agua, los despojos, la criminalización, los asesinatos, las concesiones de tierra para las empresas transnacionales que quieren colonizar los territorios indígenas, pequeros, afrodescendientes, etc.

Partiendo de esa coyuntura mundial, Marina Do Santos, del MST-Brasil dio a conocer los grandes ejes temáticos con sus desafíos,  Escuhar intervención. Una, las luchas, es necesario transformar la lucha por la tierra en la lucha por el territorio, por la reforma agraria. También, la realización de luchas  internacionales conjuntas en fechas claves, el 8 de marzo, día internacional de las mujeres, 17 de abril, día internacional de la lucha campesina y el 10 de septiembre como el día mundial contra la OMC

Con respecto a las alianzas, La Vía Campesina precisa tener claro que  las alianzas tácticas y estratégicas que necesitamos construir deben responder a la clase trabajadora, alianzas  que empujen procesos de luchas campesinas contra los asesinatos, la criminalización, por la democracia, alianzas entre el campo y la ciudad. Se requiere de un movimiento mundial popular.

Otro elemento importante, la comunicación, es necesario crear y fortalecer nuestros propios medios de comunicación para una comunicación interna de nuestros pueblos para nuestros pueblos y para el mundo, integrar las tecnologías a nuestra estrategia de comunicación masiva para que las y los campesinos tengan acceso rápido a las informaciones.

Es importante Intensificar el proceso de formación política e ideología en la base, con el pueblo en general, principalmente en el conocimiento de nuestros saberes ancestrales en las escuelas que trabajan el tema de agroecología, garantizando metodólogas y materiales de fácil acceso y promover en los militantes la lectura permanente.

Hay que garantizar esfuerzos en las negociaciones gubernamentales para avanzar en la carta de los derechos de las y los campesinos

Debemos construir un nuevo modelo de producción campesina basado en  la agroecología y la  soberanía alimentaria.

La Vía Campesina tiene 4 campañas mundiales, la campaña de semillas, la campaña sobre agrotóxicos, la campaña global por la reforma agraria y la campaña Basta de violencia hacia las mujeres, esta última tiene que ser una campaña realizada por hombres y mujeres en las organizaciones. El principal desafío es que los hombres asuman esa campaña también.

Y un último desafío es que la juventud debe ser vista como sujeto principal en los procesos de lucha, para debatir en los espacios y construir procesos orgánicos en las bases.

Globalicemos la lucha, globalicemos la esperanza

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Pais Vasco: ¡Justicia climática ya! – Ecos de la VII Conferencia LVC n° 7

La crisis climática y las falsas soluciones que desde la institucionalidad y las corporaciones se manejan ante esta amenaza a la supervivencia en el planeta son analizados por Antolín Huáscar de la Confederación Nacional Agraria del Perú (CLOC-Vía Campesina) y la investigadora del ETC Group Silvia Ribeiro. Descargar MP3

¿Por qué el movimiento campesino y ambientalista mundiales plantean la necesidad de construir un proyecto de “Justicia Climática”? ¿Cuánto incide la agricultura industrial en el cambio climático?

Asimismo en este programa radial desde la VII Conferencia Internacional de la Vía Campesina Silvkia adelanta la próxima publicación actualizada del trabajo de ETC Group“¿Quién nos alimentará?”.

Conducción: Mabel Medina Valenzuela (CNA) e Ignacio Cirio (RMR-AT)

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Región Latinoamérica y Caribe de la Vía Campesina alerta sobre creciente ofensiva contra comunidades y territorios

Deolinda Carrizo de la Cloc-Vía Campesina informa al plenario de la VII Conferencia de la Vía Campesina sobre contexto latinoamericano y contraofensiva neoliberal en territorios y comunidades. Descargar MP3

Compartimos el audio del informe dado por la integrante del Movimiento Campesino de Santiago del Estero, Deolinda Carrizo este miércoles en el plenario de la VII Conferencia de la Vía Campesina Internacional, señalando que el retorno de gobiernos neoliberales ha significado un duro retroceso para los derechos territoriales de campesinas y campesinos.

“¡Alimentamos nuestros pueblos y construimos movimiento para cambiar el mundo!” Con este lema, centenares de representantes de mujeres y hombres del campo del movimiento internacional La Vía Campesina se dirigen hacia el País Vasco del 16 al 24 de este mes de julio para celebrar su VII Conferencia.

La Conferencia Internacional de La Vía Campesina (LVC), celebrada cada cuatro años, consiste en la instancia más alta a través de la cual se deciden estrategias colectivas y se mantienen debates internos para un movimiento creciente que representa cerca de 200 millones de campesinos y campesinas, pequeños y medianos productores, pueblos sin tierra, indígenas, migrantes y trabajadores agrícolas de todo el mundo

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Pais Vasco: Solidaridad con Venezuela – Ecos de la VII Conferencia LVC n° 6

Diversas organizaciones campesinas participantes de la VII Conferencia Internacional de la Vía Campesina manifestaron su rechazo hacia las agresiones sufridas por el proceso político revolucionario venezolano, así como su solidaridad con las organizaciones locales y al proceso de convocatoria a una Asamblea Nacional Constituyente para el próximo 30 de julio. Descargar MP3

Participaron en este programa especial los integrantes de representantes del Frente Nacional Campesino Ezequiel Zamora Karina Arévalo y Kevin Rangel, así como representantes de organizaciones de Guatemala, Argentina, Honduras, Brasil, Uruguay, Nicaragua, Chile, República Dominicana y El Salvador.

Conducción y producción: Elsa Sánchez (CLOC VC Caribe); Viviana Catrileo (Anamuri Chile) e Ignacio Cirio (RMR-AT).

Ver imágenes de la ceremonia de apertura de la VII Conferencia Internacional de La Vía Campesina.

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