Perú: Organizaciones campesinas denuncian que la importación de papa arruina a productores nacionales

La Confederación Campesina del Perú que agrupa a miles de agricultores, acata desde hoy un paro de 72 horas para que se declare en emergencia el sector de la papa y la agricultura a nivel nacional.

También demanda al gobierno la aplicación de una verdadera política agraria que garantice la seguridad y soberanía alimentaria del país.

Asimismo, piden que se les condone las deudas a los agricultores y se  indemnice a aquellos que han sufrido pérdidas en las cosechas de papas y otros productos. Igualmente reclaman la ampliación de la cobertura del seguro agrario.

Al respecto, Jesús Aliaga Peña, presidente de la Junta de Usuarios de la Cuenca Cunas, en la provincia de Chupaca de la región Junín, señaló que en su zona salieron a marchar de forma pacífica unos 3 mil agricultores en protesta por el bajo precio de los productos agrarios como la papa, la quínua, ajo, cebolla, cebada, trigo, entre otros.

«Nuestra comercialización es al mercado nacional y la importación de papa esta haciendo que afecte la industria nacional. La papa importada entra a 70 céntimos y la traen precocida en grandes cantidades que viene de Holanda, las grandes pollerías dejan de comprar la producción nacional y adquieren la de otros países. El 14% del total de producción llega a ser consumida», subraya Aliaga Peña.

El paro de 72 horas a nivel nacional es acatado por agricultores de Ayacucho, Junín, Andahuaylas, Huancavelica, Huánuco y otras regiones del sur.

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Brasil: A Sede do Capital (A luta pela água no oeste da Bahia) – video do MPA

Não é de hoje que as riquezas naturais da região do Oeste da Bahia estão em disputa.

Populações ancestrais de ribeirinhos, quilombolas, povos indígenas, comunidades tradicionais de “Fechos de Pasto” têm enfrentado todo o tipo de violência para defender seu território, a água, o cerrado, a vida e sua própria existência.

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Brasil: Greve De Fome Em Todo País Derrota Reforma Da Previdência – Vitória Do Povo

No 10º dia de Greve de Fome, com mais de 40 militantes sem se alimentar contra a Reforma da Previdência, a luta e resistência dos trabalhadores e trabalhadora do campo e da cidade em todo País derrotaram a Reforma da Previdência nesta quinta-feira, 14 de dezembro, dia em que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em coletiva de imprensa anuncia o adiamento da votação proposta para dia 5 e votação para 19 de fevereiro de 2018. Audio de Josi Costa

O MPA está convicto de que à Greve de Fome e as manifestações que convulsionaram o Brasil de Norte à Sul nestes últimos dias foram os grandes responsáveis por essa conquista dos trabalhados do campo e da cidade que juntos, cerraram fileiras e protagonizaram mais essa conquista popular.

Ao enerarem a greve de fome, os grevistas receberam uma cesta de produtos do Campesinato. Foto: Adilvane Spezia|MPA

Ao enerarem a greve de fome, os grevistas receberam uma cesta de produtos do Campesinato. Foto: Adilvane Spezia|MPA

A Unidade de Classe e o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), somados a visita do Cardeal Dom Sergio da Rocha aos grevistas na Câmara dos Deputados foram fundamentais para o processo de mobilização radical em defesa da vida. Pois como disse Dom Leonardo Steiner, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), “não se pode decidir sobre a vida do povo brasileiro ao redor de mesas de jantares é preciso ouvir o povo”.

Para Josi Costa, que fez greve de fome por 10 dias, aponta que: “a greve de fome é uma das formas de luta que se chega ao extremo, mas que fizemos com muita compreensão, com muita certeza que com essa luta e junto com demais íamos conseguir barrar essa votação, pelo menos agora em 2017, para que as famílias e o povo tivesse um natal feliz, um natal sem mais uma derrota”. Desde o golpe em 2016 a cada dia que passa a Classe Trabalhadora tem sido golpeada com a retirada de direitos, os camponeses e camponesas consideram a Reforma da Previdência um dos piores golpes desse governo golpista e ilegítimo de, Michel Temer, e sua base aliada.

Foto: Adilvane Spezia|MPA

Foto: Adilvane Spezia|MPA

“Foram 10 dias de muita esperança, fome, tristeza, agonia, convicções da luta e certeza que só a luta faz valer, que só a unidade do povo do campo e da cidade, a unidade da Classe Trabalhadora que conseguimos sim ter nossas conquistas e não deixar ter derrotas das conquistas que a gente teve ao longo da nossa história como a Previdência que é desde a Constituição de 88”, explica Josi.

Para o MPA e para o MMC esse foi um largo passo de uma grande vitória que será conquistada em fevereiro. A greve de fome contra Reforma da Previdência foi encerrada nesse ano, “mas não vamos cochilar, não vamos dormir, vamos estar erguidos de olhos bem aberto contra o Capital, contra esse governo e não vamos deixar, nem permitir, que se tenha mais retrocessos em nosso país, chega, basta tudo o que aconteceu e a partir de janeiro estaremos em vigília todos os dias no campo, nas cidades, nas nossas bases, não vamos deixar esse governo em paz até que essa reforma caia. Com fé no povo, com fé na luta vamos derrubar essa Reforma, seguimos firmes, de punho erguido com muita esperança e força para seguir a luta”, argumenta Josi Costa.

Foto: Adilvane Spezia|MPA

Foto: Adilvane Spezia|MPA

Por sua vez Bruno Pilon da coordenação nacional do MPA, afirma: “permaneceremos em luta constantes contra a retirada de direitos e iremos cerrar fileiras, em especial caso essa reforma torne a ser colocada em pauta para votação novamente”.

O desjejum foi realizado na sede da CNBB em Brasília onde os grevistas realizaram a primeira refeição após à greve de fome contra a Reforma da Previdência, seguindo as orientações médicas para que possam retornar à sua vida normalmente. Também foram realizados exames laboratoriais para assegurara que os grevistas estivessem bem.

 

Por Comunicação MPA

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Brasil: El MST condena acción de desalojo del Campamento  Hugo Chávez

La acción policial se produjo el jueves (14), dejando a cerca de 300 familias desalojadas.

Hoy, bajo la lluvia y el frío, el Comando de Misiones Especiales (CME) llegó al Campamento Hugo Chávez para efectuar el desalojo de las 300 familias que viven allí. Este es otro desalojo entre los 20 programados en la región, todos emitidos por el juez Amarildo Mazzuti de la Corte Agraria de Marabá.

Con 10 días para Navidad, estas familias no tienen a dónde ir, y sus hijos no podrán terminar su año escolar, ya que su escuela, que estaba ubicada en el Campamento, también fue destruida.

El gobierno estatal, así como otras agencias públicas, no hicieron nada para evitar tales violaciones de derechos humanos y no propusieron ninguna solución alternativa al conflicto. Las familias resistieron hasta el último momento, al no poder seguir manejando la situación, decidieron comenzar el desmantelamiento del campamento.

En este momento, las familias están organizando un campamento temporal dentro de un asentamiento cercano de MST.

En los últimos días, pistoleros han atacado a los campesinos Sin Tierra, lo que ha resultado en una gran movilización de amigos y organizaciones que han dado su solidaridad y han abierto una vez más el debate sobre la situación de la tierra y la violencia en la región.

El MST y las familias del Campamento Hugo Chávez agradecen los cientos de gestos de solidaridad de Brasil y del exterior. Todas las cartas de apoyo y solidaridad fueron leídas a las familias ayer por la anoche y hoy por la mañana, mientras resistían la acción policial. Tus palabras les dieron fuerza y esperanza.

 

Nuestra respuesta a tan sorprendente solidaridad es nuestro compromiso con la lucha por la Reforma Agraria y la justicia social.

¡No nos rendiremos!

Mientras el latifundio quiere guerra, nosotros queremos tierra!

MST – Dirección del Estado de Pará

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Voz Campesina n° 59: Desde la Cumbre de los Pueblos «Fuera OMC»

Al término de la Cumbre de los Pueblos – Fuera OMC, realizada en Buenos Aires, Argentinas con motivo de la reunión ministerial de la Organización Mundial de Comercio, voces del movimiento campesino América Latina y Corea del Sur transmiten las conclusiones y vivencias de las jornadas de movilización y construcción de alternativas. Descargar MP3

Participan en el programa los integrantes de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC-Vía Campesina): Itamara Almeida, Lourdes Huanca, Deolinda Carrizo, y Matheus Gringo de Assunção. En intervenciones grabadas durante la Cumbre de los Pueblos también incluimos a Nurys Martínez de Colombia y Fausto Torres de Nicaragua quienes se refirieron a la situación que incumplimiento de los acuerdos de paz, por un lado y el intento de detención contra la luchadora hondureña Bertha Zúñiga Cáceres, Bertita, coordinadora del COPINH.

También, traducción mediante, recibimos a un integrante de la Liga Campesina de Corea quien transmite las emotivas jornadas de intercambio con el campesinado latinoamericano así como las dos masivas marchas protagonizadas en la capital argentina por diversos movimientos que rechazaron la presencia de los ministros de la OMC y el paquete de reformas de corte neoliberal impulsado por el gobierno de Mauricio Macri.

Conducción: Elsa Sánchez (CLOC-VC) e Ignacio Cirio (RMR-ATALC).

Post producción y mezclas: Radio Mundo Real.

Imagen: viacampesina.org

Brasil: Vitória do Povo: Greve de Fome em todo País derrota Reforma da Previdência

No 10º dia de Greve de Fome, com mais de 40 militantes sem se alimentar contra a Reforma da Previdência, a luta e resistência dos trabalhadores e trabalhadora do campo e da cidade em todo País derrotaram a Reforma da Previdência nesta quinta-feira, 14 de dezembro, dia em que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em coletiva de imprensa anuncia o adiamento da votação proposta para dia 5 e votação para 19 de fevereiro de 2018. 

Nós, os Movimentos e Organizações Sociais estamos convictos de que à Greve de Fome e as manifestações que convulsionaram o Brasil de Norte à Sul nestes últimos dias foram os grandes responsáveis por essa conquista dos trabalhados do campo e da cidade que juntos, cerraram fileiras e protagonizaram mais essa conquista popular. 

A Unidade de Classe e o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), somados a visita do Cardeal Dom Sergio da Rocha aos grevistas na Câmara dos Deputados foram fundamentais para o processo de mobilização radical em defesa da vida. Pois como disse Dom Leonardo Steiner, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), “não se pode decidir sobre a vida do povo brasileiro ao redor de mesas de jantares é preciso ouvir o povo”. 

Nós os Movimentos do Campo e Cidade permaneceremos em luta constantes contra a retirada de direitos e iremos cerrar fileiras, em especial a caso essa reforma torne a ser colocada em pauta para votação novamente.

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Venezuela: CRBZ: Defender el derecho a un futuro, huelga de hambre en Brasil contra la reforma en seguridad social

Desde que la derecha y el gran capital internacional ejecutaron el golpe de Estado contra el gobierno democráticamente electo de Dilma Roussef, el país vive una feroz embestida contra los derechos fundamentales del pueblo trabajadores, campesino y pobre. En estos días, se está debatiendo el Proyecto de Enmienda Constitucional que buscar reformar la seguridad social que beneficia a millones de personas. Pero el pueblo brasileño y sus organizaciones decidieron no quedarse de brazos cruzados mientras le son expropiados sus derechos.

Desde el 4 de diciembre, se ha estado haciendo una huelga de hambre en defensa de los derechos sociales que hoy están bajo ataque. Hablamos con el compañero Bruno Pilon, miembro de la Coordinación Nacional del Movimiento de Pequeños Agricultores (MPA) de Brasil.

¿Cuáles son las razones que los llevaron a ejecutar esta huelga de hambre?

La huelga de hambre que estamos realizando aquí en Brasil responde en los hechos una situación extrema porque los trabajadores y las trabajadoras están poniendo su vida en riesgo para defender un derecho. Decidimos tomar esta medida en defensa de nuestra seguridad social, de las necesidades de nuestros pensionados, en defensa de campesinos y campesinas en riesgo. Por eso es que decidimos lanzar esta huelga de hambre, que hoy llega hoy a su décimo día, para lograr frenar ese proyecto de ley que hoy está circulando en la cámara del Senado.

¿Qué esperan lograr con esta protesta?

Tenemos mucha confianza en que esta huelga de hambre, que empezó en Brasilia pero que desde entonces ha sido respaldada desde distintas capitales del país, logre hacer frenar esta reforma o al menos posponer su discusión para el año que viene. Si logramos eso tendremos más tiempo para organizar otras luchas, movilizar a más personas en este momento de pérdida de derechos que vivimos con el golpe de Estado en Brasil.

¿Cuáles otras acciones tienen pensado realizar como parte de la lucha contra el gobierno de Temer?

Los movimientos sociales, y en especial los movimientos del campo, siempre estuvieron en lucha contra el gobierno de Temer, siempre. Pero en especial en los últimos días están dándose muchas movilizaciones en diversos Estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Piauí, que recientemente llamaron a acompañar la huelga de hambre contra el proyecto de reforma de la ley de Seguridad Social. Otros Estados viven muchas movilizaciones contra los diputados golpistas para demostrar que esa reforma no trae ningún bien para la sociedad, es una reforma impopular. Estas distintas razones traen formas diversas de movilización.

Medidas como las que impone el gobierno de Temer obedecen siempre a intereses del capital y de las trasnacionales. En este caso específico, ¿cuáles son los intereses que están detrás de las medidas de Temer?

Estas medidas responden a las demandas del capital internacional que es uno de los grandes articuladores del golpe. A partir del golpe, una de las primeras cosas que empezaron a modificar fue la medida del gasto público en salud y educación. Por medio de un proyecto de ley la constitución brasilera los limitara por los próximos 20 años. Significa que durante todo ese periodo no podremos aumentar la inversión en esos sectores sino que solo se guiarán por el valor corregido de la inflación.

Luego fueron contra los derechos laborales. Se aprobó una reforma laboral que recorta los derechos que protegen a trabajadores y trabajadoras. Y otro pedido del capital internacional fue recortar la seguridad social, la cual representa la seguridad de nuestro futuro. Para poder tener más dinero que invertir en sus negocios, ellos buscan retirarlo de la inversión en la cobertura social y en los derechos del pueblo. Esa es la intención que el capital tiene.

¿Cuáles son las consecuencias directas de la reforma de Temer, tanto para los pequeños productores agrícolas como para el pueblo brasileño en general?

La seguridad social significa más autonomía para los más pobres porque representa acceso a alimento, educación, a medicamentos, a una casa mejor. Lo que buscan con esta reforma es retirar ese derecho de esas millones de personas para volcarlo en beneficio del gran capital, del agro negocio, del imperialismo.

¿Qué otras organizaciones están apoyando la huelga?

La huelga de hambre fue parte de una propuesta del movimiento los pequeños agricultores para enfrentar el golpe.  Pero fue también tomada por diversos movimientos de la Vía Campesina, por movimiento urbanos, sindicatos que forman parte de este proceso. En todo Brasil, diversas organizaciones populares y sindicales comenzaron a pedir la huelga general. La idea de la huelga de hambre nace del seno del movimiento de pequeños agricultores y es asumida por la clase campesina, por el Frente Brasil Popular que congrega a distintas organizaciones, y por todos los movimientos que enfrentan al golpe. Esa es la fortaleza con la que contamos hoy: la unidad.

Tengo una cosa que me gustaría decir: la participación y sin duda, la importancia fundamental de las mujeres en este proceso. Si no fuera por la presencia de las compañeras, sin duda la huelga no tendría tanto apoyo ni tanto impacto. Hay cinco mujeres, cinco campesinas, que se dedicaron a asumir esta tarea tan difícil, a pasar hambre en defensa de los derechos de los trabajadores y de las trabajadoras.

Prensa Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora

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