Brasil: MPA Lança Segunda Edição Da “Campanha Natal Sem Veneno”

Com objetivo de garantir alimentos saudáveis na mesa das trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade os camponeses e camponesas do MPA, vindos de 16 Estados reunidos no município de Vila Valério, Espirito Santo realizaram neste fim de semana o lançamento da segunda edição da “Campanha Natal Sem Veneno”. A Campanha é um ato de Solidariedade, Saúde e Soberania.

Está é a segunda edição da Campanha Natal Sem Veneno, e assim como a primeira, tem ofertado cestas camponesas com produtos do Campesinato local, “as cestas são um elo entre o campo e a cidade, por lado as famílias receberão cestas de alimentos saudáveis que poderão consumir nos festejos natalinos, por outro as famílias camponesas que se dedicam à produção saudável terão um reconhecimento ao esforço por meio da comercialização desses alimentos a preço justo”, explica o jovem camponês e dirigente do MPA, Bruno Pilon.

Em cada Estado a Campanha tem tomado formas diferentes, confira algumas experiências em andamento:

No Rio de Janeiro as Cestas Camponesas tem sido recheadas com uma diversidade de produtos vindos direto do campo para a mesa dos trabalhadores da cidade, o preço, bem acessível para que todas as famílias possam celebrar o Natal com produtos sem veneno. Só não dá para esquecer que a Cesta Camponesa no Estado tem a chamada aberta para pedidos até 10/12/2017 às 23:58 horas, acesse o site da cesta, faça seu login e veja os produtos disponíveis para esta chamada.

Em Santa Catarina os camponeses e camponesas do MPA estão organizando as cestas camponesas com produtos agroecológicos e de preço acessível, encurtando o caminho entre a lavoura até a mesa dos trabalhadores do campo e da cidade neste natal, tudo sem veneno. No Espirito Santo as famílias além de adquirir os produtos nas feiras realizadas semanalmente na Cidade de Vitória, poderão fazer doações em dinheiro que ser integralmente convertido em produtos para entidades de apoio a pessoas carentes. Além disso o Movimento tem se dedicado a  comercialização de cesta os pedidos das cestas podem ser feitos pela internet, basta acessar o link, seguir o passo a passo e fazer seu pedido.

No Pará a Campanha Natal Sem Veneno já está nas ruas e faz parte das reivindicações das famílias camponesas acampadas as margens da BR – 010 em Ulianópolis. No Paraná os camponeses e camponesas do MPA estão organizando um Especial Cestas Camponesas por um Natal Sem Veneno, já são mais de 50 unidades apenas em uma região do Estado. “O objetivo é ampliar o número de cestas entregues, diversificar os produtos e ampliar as articulação com relação ao tema”, explica Valter Israel da Silva, camponês e dirigente do MPA no Estado.

No Rio Grande do Sul, as cestas estão sendo disponibilizadas nas feiras camponesas e agroecológicas do Movimento, mas também podem ser acessadas vias web, confira no link das delícias e faça sua encomenda, afinal um natal sem veneno é possível por meio da Agricultura Camponesa Agroecológica. Ainda no RS está no ar o site da Feira da Agricultura Camponesa nele o consumidor encontra todos os produtos do Campesinato com preços acessíveis. Faça sua encomenda pelo site ou compareça na Feira, que  é fruto da Aliança Camponesa e Operária entre o Sindipetro RS e o MPA.

Para os que estiverem pelo Rio de Janeiro neste fim de ano e quiserem se hospedar, ou até mesmo saborear as delícias da roça num espaço com alimentação saudável, cultura e política venha para o Raízes do Brasil na rua Áurea, Santa Teresa-RJ.

Na oportunidade o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) também divulgou uma carta, confira na integra:

Campanha Natal Sem Veneno

O Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) lança a segunda edição da Campanha Natal Sem Veneno com objetivo de garantir alimentos saudáveis na mesa das trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade. Queremos colocar alimentos agroecológicos na mesa da sua família neste Natal. A “Campanha Natal Sem Veneno” é um ato de Solidariedade, Saúde e Soberania!

Nós camponeses e camponesas do Brasil, lutamos e defendemos a Soberania: alimentar, energética, hídrica e territorial, diante do desafio que é produzir alimentos saudáveis no país, em um momento político de golpe de estado. Na atual conjuntura os trabalhadores do campo e da cidade sofrem com a perda dos seus direitos e o enfraquecimento das políticas sociais, por isso a “Campanha Natal Sem Veneno” se insere na luta de defesa da soberania do povo brasileiro. Produzir alimentos saudáveis e construir espaços de distribuição direta aos trabalhadores é um ato de fortalecimento e autonomia popular, por isso convocamos todas trabalhadoras e trabalhadores também da cidade a fortalecer essa campanha.

A saúde do povo brasileiro está ligada diretamente aos alimentos que consumimos. Somente a Agricultura Camponesa pode fomentar o projeto de transição agroecológico de forma efetiva e massiva. A “Campanha Natal Sem Veneno” busca estimular a compra e o consumo de produtos oriundos das famílias camponesas. Garantir aos trabalhadores uma ceia com alimentos saudáveis é uma estratégia para superar os malefícios causados pelos produtos convencionais que são produzidos pelo agronegócio com taxas elevadas de agrotóxicos e com sementes transgênicas. Nós do MPA acreditamos que alimentos não se convertem em meros lucros da indústria. Alimento é saúde, é direito, é vida para a população do campo e da cidade.

Vivemos um cenário nacional de ofensiva do capitalismo contra o povo e seus direitos conquistados com muita luta e organização. Diante disso, a solidariedade é fundamental, porque a luta da classe trabalhadora é uma só: contra os opressores e poderosos. Igualmente são as lutas do campo e da cidade, não são separadas, mas quando suas ações se mobilizam juntas, em solidariedade, se multiplica a força para a transformação social. O capital trabalha para dividir o povo, mas a solidariedade de classe entre campo e cidade pode resistir e construir diferentes formas de luta.

Nossa “Campanha Natal Sem Veneno” faz a convocação para todas as trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade para que possamos juntos defender e consumir os alimentos produzidos pelas famílias camponesas. Isso é contribuir com a produção de alimentos saudáveis, com a soberania alimentar e a solidariedade entre os setores populares, fortalecendo a aliança entre o campo e a cidade.

Plano Camponês, Aliança Camponesa e Operária por Soberania Alimentar!

Por Comunicação MPA

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Venezuela: Comunicado CRBZ: Honduras, un golpe al pueblo

Son días difíciles en Honduras, donde desde el poder se intenta desconocer la voluntad popular. El pueblo, en una lucha histórica, está en las calles defendiendo su espíritu democrático que se expresó en las elecciones presidenciales el pasado domingo 26 de noviembre, y que el actual y saliente gobierno encabezado por Juan Orlando Hernández se niega a reconocer.

Ante eso, desde la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora, queremos rechazar esa pretensión de fraude. El gobierno de Hernández recuerda los oscuros y macabros hechos de la democracia burguesa en Latinoamérica, donde gobiernos dictatoriales que se disfrazaron de demócratas impusieron a sangre y fuego los intereses extranjeros contra los nacionales.

Este gobierno desde su instalación, que fue bajo una de las elecciones más dudosas en nuestro continente, surgidas luego del golpe de Estado contra Manuel Zelaya, ha dado mucho que decir sobre su espíritu democrático: han asesinados dirigentes sociales, han amenazado y asesinado a dirigentes campesinos(as), recordemos a nuestra compañera Berta Cáceres, muchos casos en los cuales la impunidad es la que reina.

Ahora el Tribunal Supremo Electoral pretende hacerle una jugada al espíritu democrático del pueblo hondureño. ¿Por qué no se expresan la OEA, la comunidad internacional, contra la violación de los derechos humanos que está viviendo el pueblo, que está siendo reprimido y perseguido? ¿Porque no se expresan con la misma fuerza como se expresaron contra gobierno de Venezuela, desconociendo los hechos reales, actuando contra un proceso democrático? En nuestro país habían sectores antidemocráticos asesinando dirigentes sociales y ciudadanos en general que interfirieran contra la subversión armada que estaba construyendo la derecha con el apoyo internacional.

Ante esta situación tenemos que romper el cerco internacional y activar todas las formas y medios de comunicación para visibilizar la lucha que libran los hijos e hijas de Morazán por la democracia, por su derecho a elecciones libres y transparentes, y ante lo cual el Estado los está brutalmente reprimiendo.

Hacemos un llamado a los movimientos populares, los Movimientos del Alba, de la CLOC Vía Campesina, a movilizarnos y solidarizarnos con el pueblo hondureño, que todos estemos alertas ante la violación de los DDHH, que defendamos la democracia en honduras. Nuestra solidaridad con la alianza, que es otra alternativa en honduras encabezada por Nasralla y Zelaya para ellos nuestro apoyo, un abrazo solidario y fraterno con esa lucha. Cuenten siempre con el pueblo venezolano para seguir librando las batallas por la paz con justicia social.

Coordinación Nacional de la Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora

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Honduras: Se afirma continuidad ilegítima de Juan Orlando Hernández como Presidente; la población se moviliza en todo el país y es reprimida

por Radio Mundo Real

Fraude e Insurrección. Descargar audio

A seis días de realizadas las elecciones en Honduras, el manejo turbio de los resultados en cuanto a la elección de Presidente, las múltiples irregularidades en el conteo, junto a la intención del mandatario Juan Orlando Hernández de perpetuarse en el gobierno, han generado la indignación de la población que este viernes bloquea las principales vías de comunicación del país y es reprimida por fuerzas policiales y militares.

Asimismo, junto a los testimonios de indignación y las continuas declaraciones del Frente Contra la Dictadura y su candidato Salvador Nasralla en el sentido de no admitir una continuidad ilegítima de Juan Orlando Hernández, organizaciones hondureñas reciben solidaridad internacional y reclaman una condena al accionar oficial.

Por lo menos tres muertos y decenas de heridos es el saldo inicial de la respuesta oficial a las protestas callejeras por el amañamiento de los resultados electorales. 
Los ecos del golpe de Estado de junio de 2009 contra José Manuel Zelaya, retumban fuertemente a oídos de los hondureños y las hondureñas, que perciben se les está negando por otros cuatro años que acceda en forma libre un candidato que rompa con la tradición militarista y conservadora que representa Hernández.

Tras el golpe de Estado contra Zelaya, la situación en Honduras respecto a los niveles de pobreza, impunidad y persecución a líderes y lideresas sociales solo ha empeorado. El punto más alto, quizá, lo representó, en marzo de 2016, el asesinato de la líder indígena Berta Cáceres a manos de elementos financiados por la empresa DESA que preveía un complejo de hidroeléctricas en el Río Gualcarque, ancestral para la comunidad lenca.

“Escrutinio especial”

Según los datos oficiales Hernández supera a su contrincante de la Alianza de Oposición por unos 45 mil votos (1,5 por ciento). Pero a partir de este viernes, el Tribunal Supremo Electoral deberá realizar un conteo voto por voto de aquellas actas que fueron pasadas a “escrutinio especial” por tener algún tipo de anomalía. Son más de mil actas que representan una carga electoral de casi 300 mil votos que favorecerían ampliamente a Nasralla. Las misiones de observación de la OEA y la UE han insistido para que este escrutinio se lleve a cabo en presencia de todas las fuerzas políticas y los observadores internacionales para garantizar la máxima transparencia, informó el reportero Giorgio Trucchi en su sitio web.

Nasralla por su parte denunció la represión contra los manifestantes y remarcó asimismo que el gobierno ha infiltrado algunas de ellas para provocar desmanes y violencia creciente.

Con mirada atenta y solidaridad activa

Diversas organizaciones internacionales se han pronunciado con preocupación respecto a lo que vive la población hondureña. Tal es el caso de Amigos de la Tierra de América Latina y Caribe (ATALC) quien se pronunció para que la autoridad electoral no adelante un resultado hasta no tener “un conteo físico acta por acta y con supervisión internacional, inclusive de las actas que fueron enviadas a auditorías por supuestas irregularidades”.

“Desde ATALC vemos con horror los nuevos atropellos a la vida del gobierno de Juan Orlando Hernández, que pretende “atornillarse” al poder con el respaldo de la intervención militar en el país de Estados Unidos y el capital transnacional” indica la red ambientalista.

“El pueblo no se ha reconciliado”

Radio Mundo Real entrevistó a Jazmín Elizabeth López, coordinadora del Consejo para el Desarrollo Integral de la Mujer Campesina (CODIMCA), parte de Vía Campesina Honduras, respecto a la vinculación entre las actuales movilizaciones y el golpe de Estado de ocho años atrás.

CODIMCA agrupa a unas 5 mil mujeres campesinas e indígenas, con “principios fundamentales basados en la justicia pero también en la reivindicación de derechos”, explica Jazmín, en ocho de los 18 departamentos hondureños.

Jazmín señala que el gobierno ha irrespetado la voluntad popular expresada en las urnas. “Estamos en las calles, a nivel nacional, en lo que es carreteras nacionales e internacionales, están tomadas, no vamos a agachar la cabeza”, señala la líder hondureña.

Jazmín indicó que junto a la intención de reelección que es rechazada por la población, Hernández buscará aplicar un paquete de privatización en áreas clave del Estado como es la educación y servicios de salud.

“Hay muchos compañeros heridos, muertos incluso, así que la situación está cada vez más dura”, explica la referente de Vía Campesina. Los escenarios respecto de 2009 son similares, ya que “el pueblo no se ha reconciliado, no ha cambiado nada y en términos de movilización quizá estamos en la misma cantidad de personas movilizadas que en 2009. No se nos ha olvidado lo que ocurrió en ese momento. Es cuestión de días o de horas”, dice Jazmín.

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La CLOC Via Campesina repudia la represión y el intento de Fraude en Honduras y exige que se respete la voluntad popular

Las organizaciones campesinas, indígenas, de trabajadores y trabajadoras rurales, de afrodescendientes, de pescadores y de pequeños productores de América articuladas en la CLOC Vía Campesina repudiamos la represión que el regimen del presidente Juan Orlando Hernandez a desatado sobre el pueblo Hondureño cuando este empieza a movilizarse para exigir se termine con el fraude y se respete el genuino resultado de las elecciones que sorpresivamente cuando lideraba el candidato de la Alianza Opositora, Salvador Nasralla, fue congelado, para dar como ganador 24 hs despues por apenas 1 punto al oficialismo.

La CLOC Vía Campesina, que  articula a mas de 80 organizaciones nacionales de 22 países de América Latina, expresa su solidaridad incondicional con el pueblo hondureño y los movimientos campesinos y populares que vienen enfrentando la violencia y agresión que se intensificó luego del golpe a Manuel Zelaya.

Exigimos a la comunidad internacional que se extremen las medidas para detener el fraude que atenta contra la democracia, el pueblo ha decidido terminar con el neoliberalismo oligárquico y avanzar hacia la democracia con justicia social

Cientos de campesinas y campesinos han sido violentados , despojados de sus tierras  y asesinados en estos años en Honduras, ante un estado que lejos de proteger la vida y los derechos campesinos, promueve el desarrollo del agronegocio y el saqueo de las trasnacionales  y perpetúa la impunidad de los terratenientes y Sicarios

Llamamos a  nuestras organizaciones  a estar alertas, a movilizarse a embajadas y consulados y a movilizar junto con otros sectores para exigir que se restablezca la legalidad y la democracia en Honduras, se garantice y respete el resultado de las elecciones y se juzgue a los responsables de la represión y violación de derechos humanos en ese país

Contra el saqueo del Capital y del imperio

América Unida sigue en Lucha!

Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo

CLOC Via Campesina

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Brasil: Em Correntina, mais de 5 mil atingidos e atingidas denunciam em Audiência Pública o conflito das águas no Oeste da Bahia

 Em toda a bacia do Rio Corrente são cerca de 100 empresas estrangeiras do agronegócio que têm utilizado indiscriminadamente às águas dos rios. 

«A crise hídrica que vivemos é também pela insuficiência total das instâncias de gestão, os instrumentos não estão sendo aplicados», afirma Luciana Khoury, promotora do Ministério Público Estadual da Bahia. 

Há anos o Governo do estado concede outorgas para essas empresas sem a devida fiscalização. Para a promotora, é preciso acertar a equação entre os critérios técnicos do Inema e as informações trazidas pela população. «Se o povo diz que as empresas estão prejudicando o rio, ninguém melhor que quem vive a região pra saber», reforça Luciana. 

Suspensão da outorgas
O Movimento dos Atingidos por Barragens-MAB faz o alerta às autoridades há mais de 10 anos e reafirma que as águas da Bacia correm riscos, as como as mais de 100 mil famílias que vivem dele. 

«Não vamos passear sede na beira dos rios do Oeste. Nossa luta é legítima e só vamos para quando salvamos nossas águas», afirma Andréia Neiva, do MAB. 

O MAB exige a SUSPENSÃO imediata da todas as liberações de outorga e supressão de vegetação; a investigação das outorgas já concedidas; e a elaboração de um Plano de Bacia construído de forma participativa e coletiva.

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Argentina: Invitación a Foro Soberania Alimentaria en el marco de las acciones contra la OMC

Desde la CLOC y La Vía Campesina Internacional estaremos en lucha durante la semana de denuncia global contra la OMC. #FueraOMCdelaAgricultura #FueraOMC

En Argentina estaremos en el Foro de Soberanía Alimentaria, convergencia entre movimientos locales, nacionales e internacionales para compartir las experiencias y realidades que hacen a la cotidiana construcción del derecho a la #SoberaníaAlimentaria 

Les esperamos el 12 de Diciembre, de 9.30 – 17.30 en Facultad de Ciencias Sociales de la UBA en Santiago del Estero 1029, Barrio de Constitución

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Honduras: Alerta Nacional e Internacional ante la manipulación de la información electoral

El lunes 27 de noviembre alrededor de las 2 de la mañana el Tribunal Supremo Electoral (TSE) contabilizando el 59% de las actas electorales daba una ventaja de 5% a favor del candidato de la oposición contra la dictadura Salvador Nasralla, eso significaba mas de 100,000 mil votos arriba del candidato oficialista Juan Orlando Hernandez.

Ayer a las 5 p.m. esa tendencia aumentaba, pero han pasado mas de 24 horas y el TSE ha retenido la información.

Sin embargo el magistrado Ramiro Lobo a reiterado públicamente que la tendencia ganadora de la oposición se mantiene y que es irreversible.

El Candidato oficialista JOH se resiste a reconocer los resultados y a entregar el poder a la oposición.

Ante esta situación el pueblo inicia a movilizarse, por ejemplo los peajes fueron abiertos a paso libre, a pocas horas podría haber un llamamiento general a la población a defender la victoria.

Se especula que podemos estar ante un posible toque de queda en las próximas horas.

Llamamos a la comunidad internacional, movimiento social internacional, a La Via Campesina Internacional a movilizarse alrededor de la Solidaridad con el pueblo hondureño.

Saludos, HASTA LA VICTORIA SIEMPRE

RAFAEL ALEGRIA
Coordinador General
Via Campesina Honduras

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Cumbre de los Pueblos “Fuera OMC – Construyendo Alternativas

 

Declaración final de la cumbre de los pueblos “Fuera OMC, construyendo soberanía”

Declaración del Foro de Soberanía Alimentaria Territorios de Paz para la Vida Digna Cumbre de los Pueblos frente a la OMC

“¡La OMC mata campesinas y campesinos! ¡21 años ya es suficiente! ¡Fuera OMC de la Agricultura!” – La Vía Campesina refuerza la resistencia en Conferencia Ministerial

La Via Campesina convoca a participar de las acciones en Bs As en el marco de la Cumbre de los Pueblos «Fuera OMC- Construyendo Soberanía»

Cumbre de los Pueblos “Fuera OMC – Construyendo Soberanía”

Invitación a Foro Soberania Alimentaria en el marco de las acciones contra la OMC

Conferencia de Prensa: Lanzamiento de la Semana de Acción contra la OMC

La Vía Campesina llama a la Cumbre de los Pueblos “Fuera OMC – Construyendo Alternativas” en el marco de la XI Conferencia Ministerial en Argentina

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Argentina: Conferencia de Prensa: Lanzamiento de la Semana de Acción contra la OMC

Conferencia de Prensa: Lanzamiento de la Semana de Acción contra la OMC

La Confluencia Fuera OMC invita a los medios  y a la sociedad en general a una Conferencia de Prensa, el jueves 30 de noviembre, a las 17 hs, en la Sala Giribaldi del Centro Cultural de la Cooperación (Corrientes 1543 – CABA) para presentar el Programa de la Semana de Acción contra la OMC que se desarrollará entre los días 7 y 13 de Diciembre e incluye la Cumbre de los Pueblos “Fuera OMC – Construyendo Soberanía” del 11 al 13 de este mes.

Las organizaciones, redes y movimientos de la Confluencia se han declarado “en alerta y resistencia y han expresado la necesidad de denunciar al comercio en el marco del capitalismo como una falsa propuesta de desarrollo, desnudando su carácter expoliador que aniquila la soberanía y los derechos de los pueblos, y a pensar un comercio y formas de desarrollo soberanas para y en manos de los pueblos.” La versión preliminar del Programa puede consultarse en https://fueraomc.org/programa/.

Más información: https://fueraomc.org/ y https://www.facebook.com/ConfluenciaFueraOMC/. Twitter: (@fueraomc2017)

Contactos de prensa:

Daniel Giovannini: 15 5043-1250 / Julia Varela: 0221 304-7311

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Brasil: Famílias do Acampamento Helenira Rezende resistem a ação de despejo

Nesta segunda-feira (27), por vota das 7h da manhã (horário local), o Comando de Missões Especiais chegou no Acampamento Helenira Rezende, no Sudeste do Pará, para cumprir a medida liminar de reintegração de posse na Fazenda Cedro/Fortaleza. 

Grande parte das famílias já se organizam pra sair da área denominada fazenda Cedro. No entanto, a área que supostamente é a fazenda Fortaleza, ainda depende do resultado do georeferenciamento do Instituto Nacional Colonização e Reforma Agrária (Incra), que iniciará hoje. Para além dos técnicos do Incra, o trabalho será acompanhado por um perito do Instituto de perícias Renato Chaves e 2 professores da UNIFESSPA. 

O CME já está nos lotes executando os despejos.15 caminhões e uma retro-escavadeira enviadas pela Agropecuária Santa Bárbara também estão no local. 

Todos aguardam o resultado da perícia da área.

Série de despejos

Além do acampamento Helenira Rezende, outros dois territórios com famílias do MST no Sul e no Sudeste do Pará estão sob ameaça de despejo até o fim de 2017.

Os três acampamentos estão na lista de 20 áreas ameaçadas de despejo nessas regiões paraenses. Segundo estimativas, um total de 2 mil famílias moram nos terrenos que são alvo de determinação judicial para reintegração de posse.

O acampamento Helenira Rezende é marcado pela produção agrícola e ecológica. As famílias produzem cerca de 1,5 mil litros de leite por dia, além de possuir uma plantação de 10 mil pés de bananas e mais de 40 hectares de mandioca. As produções garantem a alimentação das famílias e também são comercializadas. 

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