Guatemala: A tres años de los desalojos violentos en el Valle del Polochic, el gobierno sin cumplir compromisos adquiridos

28 de marzo de 2014

DSCN9972A tres años de que 769 familias fueran desalojadas de forma violenta en el Valle del Polochic, hombres mujeres y niños siguen exigiendo al presidente de la república Otto Pérez Molina cumpla con los compromisos adquiridos con las familias.

Carolina Rax Tiul representante de las comunidades desalojadas en marzo de 2011, expresó que las familias siguen abandonadas, no tienen donde vivir ni lugar para sembrar sus alimentos, «El presidente no ha cumplido, ya estamos cansados las mujeres y niños queremos casa y tierra; no queremos oír otra vez que el gobierno entregará la tierra, lo que queremos es que la entregue ya», indicó la representante de las familias desalojadas.

«Nos tildan de invasores, los invasores son los que vienen a sembrar caña, por eso exigimos al gobierno que nos den donde vivir», puntualizó Rax Tiul.

Al finalizar la marcha realizada en marzo de 2012, con un recorrido de más de doscientos kilómetros que de Cobán Alta Verapaz se dirigió a la capital, el presidente Pérez Molina se comprometió a atender en el año 2012 a 300 familias, otras 300 familias serían atendidas en el 2013 y el resto en el año 2014, sin embargo a dos años de haberse realizado la marcha y tres años de los desalojos violentos Pérez Molina sigue sin cumplir con su compromiso.

De las 769 familias desalojadas a la fecha se ha entregado titulo de propiedad a 140 familias, sin embargo solo han sido reasentadas 30 familias las 110 restantes aún está pendiente el traslado a la comunidad Sactelá de Cobán Alta Verapaz ya que hasta la fecha no cuenta con condiciones mínimas para ser trasladadas. Las 629 familias restantes no han recibido ninguna respuesta del gobierno central.

A tres años de los desalojos violentos y a dos años de la marcha realizada por miles de jóvenes, hombres, mujeres, niños y niñas de las familias desalojadas y de organizaciones que mostraron su solidaridad, el Estado sigue sin cumplir las medidas cautelares dictadas por la Comisión Interamericana de Derechos Humanos -CIDH- en junio de 2011, ordenando al Estado de Guatemala brindar seguridad alimentaria y vivienda digna a las 769 familias desalojadas de forma violenta.

Para recordar al presidente Pérez Molina y a las instituciones de gobierno el incumplimiento a los compromisos adquiridos con las familias, se realizaron diversas actividades para recordar que las familias del Polochic siguen abandonadas y para exigir a autoridades de gobierno cumpla con los compromisos adquiridos en marzo de 2012 con la Marcha Indígena Campesina y Popular.

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La CLOC VC saluda los 36 años de la ATC – Asociación de Trabajadores del Campo- Nicaragua

27 de marzo de 2014

logo-cloc_nuevo.jpgatc.jpgDesde el continente latinoamericano todo, desde nuestra lucha cotidiana por un mundo mejor, por un campo organizado y habitado por familias que produzcan su alimento y el del resto de la sociedad en su propia tierra, la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo – Via Campesina extiende un abrazo a una de las organizaciones que forma parte de la misma desde sus orígenes.

La ATC viene siendo uno de los motores del crecimiento y la multiplicación de las organizaciones campesinas en Centroamérica y el resto del continente americano, siguiendo el ejemplo de Sandino y el de Chávez, que al igual que Bolivar y el Che, soñaron y pelearon hasta las últimas consecuencias por ver a su patria liberada, entendiéndola siempre como América Latina.

Desde la Secretaría Operativa de la CLOC saludamos y acompañamos las diversas actividades que la ATC esta realizando en este mes para conmemorar sus 36 años en la lucha.

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O que está acontecendo no setor elétrico nacional?

27 de março de 2014

Por Leonardo Maggi*

Logo MAB 20 anosDiariamente tem sido tema e manchete dos principais jornais a chamada «crise energética». O próprio PSDB está chamando um «tarifaço» contra os futuros aumentos das tarifas de energia elétrica anunciados pelo governo. O discurso bem alinhado do «quarto poder» ainda propaga que a culpa é da falta de chuva (em Rondônia a culpa é da chuva) e apontam para o iminente risco de racionamento. As notícias tentam retomar no imaginário coletivo o mesmo sentimento de caos oriundo do racionamento de 2001.

No último dia 13 de março, o governo anunciou uma «ajuda» que soma R$ 21 bilhões às empresas de energia elétrica para o ano de 2014. Para cobrir este valor, R$ 13 bi sairão dos cofres do tesouro e R$ 8 bi serão captados pelas próprias empresas no mercado financeiro. A partir de 2015, tudo isso passará a ser cobrado nas contas de luz, através de futuros aumentos.

Outro tema muito freqüente nos meios de comunicação é referente aos preços de energia elétrica cobrados no chamado Mercado de Curto Prazo (contratos de energia a ser entregue em menos de seis meses), onde as geradoras (hidrelétricas) estão cobrando R$ 822,83 por cada mil kilowatts hora de energia. As empresas alegam que o preço é alto por culpa da falta de chuva (um problema natural) – ou seja, o setor elétrico está à mercê da lógica de oferta e procura de São Pedro – e pela necessidade de acionamento das térmicas.

A partir das tarifas que as geradoras vêm cobrando no chamado «Mercado de Curto Prazo», o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) realizou um estudo que confirma a previsão de aumento nas contas de luz para o próximo ano, variando entre 18% e 31%.

Mas o que de fato está ocorrendo? A culpa realmente é da chuva, ou da falta dela?

No final do ano de 2012, a presidenta Dilma iniciou um processo de renovação, por mais 30 anos, das concessões de diversas hidrelétricas, a maioria de controle estatal, que teriam seus contratos vencidos entre 2012 e 2015. Em contrapartida, exigiu uma redução da tarifa – em vez de vender sua energia à R$100,00/1.000 kWh, como vinham fazendo em média até então, passariam a vender pelo valor de R$33,00. Isso representou uma redução de 20%, em média, das tarifas de energia elétrica.

Mas os governos de Minas Gerais, Paraná e São Paulo – todos sob o comando do PSDB – não aceitaram renovar as concessões de suas hidrelétricas e se colocaram contrários à redução das tarifas de energia elétrica. Isso porque a medida reduziria a taxa de lucro aos acionistas.

As empresas estaduais de energia, mesmo sendo denominadas como estatais, tem grande parte de seu capital privatizado. No caso da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), são 78% de controle privado, da Copel (Companhia Paranaense de Energia) 69% e da CESP (Companhia Energética de São Paulo) 64%.

São 36 usinas – 12 Hidrelétricas e 24 Pequenas Centrais Hidrelétricas – construídas há mais de 30 anos, já amortizadas (com o valor de investimento já recuperado), que poderiam estar oferecendo a energia mais barata do Brasil.
Ao todo, elas somam um potencial próximo a 10.000 MW (cerca de 10% do potencial hidrelétrico brasileiro), todas administrados por governos estaduais do PSDB. À medida que seus contratos de concessão vão se encerrando, estas serão devolvidas ao governo federal e em seguida leiloadas para serem repassadas a um novo concessionário.

Como seus contratos de venda de energia também estão vencendo, elas estão livres para comercializar sua energia livremente. Com isso, estão cobrando (vendendo) cerca de R$ 822,83/1.000 kWh, onde deveriam vender a R$ 33,00 (como as usinas controladas pela Eletrobrás).

Vejam um exemplo: a hidrelétrica Luiz Carlos Barreto, de Furnas, localizada no rio Grande, divisa entre MG e SP, aceitou a proposta de renovação do governo Federal e passou a vender energia a R$ 33,00/1.000 kWh, o que garante ainda uma taxa média de lucro. Entretanto, 30 quilômetros abaixo do mesmo rio, uma hidrelétrica (Jaguara) da CEMIG, que não aceitou reduzir o preço, está cobrando R$ 822,83 pela mesma quantidade de energia, um valor 25 vezes maior, o que gera lucros extraordinários.

Não é problema de seca e também não é o problema das usinas térmicas, é pura especulação com a hidroeletricidade. Tudo isso será repassado em futuros aumentos nas contas de luz da população brasileira.

Como estão conseguindo vender a R$ 822, estas empresas estão lucrando alto, somente em 2014 vão receber cerca de R$ 21 bilhões referente a esta parcela de energia. Além disso, estão funcionando a toda, e isso gera um esvaziamento dos lagos. Portanto, além de lucrar alto, estão criando as condições para forçar um grande aumento nas contas de luz e até possibilidade de racionamento, o que geraria grande desgaste político ao governo em ano eleitoral.

Enquanto isso, o governo está aceitando a chantagem. Há poucos dias, autorizou este repasse bilionário aos empresários do setor elétrico para, além de não perder a confiança do capital privado, transferir os aumentos das tarifas de energia elétrica da população brasileira para depois do período eleitoral.

Enquanto não enxergarmos a energia como algo estratégico, que necessita de controle estatal, com participação popular, ficaremos reféns e continuaremos pagando a conta.

*Engenheiro agrônomo, mestre em Geografia pela FCT Unesp e integrante da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens

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Honduras: Matan a balazos a líderes campesinas en Pimienta, Cortés

27 de marzo de 2014

hond.jpgDos líderes campesinas fueron acribilladas de varios balazos propinados la mañana de este jueves en el municipio de Pimienta, Cortés a 25 kilómetros de San Pedro Sula.

Las mujeres han sido identificadas como Alma Yaneth Diaz Ortega (46) y Juverlinda Castellanos (48), ambas miembros del grupo campesino Bellavista.

Las autoridades policiales no han recabado más información que los guié hasta los responsables. El ataque a las dos lideresas ocurrió a eso de las 8:30 de la mañana.

Según versiones de testigos en el área, las dos mujeres habría perdido la vida por supuestos litigios de tierras.

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Paraguay: Comunicado de la MCNOC a la opinión pública nacional e internacional

27 de marzo de 2014

mncocpara.jpgLa Mesa Coordinadora Nacional de Organizaciones Campesinas- MCNOC- se dirige a la opinión pública nacional e internacional para manifestar cuanto sigue:

La MCNOC se movilizara en trece departamentos del país, y en la capital, para acompañar la jornada nacional de protesta y la huelga general, contra la política neoliberal entreguista del gobierno de Horacio Cartes, la derogación de la Alianza Público-Privada APP.

Así mismo, la derogación de la Ley de militarización, el cese de la persecución y criminalización de las luchas sociales, la reforma agraria integral, la recuperación de las tierras mal habidas e impuesto a la soja, la tarifa eléctrica popular, no a los tarifazos.

Al mismo tiempo, exigimos la libertad a los compañeros presos políticos con huelga de hambre de Curuguaty, la entrega de las tierras para los campesinos y por un modelo económico productivo y agroecológico que esté al servicio de la mayoría.

Los departamentos y lugares de concentración son Concepción (Horqueta, Azotey); San Pedro (Capiibary, Cruce Liberacion, Sta. Rosa del Aguaray, Lima, Cruce Guaika, Bº San Pedro); Guaira (Villarrica frente a la 2º división de Infantería); Caaguazú (Caaguazú, frente a villa Constitución, Campo 9, Simon Bolívar, Cnel. Oviedo); Caazapá (Caazapá, San Juan Nepomuceno); Itapúa (Pirapey km 45, Encarnacion, puente, Cnel. Bogado); Misiones (Cruce Sta. María); Paraguarí( Carapeguá, Asunción); Alto Paraná( Ciudad del Este, Villa San Francisco, Minga Pora, Nueva Fortuna, Iguazú km58, Juan E.Oleary); Canindeyú( Jasycañy, Yvypyta km35, Salto del Guaira, Cruce Carolina, Rotonda Curuguaty); Villa Hayes( Puente Remanso, Irala Fernández); Cordillera ( Asunción) y Capital( Asunción).

¡! Compatriotas, la patria nos llama!!

Asunción, 24 de marzo de 2014

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Paraguay: Comunicado Articulación Curuguaty situación actual huelga de hambre

27 de marzo de 2014

curugu.jpgDesde la Articulación por Curuguaty reiteramos nuestra comprensión, respeto y respaldo a la medida de huelga de hambre tomada por los presos políticos de Marina Kue: Felipe Benítez, Adalberto Castro, Néstor Castro, Arnaldo Quintana y Rubén Villalba, encarcelados en el penal de Tacumbú.

La decisión de realizar la huelga de hambre es una medida de presión debido a la falta de respuesta por parte de las autoridades ante el proceso y la detención ilegal. Como han declarado los huelguistas, es la única herramienta de que disponen para intentar detener la injusticia que sufren hace 1 año y 9 meses y poder conseguir la libertad a la que tienen derecho.

Es una reacción a un proceso judicial y mediático que les ha condenado de antemano, plagado de irregularidades en cuanto al debido procedimiento y que se ha llevado adelante contra todo criterio de justicia, legalidad y derechos humanos.

Felipe, Adalberto, Néstor, Arnaldo y Rubén se han visto obligados a tomar esta medida por la actuación del poder judicial en el caso que les involucra. Esta situación es responsabilidad de quienes mantienen privados de su libertad, en cárcel y prisión domiciliaria, a los presos y presas de Marina kue.

Son, entonces, inductores al suicidio, todos aquellos funcionarios de los distintos ámbitos del poder judicial que han negado justicia a los presos políticos de Marina Kue. Y suena a burla que hoy se acuerden del derecho a la vida de Rubén Villalba cuando los habeas corpus presentados por la defensa jurídica de los 5 huelguistas fueron denegados el día 25 de marzo.

La voluntad expresa de no recibir tratamiento es una decisión personal exclusiva de los presos políticos del caso Curuguaty,avalada por un protocolo internacional- no colisiona con el derecho de ellos a la vida. En este caso, al contrario, y hasta puede sonar paradójico, pero para acceder a la vida, o rozar aunque sea una vida verdadera que tiene que ver con la dignidad, ellos apelan a esta medida extrema y dolorosa.

Apoyamos, comprendemos y respetamos esas decisiones, cuentan con nuestro acompañamiento, además están respaldados en el derecho, como establece el Protocolo de Malta que establece que dar tratamiento contra su voluntad es delito y constituye malos tratos, crueles e inhumanos.

La Constitución Nacional en su artículo 5 se refiere a los Tratos Crueles, Inhumanos y Degradantes. El art. 7, el Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos (1966) habla del tratamiento sin consentimiento «… en particular, nadie será sometido sin su libre consentimiento a experimentos médicos o científicos.»

La Declaración de Malta, en su principio, declara: «… La alimentación forzada contra un rechazo informado y voluntario es injustificable.»

La Comisión de Víctimas y Familiares de Marina Kue convoca hoy a las 18:00 hs. a una vigilia por la Libertad de los presos políticos, frente al Hospital Militar.

¡TIERRA Y LIBERTAD!

¡JUSTICIA PARA MARINA KUE¡ ¡JUSTICIA PARA PARAGUAY!

¡LIBERTAD A LOS PRESOS POR LUCHAR!

Articulación por Curuguaty (AxC)

Contactos de Prensa

Pelao Carvallo (0961) 102 544

Concepción Oviedo (0983) 704 571

Rogelio Ocampos (0985) 964 197

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Bolivia: Conclusiones taller informativo programas y proyectos productivos CSUTCB y CNMCIOB «BS»

26 de marzo de 2014

csutcb taller 6La Confederación Sindical Única de Trabajadores Campesinos de Bolivia (CSUTCB) y la Confederación Nacional de Mujeres Campesinas Indígenas Originarias de Bolivia «Bartolina Sisa» en coordinación con el Ministerio de Desarrollo Rural y Tierras, llevaron delante de manera exitosa el primer Taller Informativo Sobre Programas y Proyectos Productivos, que se realizó en la sede de Federación de Campesinos en Cochabamba la pasada semana.

Con el objetivo de tener una información clara y conocer sobre los proyectos productivos y sobre los programas que se ejecutan en beneficio de las comunidades campesinos/as indígenas originarios del estado Plurinacional de Bolivia, dependientes del MDRyT.

«HACIA LA CUMBRE NACIONAL DE TIERRA Y TERRITORIO Y LEY AGRARIA FUNDAMENTAL»

Entre las conclusiones se destaca lo siguiente:

1.- El primer taller nacional informativo sobre programas y proyectos productivos fue muy exitoso e importante para los participantes
2.- Se conoció en detalle sobre los programas como INSA, INIAF, ACCESO PAR y otros
3.- A través de un plan de trabajo de talleres las dos organizaciones matrices tanto la CSUTCB y la CNMCIOB»BS» realizaran similares talleres de información sobre los programas y proyectos en coordinación con el MDRyT, en los nueve departamentos del país, en donde participarán también las gobernaciones y municipios.
4.- Se analizara en una reunión de alto nivel de ejecutivos, ministra y viceministros, temas importantes como; precio justo, asociaciones y otros concernientes al movimiento campesino indígena originario del estado plurinacional.
5.- Se anuncio la fecha y lugar de la realización de la Cumbre Nacional de Tierra y Territorio y Ley Agraria Fundamental para los días 23,24 y 25 de abril de 2014 en la ciudad de Santa Cruz.

En entrevista a los medios de comunicación el Ejecutivo Nacional de la CSUTCB, Damián Condori califico de Muy fructífero y positivo la realización del primer taller informativo sobre programas y proyectos productivos,
«hemos conocido el proceso de todos los programas y proyectos, los requisitos para acceder a las mismas, todavía tenemos pendiente el debate sobre asociaciones y otros temas que las realizaremos en una reunión de alto nivel y a partir de la fecha la coordinación con el ministerio, viceministros y directores será más estrecha, el tema tierras debatiremos en la cumbre nacional, sostuvo Damián Condori.

Por su parte la Ejecutiva Nacional de CNMCIOB»BS» Juanita Ancieta manifestó que fue importante informarse sobre los diferentes proyectos tanto hombres y mujeres quienes llegamos a los nueve departamentos.

«tenemos y es importante garantizar la soberanía alimentaria esta en las manos de campesinos y campesinas, ahora nos tocar bajar a cada departamento a debatir con nuestros dirigentes provinciales y comunidades campesinas, acoto Juanita Ancieta.

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Boletin Tierra Marzo 2014

26 de marzo de 2014

Boletín Tierra marzo 14 PDF

La última edición de nuestro Boletín Tierra Boletín Tierra, una herramienta histórica de la CLOC- VC para informar, intercambiar.

El Boletín Tierra es fruto del Colectivo Continental de Comunicación de la CLOC -VC 

En este número de Marzo:

– La CLOC Vía Campesina en el Año Internacional de la Agricultura Familiar.

– Encuentro Internacional de Semillas en Nicaragua.
– El MST a sus 30 años.
– Cumbre Agraria campesina, étnica y popular.
– Convocatoria IV Asamblea Continental de la Juventud de CLOC-VC
– Manifiesto Internacional de las Mujeres de la Vía Campesina
– Campañas de Solidaridad permanente

 

Nicaragua: La Asociación de Trabajadores del Campo-ATC en su XXXVI Aniversario

22 de Marzo de 2014

1970849 497901783665138 1137104810 nDeclara

Primero
Que frente a las adversidades que nos impone el modelo capitalista por su forma de producción y explotación de la fuerza laboral que levanta la producción que genera la riqueza y la estabilidad económica del país.

Segundo
Que como colectivo organizado somos conscientes de las grandes limitaciones propias de un país subdesarrollado, las condiciones de vida en el campo son las más difíciles y nuestra juventud se siente con pocas perspectivas de hacer su vida en el mundo rural a no ser que se mejoren las condiciones

Tercero
Que el desempleo no es solo la falta de una plaza de trabajo; es también generador de actividades peligrosas, de rutas de desestabilización social e institucional

Cuarto
Que ante el ingreso de muchos Nicaragüenses al trabajo irregular, la urgencia de renovación del cultivo de café por los ataques de la roya, la producción de arroz que viene alcanzado soberanía productiva y el tabaco, maní y la ganadería que han encontrado reconocimiento internacional por calidad.

Quinto
Que ante la necesidad de seguir produciendo alimentos en la que a los trabajadores y trabajadoras, se les respete sus derechos laborales y se les garanticen condiciones laborales dignas.

Sexto
Que los trabajadores necesitamos desarrollo, como los empresarios lo necesitan, en la que el gobierno debe ser facilitador para un desarrollo integral del agro, tomando en cuenta la tutela de los derechos de los trabajadores y la calificación laboral de los trabajadores y trabajadores.

Séptimo
La tragedia heredada de la producción verde contaminante de químicos y tóxicos que desecha a nosotros los trabajadores como platos descartable luego de pocos años de trabajo y que tiene en desgracia a miles de cancerosos hipertensos y enfermos renales

Octavo
Que en la nueva etapa de la revolución nicaragüense inspirada en principios Cristianos, socialistas y solidarios, en la que somos protagonistas de la restitución de derechos ciudadanos, compartiendo la responsabilidad en la lucha contra la pobreza y en cada una de las tareas marcadas en el Plan Nacional de desarrollo Humano.

Nueve
Saludamos el combate a la extrema pobreza y la desnutrición, el programa de alfabetización que se está complementado con el bachillerato técnico y el emprenderurismo a favor de la juventud trabajadora.

Por todo lo anteriormente señalado la ATC en este 36 aniversario declara:

1. Respaldamos la concertación productiva agroindustrial que de participación dé la ganancia de la industria y la exportación a la producción primaria o finquera para que las y los trabajadores podamos negociar con finqueros capitalizados que en este momento sin la concertación productiva se presentan en quiebra
2. Seguiremos fomentando el Diálogo Social bipartito y tripartito en la que se promueva la validación de oficios y la certificación de competencias laborales, así como el desarrollo de programas de capacitación técnicas en conjunto con el INATEC y los empresarios, con la negociación de Convenios bipartitos y tripartitos para mejorar las condiciones laborales de los trabajadores y trabajadoras en cumplimiento de la ley, que comprometa también a los inspectores del Ministerio del trabajo, una vez alcanzado ese cumplimiento buscaremos beneficios superiores a los ya establecidos en la legislación laboral.

3. Continuaremos promoviendo las Comisiones Mixtas de Higiene y Seguridad del Trabajo por empresa, para detener la contaminación de los agroquímicos y ejecutar planes preventivos y de urgencia ante los riesgos y accidente de trabajo con supervisión institucional y sindical. No estamos en plan de paralizar la agro exportación, pero necesitamos detener el envenamiento de los trabajadores con las Comisiones Mixtas y los planes preventivos.

4. Fomentaremos las relaciones de equidad e igualdad entre hombres y mujeres del sector agropecuario para consolidar la organización sindical, contribuyendo al proceso de erradicación de la violencia de género en el ámbito laboral.

5. Seguiremos fortaleciendo y ampliando la organización de trabajadores y trabajadoras del campo en todas las empresas y en los municipios, logrando cada día que los sindicatos sean protagonistas permanentes de su propio desarrollo, donde debe ser prioridad la organización sindical en aquellas empresas y fincas con más de 200 trabajadores como formas organizativas de incidencia laboral en la gestión y conquistas de derechos laborales que garanticen mejores condiciones para las y los trabajadores.

6. Continuaremos capacitando al liderazgo sindical y afiliados, que permita asumir tareas más complejas y con mayor productividad durante el proceso de desarrollo económico y científico del país en esta nueva etapa

7. .Seguiremos fortaleciendo la unidad intersindical con todas las centrales sindicales obreras, que comparten agenda común de cara a incidir en la toma de decisiones a nivel nacional en beneficio de las y los trabajadores..

8. Ampliaremos la participación de las distintas expresiones de la organización de los trabajadores del campo (asalariados, por cuenta propia, pequeños productores hombres y mujeres) con propuestas concretas en los diferentes espacios del sistema del poder ciudadano o gabinetes de Familia, la comunidad y la vida, para contribuir a superar las dificultades y aportar activamente al desarrollo de nuestra comunidad y país.

9. Fortaleceremos y ampliaremos los intercambios con las organizaciones sindicales y campesinas de todo el mundo mediante la CLOC, Vía Campesina Internacional, la Plataforma Sindical Común Centroamericana, el ESNA, etc. Poniendo en alto a Nicaragua y su proceso de desarrollo como nación libre en articulación con diversos países del mundo.

10. Aprovecharemos las reformas educativas con la formación técnica para el campo, la promoción sindical, la formación política en la escuela rural y la formación técnica relacionada con los territorios.

11. Continuaremos participando en distintos espacios de incidencias y de desarrollo tales como las mesas nacionales y departamentales laborales, Consejo Nacional del Salario mínimo, mesas de Higiene y Seguridad municipales y departamentales, Comisión Nacional de Plaguicidas, mesas de empleo juvenil y estructuras de desarrollo local

12. Aprovecharemos las practicas salariales y acuerdos de normas de producción basadas en la realidad de los rubros agroindustrial para formalizar estas negociaciones en convenio por empresas complementarios a la mesa del salario mínimo, de tal forma que los salarios se complementen entre el mínimo Salarial de las pequeñas empresas y la negociación de la escala salarial con las empresas de producción de escala.

13. Continuaremos fortaleciendo las alianzas entre los sindicatos de trabajadores con las cooperativas de distintos sectores y con los gremios de productores, para articular un comercio justo, estimulando las cooperativas de producción y consumo , en la lógica proyectada por Unapa y Fecampo, como expresiones organizativas de los productores que comparten valores, principios y estrategias con la ATC.

Estelí 22 de Marzo del 2014

VIVA EL 36 ANIVERSARIO DE LA ATC

CONCERTACIÓN PRODUCTIVA AGROPECUARIA CON LIBERTAD SINDICAL

PROMOCION Y CERTIFICACION LABORAL PARA LA RESTITUCION DE DERECHOS

GLOBALICEMOS LA LUCHA, GLOBALICEMOS LA ESPERANZA