Nosotros los occidentales, los principales responsables

Lunes 6 de Agosto de 2012

Leonardo Boff

LEOEl conjunto de crisis que avasalla a la humanidad nos obliga a parar y hacer un balance. Es el momento filosofante de todo observador crítico, siempre que quiera ir más allá de los discursos convencionales e intrasistémicos.

¿Por qué hemos llegado a la situación actual que objetivamente amenaza el futuro de la vida humana y de nuestra obra civilizatoria? Respondemos sin mayores justificaciones: los principales causantes de este recorrido son aquellos que en los últimos siglos detentaron el poder, el saber y el tener. Ellos se propusieron dominar la naturaleza, conquistar el mundo entero, someter a los pueblos y poner todo al servicio de sus intereses.



Para esto utilizaron un arma poderosa: la tecnociencia. Por la ciencia identificaron cómo funciona la naturaleza y por la técnica realizaron intervenciones para beneficio humano sin reparar en las consecuencias.

Los señores que realizaron esto fueron los europeos occidentales. Nosotros latinoamericanos fuimos agregados a ellos a la fuerza como un apéndice: el Extremo Occidente.

Esos occidentales, sin embargo, están hoy enormemente perplejos. Se preguntan aturdidos: ¿cómo podemos estar en el ojo de la crisis si tenemos el mejor saber, la mejor democracia, la mejor economía, la mejor técnica, el mejor cine, la mayor fuerza militar y la mejor religión, el cristianismo?

Ahora estas «conquistas” están puestas en entredicho, pues ellas, no obstante su valor, es innegable que ellas no nos proporcionan ningún horizonte de esperanza. Sentimos que el tiempo occidental se ha agotado y ha pasado ya. Por eso ha perdido cualquier legitimidad y fuerza de convencimiento.

Arnold Toynbee, analizando las grandes civilizaciones, notó esta constante histórica: siempre que el arsenal de respuestas para los desafíos ya no es suficiente, las civilizaciones entran en crisis, empiezan a descomponerse hasta que colapsan o son asimiladas por otra. Esta trae renovado vigor, nuevos sueños y nuevos sentidos de vida personales y colectivos. ¿Cuál vendrá? ¿Quién lo sabe? He aquí la pregunta crucial.

Lo que agrava la crisis es la persistente arrogancia occidental. Incluso en decadencia, los occidentales se imaginan como la referencia obligatoria para todos.

Para la Biblia y para los griegos este comportamiento constituía el supremo desvío, pues las personas se colocaban en el mismo pedestal de la divinidad, considerada como la referencia suprema y la Última Realidad. Llamaban a esa actitud hybris, es decir, arrogancia y exceso del propio yo.

Fue esta arrogancia la que llevó a Estados Unidos a intervenir con razones mentirosas en Irak, después en Afganistán y antes en América Latina, sosteniendo durante muchos años regímenes dictatoriales militares y la vergonzosa Operación Cóndor mediante la cual centenares de líderes de varios países de América Latina fueron secuestrados y asesinados.

Con el nuevo presidente Barak Obama se esperaba un nuevo rumbo, más multipolar, respetuoso de las diferencias culturales y compasivo con los vulnerables. Craso error. Está llevando adelante el proyecto imperial en la misma línea del fundamentalista Bush. No ha cambiado sustancialmente nada en esta estrategia de arrogancia. Al contrario, inauguró algo inaudito y perverso: una guerra no declarada usando «drones”, aviones no tripulados. Dirigidos electrónicamente desde frías salas de bases militares en Texas atacan, matando a líderes individuales y a grupos enteros en los cuales suponen que puede haber terroristas.

El propio cristianismo, en sus distintas vertientes, se ha distanciado del ecumenismo y está asumiendo rasgos fundamentalistas. Hay una disputa en el mercado religioso para ver cuál de las denominaciones consigue reunir más fieles.

Hemos presenciado en la Río+20 la misma arrogancia de los poderosos, negándose a participar y a buscar convergencias mínimas que aliviasen la crisis de la Tierra.

Y pensar que, en el fondo, solamente buscamos la sencilla utopía, bien expresada por Pablo Milanés y Chico Buarque: «la historia podría ser un carro alegre, lleno de un pueblo contento”.

Publicada en Sin categoría

“As multinacionais são as que têm o poder de fato em nosso país», diz Lugo

Lunes 6 de Agosto de 2012

Por Luiz Felipe Albuquerque

Da Página do MST

“Existe um poder à sombra. São esses os autênticos poderes que não mostram o rosto, mas que decidem.”

Sob esta percepção o presidente deposto do Paraguai, Fernando Lugo, realizou a coletiva de imprensa destinada a veículos de comunicação de caráter alternativo, nesta quinta-feira (2), em São Paulo.

Dentro das análises feitas pelo ex-presidente, a que mais se destacou foi a d as forças políticas e econômicas por detrás do golpe de estado que aconteceu no Paraguai no último dia 21 de junho de 2012.

Bem como pontuara Lugo, o poder que está às escondidas. “Quando comecei na política (como presidente) me disseram que quase 70% do se passa no Paraguai se decide fora do país. Eu não quis acreditar. Mas hoje em dia, pela experiência pela qual passamos, não descarto mais essa possibilidade”, ratificou.



Dentre as forças que não mostram a cara, há um poder que se sobressai, de acordo com Lugo: o poder do agronegócio.

Sua observação se dá pelo fato de que as duas primeiras medidas econômicas – num conjunto de quatro – tomadas pelo Ministério da Fazenda levam a refletir sobre a “ingerência desses poderes de fato na política paraguaia”.

A primeira decisão econômica anunciada pelo novo ministro, segundo Lugo, fora em relação a não tributação sobre as exportações de soja. “O Paraguai é o quarto país exportador de soja do mundo, e possivelmente é o único país que não se tem um imposto sobre a exportação da soja”, destacou.

A segunda medida foram as “boas vindas dadas a todo tipo de sementes transgênicas”, ironizou. De acordo com ele, em seu governo houve um trabalho em recuperar o cultivo de sementes nativas, medida combatida pelos grandes produtores de sementes transgênicas, que alegavam que este tipo de cultivo era ineficaz. “Entretanto, houve uma grande recuperação do milho, do feijão, do algodão, tudo com sementes nativas, nacionais. O que aconteceu foi um rechaço das empresas internacionais com o que se vinha trabalhando”.

“Essas multinacionais são as que têm poder de fato em nosso país. Lastimosamente, assim como em muitos países, a classe política atua como uma extensão desses poderes de fato”, denunciou.

A relação com os agrotóxicos – um braço dessas mesmas indústrias – tampouco é deixada de lado pelo ex-presidente.

Ao comentar que quase 70% dos agrotóxicos que entravam no país se inseriam ilegalmente, outra curiosidade é colocada por Lugo: a mudança do diretor do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Vegetal e de Sementes (Senave) logo após o golpe: o empresário de agroquímicos Jaime Ayala tomou posse. Ele, segundo Lugo, é um dos que contrabandeava agrotóxicos. Além disso, Ayala foi responsável por, logo em seguida, liberar a comercialização de uma série de sementes transgênica, sobretudo da transnacional Monsanto.

Questão Agrária

Dentro da grave crise política pela qual passa o Paraguai, o presidente deposto coloca como o principal desafio do país alterar a estrutura político-econômica da propriedade privada da terra.

Para se ter uma ideia do problema agrário do país vizinho, o Paraguai é o país com maior concentração de terras do mundo, de modo que cerca de 2% dos proprietários rurais são donos de mais de 80% das terras agrícolas do país.

Sobre essa questão, Lugo apresentou um dado um tanto quanto curioso: dentro dos 406.752 Km² de extensão do país, somado todos os títulos de propriedade de terra chega-se aos absurdos 529.000 km². Ou seja, a quantidade de títulos de posse é maior do que o tamanho do próprio país, o que demonstra o quanto há de terras griladas por parte dos grandes fazendeiros no Paraguai.

“Tem que se ter uma coisa bem clara na folha de luta: o primeiro desafio é elaborar uma mudança estrutural da propriedade da terra no Paraguai. Não é fácil, mas não é impossível”, acredita.

Nesse sentido, Lugo fala sobre a necessidade de se convocar uma assembleia constituinte, uma vez que a constituição Paraguaia é a fotografia da atual situação de instabilidade e desigualdade no país.

Golpes e Recursos Naturais

“Há um tema que temos conversado muito na região e que tem uma grande conotação política: os recursos naturais. Eu não sei em que país será, mas o próximo golpe será onde as multinacionais quiserem ter acesso direto e livre aos recursos naturais na América Latina”, destacou.

Nesse sentido, Lugo pontuou a existência de diferentes blocos de países na América Latina, com características próprias, com lógicas econômicas distintas e posicionamentos ideológicos diferenciados, mas que toda essa movimentação da última década na tentativa de uma articulação e interação do continente provocou uma contrarreação de setores nacionais e internacionais antagônicos a essa nova proposta.

“Hoje, depois do Paraguai, acredito que qualquer país tem que estar alerta”, afirmou, ao colocar os recursos naturais enquanto um tema para se ter uma atenção especial.

“O mais importante é estarmos atento às novas formas e modos de golpe. O golpe tem muitos rostos hoje em dia. Uma multinacional pode conseguir do Congresso Nacional uma lei que a beneficie, ou pode mudar um presidente, em qualquer lugar”.

 

Publicada en Sin categoría

Guatemala: Jueces y fiscales, cómplices de persecución hacia campesinos y campesinas

Lunes 6 de Agosto de 2012

Rocizela Pérez Gómez

Representantes del Comité de Unidad Campesina –CUC- miembro activo de la CLOC Vía Campesina solicitaron a la Fiscal General del Ministerio Pública -MP- Claudia Paz y Paz la destitución de la fiscal encargada del caso en Santa Cruz Barillas Gilda Isabel Aguilar Rodríguez por corrupta incapaz y represiva asimismo exigieron se le investigue porque ella es la que dirige la persecución penal en contra de las y los dirigentes de Santa Cruz Barillas solicitaron a Paz y Paz ser objetiva en su actuar y actuar de sus fiscales porque ella es responsable de las acciones de sus fiscales realizan a nivel nacional.

Sergio Beltetón abogado del -CUC- explicó que El juez de Huehuetenango y de Santa Eulalia Huehuetenango Luis Fernando Pérez Zamora y fiscal encargada del caso Gilda Isabel Aguilar Rodríguez se confabularon para convocar a audiencia de prueba anticipada, es decir antes de llegar al debate dicha audiencia para que el testigo Jaime Leocadio Velásquez Méndez declarara después que el Ministerio Público y el abogado de la empresa Hidro Santa Cruz lo visitaran en la cárcel para coaccionarlo, “para ofrecerle saber que” señaló Beltetón quien también dijo que Velásquez Méndez hizo una declaración sin que el Ministerio Público convocara a los abogados de la defensa ni a los sindicados que es una obligación de conformidad con el artículo 317 del Código Procesal Penal. (Jaime Leocadio Velásquez Méndez, fue capturado en el mes de may,o es acusado de los delitos de atentado, asociación ilícita y robo agravado, ya que supuestamente fue una de las personas que ingresaron al destacamento militar de Santa Cruz Barillas)



El abogado del CUC dijo que dicha audiencia la realizó el -MP- el seis de junio la misma tardó alrededor de tres horas en donde Velásquez Méndez declaró en contra de todas las organizaciones de derechos humanos y en contra de las comunidades que se oponen a la Hidroeléctrica en Santa Cruz Barillas, Beltetón catalogó dicho acto como lo que se vivía en la contrainsurgencia debido a que después de la declaración de Velásquez Méndez surgen alrededor de treinta órdenes de captura contra líderes y lideresas de Santa Cruz Barillas.

Asimismo denunció que personeros del -MP- en helicóptero propiedad de la Empresa Hidro Santa Cruz recorrieron comunidades de ese lugar, agregó que plantearán un antejuicio en contra de la fiscal y del Juez así como una denuncia ante la supervisión del MP.

Rafael González afirmó el incremento de la persecución judicial en contra de lideres y lideresas mencionó el caso del dirigente de Alta Verapaz Pablo Sacrab líder que está preso desde el año 2011, también de Manuel Chub del Valle del Polochic a quienes señalan de acciones infundadas, solicitan que la fiscal destituya a Jorge Ruiz y Ruiz, Benjamin Cruz Velasco de Nebaj Quiche porque actúan a favor de las empresas y de terratenientes, además denunció al diputado del Partido Patriota por el Departamento de El Quiché Estuardo Galdámez que hace suyas tierras que no le pertenecen y pretende desalojar a familias a quienes históricamente les pertenece la tierra. Denuncian al fiscal y al Juez de primera instancia de Playa Grande que abiertamente están apoyando al diputado Galdámez.

Publicada en Sin categoría

Brasil: Consórcio se recusa a garantir novas moradias para atingidos pela UHE Santo Antônio

Lunes 6 de Agosto de 2012

mabApós fazer um protesto em frente à Santo Antônio Energia, em Porto Velho, os atingidos pela barragem de Santo Antônio do bairro Triângulo foram recebidos pela empresa para negociação. No entanto, ela se recusou a atender a pauta das famílias, que perderam suas moradias depois da barragem causar desbarrancamento na margem do rio Madeira.

As famílias exigiam: reconhecimento das 118 famílias afetadas como público “atingido direto à jusante”, negociação coletiva para reparação dos danos e indenização para os atingidos. Já se passam mais de seis meses que a barragem causou deslizamentos nos taludes marginais do rio Madeira, atingindo as famílias do Triângulo e as obrigando a viver até hoje em hotéis e pousadas de Porto Velho, sem ter uma resposta definitiva para seu problema.



Durante reunião de negociação, a empresa deixou claro que não quer discutir novas moradias e não deu o direito de escolha para as famílias atingidas, impondo a proposta de indenização. «Devemos trabalhar no sentido de construir uma proposta com base na indenização. A construção de novas moradias está descartada» disse Ivan, diretor fundiário da Santo Antônio Energia.

O consórcio Santo Antônio Energia alega que, com ação judicial promovida pelos advogados, é impedido de negociar diretamente com as famílias, gerando um impasse. Nem todas as famílias são reconhecidas como atingidas pelo consórcio.

Para o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a posição da empresa na audiência é a negação do direito à moradia. «Continuaremos pautando a necessidade de negociação direta com as famílias, reafirmando a pauta já apresentada e exigindo os direitos negados», afirma Océlio Muniz, do MAB.

Publicada en Sin categoría

Honduras: El movimiento campesino denuncia corrupción

Lunes 6 de Agosto de 2012

El Movimiento Campesino Hondureño, articulado en La Vía Campesina Honduras, a la comunidad nacional e internacional DENUNCIA otro bochornoso caso de corrupción donde aparecen involucrados altos funcionarios del actual gobierno, EN TORNO A LO CUAL manifestamos lo siguiente:

1- Durante la crisis financiera del Banco Corporativo S.A (BANCORP), el Estado hondureño erogó mil cuatrocientos millones de lempiras para compensar a los cuentahabientes debido a la quiebra de dicho banco , como pago o compensación pasaron al Estado de Honduras las fincas camaroneras denominadas HONDUFAR, EXMAR, CULCASA,CWYC camarón S.A y otras.

2- Además pasaron al poder del Estado 2056 manzanas de tierras distribuidas en las 6 fincas, mas una planta procesadora.

 

3- La administración de esas fincas camaroneras por decreto ejecutivo que corresponde a la Secretaría de Finanzas en representación del Estado de Honduras.

4- Las empresas camaroneras mencionadas generan alrededor de 40 millones de Lempiras al año como utilidad neta, cantidad apreciable para contribuir al presupuesto general de la República.

5- En una acción irregular y altamente sospechosa 6 ex empleados de la Secretaría de Finanzas tomaron las fincas y se apoderaron del producto que según cálculos ascendía alrededor de 30 millones de lempiras, ante este hecho la Procuraduría General de la República solicitó el desalojo contra los señores Hernán Muñoz Morales, Eder Rubén Hernández Laínez, Adán Antonio Peralta Méndez, Javier Edilberto Herrera, Douglas Darío Perdomo Torres, quienes mantenían usurpadas las fincas antes mencionadas.

6- El juzgado de Letras Primero Departamental de Choluteca con fecha 26 de marzo del 2012, ordenó el respectivo desalojo.

7- Posteriormente y de manera inexplicable aparece firmándose un contrato de arrendamiento entre el ex secretario de finanzas Héctor Guillermo Guillen Gómez en nombre del Estado de Honduras y el señor Douglas Rafael Perdomo Pinel en su condición personal , siendo este último hijo de del señor Douglas Darío Perdomo Torres por la cantidad de 500 mil lempiras anuales, cuando estas camaroneras fácilmente producen 4º millones de utilidad anual , lo que deja claro que en el fondo lo que existe es un ilícito y que acarrea responsabilidad civil y penal para estos funcionarios.

8- Ante estos hechos fraudulentos , La Vía Campesina exige al Estado de Honduras lo siguiente :

a) Que la fiscalía realice una profunda investigación para determinar y castigar a los responsables directos de estos actos reñidos con la ley.

b) Exigimos al presidente Porfirio Lobo Sosa dejar sin valor y efecto el contrato de arrendamiento firmado el 4 de julio del presente año entre el ex secretario de finanzas y el señor Douglas Perdomo Pinel y hacer de las camaroneras propiedad del Estado de Honduras verdaderas empresas de interés social con la participación accionaria de campesinos y campesinas, trabajadores y las comunidades de la zona sur.

c) Condenamos el manipuleo político sectario de algunos funcionarios del gobierno, diputados al Congreso Nacional que pretenden aprovecharse de los bienes del Estado para actividades políticas sectarias.

d) Exigimos al Instituto Nacional Agrario (INA), recuperar estas más de 2 mil manzanas de tierra y dedicarlas para fines de la reforma agraria en el país.

e) Nos solidarizamos con los campesinos que ocupan las fincas camaroneras y con el comunicador social Ariel D, Vicente por su valiente actuación en defensa de los interés del Estado.

Tegucigalpa 3 de agosto del 2012

 

Publicada en Sin categoría

500 años y siguen abiertas la venas de América latina… Las nuevas formas del colonialismo

Lunes 6 de Agosto de 2012

Por Jhon Ortiz

Hoy al igual que ayer, las nuevas formas de colonialismo han venido demostrando a lo largo de la historia mas reciente, que no les importara, masacrar pueblos, liquidar líderes que no estén consustanciados con sus intereses, someter a nuestros pueblos, para apropiarse de las grandes riquezas que yacen en nuestros territorios.

La historia de los pueblos es la historia de la lucha por su independencia y administración autónoma de sus recursos, en medio de esta lucha América latina fue sometida al mas brutal genocidio, conocido en la historia por parte de los colonizadores españoles, estos se llevaron nuestro oro, la plata del cerro Potosí en Bolivia, el “DESARROLLO” de Europa fue construido sobre la sangre de nuestros aborígenes, y nuestros antepasados africanos. Algunos datos indican que de 70 millones de indios pobladores en América latina y el caribe, más de 65 millones perdieron su vida, cabe acotar que todas estas masacres y apropiación por la fuerza de nuestras riquezas, la hicieron en nombre de la “voluntad de dios”.



Hoy al igual que ayer, las nuevas formas de colonialismo han venido demostrando a lo largo de la historia mas reciente, que no les importara, masacrar pueblos, liquidar líderes que no estén consustanciados con sus intereses, someter a nuestros pueblos, para apropiarse de las grandes riquezas que yacen en nuestros territorios.

Por esta razon el comandante Chávez nos llama a: Defender, expandir y consolidar el bien más preciado que hemos reconquistado después de 200 años: la independencia nacional.

Continuar construyendo el socialismo bolivariano del siglo XXI en Venezuela, como alternativa al modelo salvaje del capitalismo y con ello asegurar la “mayor suma de seguridad social, mayor suma de estabilidad política y la mayor suma de felicidad”, para nuestro pueblo.

Convertir a Venezuela en un país potencia en lo social, lo económico y lo político dentro de la gran potencia naciente de América Latina y el Caribe, que garanticen la conformación de una zona de paz en nuestra América.

Contribuir al desarrollo de una nueva geopolítica internacional en la cual tome cuerpo mundo multicéntrico y pluripolar que permita lograr el equilibrio del universo y garantizar la paz planetaria.

Contribuir con la preservación de la vida en el planeta y la salvación de la especie humana.

Los venezolanos y venezolanas debemos asumir el compromiso histórico de acompañar en esta batalla, al comandante presidente, para seguir profundizando la revolución, seguir rompiendo las trabas que históricamente han oprimido al pueblo venezolano, convertirnos en motores para la construcción del socialismo, y entender que la única forma de seguir dando pasos hacia la verdadera esperanza, el verdadero futuro de nuestro pueblo venezolano, es consolidar la victoria popular y revolucionaria el 7 de octubre.

En este momento la tarea principal es la organización para la movilización, esta pasa por seguir fortaleciendo el proceso de estructuración del 1×10, proceso sencillo, que permitirá conocer nuestra fuerza, antes del 7 de octubre, y así materializar la brecha que por mas de 25% el comandante Chávez le lleva al candidato del sionismo, los intereses oscuros del imperialismo, y sus bases materiales de la burguesía en Venezuela.

Movilización permanente, para derrotar cualquier pretensión que quiera desestabilizar nuestra patria. www.ecoportal.net

 

Publicada en Sin categoría

Transgénicos, sequía y aumento de la vulnerabilidad del campo mexicano

Lunes 6 de Agosto de 2012

Investigadores y organizaciones campesinas sostuvieron que la situación del campo se hizo más vulnerable durante las dos administraciones pasadas, pues las importaciones agroalimentarias ascendieron a 93.6 mil millones de dólares; las mayores tasas se registraron de 2006 a 2009 y el año pasado.

En las importaciones de granos, el primer lugar lo ocupó el maíz en las que se gastaron poco más de 15 mil millones de dólares. Antes de los sexenios de Vicente Fox y Felipe Calderón, las adquisiciones fueron por seis millones de toneladas, volumen que aumentó a 10 millones de toneladas hasta el año pasado.

Durante siete años las tasas de crecimiento de las importaciones se han mantenido por arriba del 13 por ciento; en 2006 y 2008 rebasó el 50 por ciento y el año pasado fue de 88 por ciento.



El alza de los precios internacionales, las sequías y el incremento del consumo de maíz por las industrias son factores que han influido en el aumento de costos y de los volúmenes de las compras al exterior. Las sequías y heladas del año pasado en Sinaloa, Sonora y Jalisco dañaron la producción de maíz –una parte se recuperó con las resiembras–, pero sobre todo a las de hortalizas y frutas. Estamos pagando más caro por las importaciones de granos y productos industrializados, expuso Raymundo Tenorio Aguilar, director de la carrera de Economía de la Escuela de Negocios del Tecnológico de Monterrey campus Santa FeLa Confederación Nacional de Productores de Maíz de México (CNPAMM) señaló que se importa la tercera parte de los casi 33 millones de toneladas del consumo nacional de maíz. México es ya el tercer país con el mayor índice de importación del cereal, con un crecimiento de 6 por ciento en las compras frente a un aumento de casi 5 por ciento en la producción interna.

También se profundizó la dependencia del exterior en las importaciones de frijol, arroz y trigo, las cuales se incrementaron en 50 por ciento para satisfacer el consumo interno.

El campo está en una encrucijada, la producción de alimentos está fuertemente afectada y condicionada por los factores climáticos, los costos de producción aumentan y no se ven alternativas para disminuir la dependencia alimentaria del país, agrupaciones del ramo (La Jornada – Política – Pág.17 – 25.07.12))

La incertidumbre sobre el abasto de alimentos y el peligro de una nueva alza en los precios permanecen vigentes en el país, estableció en el “Análisis mensual de productos básicos. Junio del 2012”, el Centro de Estudios de las Finanzas Públicas (CEFP) de la Cámara de Diputados. Al pormenorizar, el CEFP indicó que los apoyos al sector agropecuario han sido insuficientes y que el valor y volumen de las importaciones de productos agrícolas continúa elevado.

Hay una moderada estabilidad -por segundo mes consecutivo- de los precios de productos agrícolas dentro del mercado nacional, la cual contrasta con la incertidumbre y alta volatilidad que prevalece en los mercados internacionales.

Los granos son los que mantienen precios elevados, así como las leguminosas y otros alimentos derivados. El gobierno federal decidió adelantar el Programa Integral de Atención a la Sequía y el pago de 12,187 millones de pesos a siete estados con el fin de mantener las capacidades productivas del sector rural.

En el documento, el CEFP puntualizó que, durante abril, algunos productos básicos moderaron las altas tasas de importación que venían presentando desde el 2011, como fue el caso del maíz y la semilla de soya, que tuvieron en abril, incrementos anuales de 18.6 y 17.1%, respectivamente (El Economista – Empresas y Negocios – Pág.31 – 08.07.12).

El precio del maíz está, otra vez, como en el 2008, en niveles máximos históricos. Esto implica que el principal alimento nacional enfrenta aumentos totalmente alejados del comportamiento de la inflación general y más lejos aún de los aumentos de los salarios.

Estados Unidos reporta una baja considerable en las lluvias como no lo habían visto en al menos 25 años. El 78 por ciento de los cultivos de maíz del Medio Oeste de Estados Unidos, está afectado por la sequía. Esto implica que bajen los pronósticos de producción de esta importante región y, con ello, que aumente la especulación de manera inmediata en el mercado de futuros de Chicago.

Hablar de la tortilla como el producto afectado por este incremento mundial del precio del maíz es hacer referencia al principal producto que conocemos del grano, pero no es el único. De hecho, es un insumo intermedio en muchas industrias.

Además de los derivados del maíz, como el jarabe, totopos, panes, palomitas y demás, está el uso como alimento en la ganadería. Avicultores y porcicultores dependen del grano para alimentar a sus animales.

Esto implica que productos como la leche, el pollo o el cerdo aumentan sus precios porque sale más caro producirlos. El maíz es también materia prima para endulzantes, que sirven para la industria de los alimentos procesados, desde pastelillos hasta refrescos. También el maíz ha sido utilizado como generador de biodiesel. Cuando subieron los precios del petróleo, se les ocurrió empezar a llenar el tanque con la comida, lo que le quitó el elote de la boca a muchas personas al hacerlo más rentable.

Es imposible controlar los precios internacionales de los alimentos. Lo que puede hacerse es fomentar un aumento en la producción de aquellos productos escasos, como el maíz (El Economista – Valores y Dinero -Pág.8 – 19.07.12). No obstante, Enrique Campos Suárez, columnista, concluye definiendo “ignorante pero estridente” la oposición al uso de granos modificados, pero considera que que la real solución a este problema sería reformular el TLC, devolviendo a México su capacidad de producir sin necesidad de importar su grano básico, dejando atrás el sistema industrial de producción de alimentos y promoviendo las practicas agroecológicas.

Según datos de la Comisión Nacional del Agua (CONAGUA), México se está enfrentando el estiaje más grave de los últimos 70 años. La sequía ha interesado el 40% del territorio nacional, afectando sobre todo Chihuahua, Coahuila, Durango, Zacateca, Aguascalientes y San Luis Potosí. Otros estados parcialmente perjudicados fueron: Sonora, Sinaloa, Nayarit, Jalisco y Guanajuato.

Miguel de Alba, asesor de México Ambiental, destacó que, en muchas comunidades, la degradación del medio ambiente, desertificación, pobreza y aislamiento, terminan afectando de manera muy relevante las vidas de las personas, en especial de las mujeres y niñas, quienes tienen la tarea de proveer agua para el hogar.

Aleira Lara, Coordinadora de la campaña de Agricultura Sustentable y Transgénicos de Greenpeace México observó que, lamentablemente, los desastres naturales se convierten en desastres sociales “por la falta de previsión y prospectivas en la materia”. Argumentó que no se ha dado la debida importancia a las alertas tanto del Panel Intergubernamental de Cambio Climático (IPCC) como del Instituto Nacional de Ecología (INE), que hace algunos años ya habían alertado sobre el aumento de las temperaturas. Recordó además que la agricultura utiliza el 70% del agua dulce, por lo que es el sector más afectado por la sequía, lo que implica impactos severos en pérdida de cosecha que se traduce, a su vez, en falta de alimentos. La sequía se configura así como una problemática que va tocando varios ámbitos de la vida de los mexicanos, productores y consumidores, como se denunció con la “marcha del hambre” de 2011, durante la cual se señaló la falta de capacidad del gobierno mexicano para hacer frente al cambio climático.

“El daño patrimonial de esta sequía fue de 150 mil millón de pesos (ganado y cosecha), fueron entregados únicamente 15 mil millones de pesos para contrarrestarla “Con este presupuesto no se pueden construir medidas de mitigación y adaptación para el futuro” afirmó.

La gravedad de los problemas relativos a la sequía, evento común en nuestro país y sobre todo en el norte, se debe a que la recarga de presas y pozos no ha sido efectiva. Ha faltado, de hecho, establecer de que manera atender la recarga de presas en el largo plazo, implementar un sistema de riego eficiente y utilizar eficientemente la energía que se aplica al campo. Asimismo, para enfrentar el cambio climático será necesario aplicar medidas de mitigación a la agricultura y dejar atrás el modelo de producción industrial de alimentos, inadecuado para hacer frente a los extremos del clima y que requiere gran cantidad de agua debido al modelo de monocultivo en tierras en condiciones agronómicas adversas; “En el sur hay agua y puede haber buena captación de lluvia, pero no hay sistema de riego. Hace falta reconfigurar lo erróneo de las políticas publicas, cambiar el modelo de agricultura para una política de adaptación basada en el uso de la diversidad de semillas mexicanas y en el apoyo a los proyectos de agricultura ecológica que en el sur del país ya se llevan adelante de manera autónoma, sin apoyo del gobierno”.

México, como centro de origen, debería potenciar la diversidad de cultivos, como sugiere la Organización de Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO), y favorecer la investigación pública sobre alternativas para enfrentar el cambio climático. Es urgente dejar de promover cultivos transgénicos, que refuerzan el modelo de monocultivo en menoscabo de la agricultura sustentable. (El Universal – 28.06.12).

Desafortunadamente, a pesar de las evidencias de que los transgénicos han implicado mayores pérdidas y perjuicios para el campo y el medio ambiente, todavía hay quien cree que son la solución. Si México no avanza en la dirección correcta es por la presión sobre los servidores públicos que ejerce la industria y sus aliados como Benjamín Grayeb Ruiz, vicepresidente de Comercio Exterior del Consejo Nacional Agropecuario (CNA), quien prepone resolver el problema del déficit en la balanza comercial agroalimentaria dejando de importar transgénicos para empezar a producirlos en nuestro país: “algunos de los productos que importamos son transgénicos (por ejemplo de Brasil) y lo peor es que aquí nos prohíben producirlos”, afirmó (Milenio Diario – Negocios – Pág.26 – 19.07.12). www.ecoportal.net

 

Publicada en Sin categoría

Paraguay: Este golpe tiene una dimensión continental

Lunes 6 de Agosto de 2012

LUCHAMarcha entrevistó a Jorge Galeano, secretario General del Movimiento Agrario Popular (MAP), de Paraguay, quien analizó la situación que vive su país desde el golpe de Estado, la estrategia del imperialismo y la necesidad de la integración continental por parte de los pueblos.

El MAP es una organización con diez años de existencia. Presente en 7 regiones de Paraguay, contiene a 8 mil campesinos organizados en torno a la lucha por la tierra. La mayoría son pequeños productores dedicados a la agricultura y producción de alimentos para el autoconsumo. Además, pertenece a la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC) – Vía Campesina.

 

– ¿Qué análisis hacen del golpe, desde el Movimiento Agrario Popular?

El golpe de Estado en Paraguay no se da por un avance desde los movimientos o desde los partidos de izquierda hacia el socialismo. El golpe no fue contra el Paraguay, sino que tiene una dimensión regional. Y en ese contexto, vemos los intereses inmediatos del imperio, que tiene como objetivo apropiarse de los recursos naturales, desarrollar el agronegocio y también la extracción minera en nuestro país.

Esto se puede ver en las decisiones inmediatas que tomó el gobierno, vinculadas a intereses de las multinacionales. Por ejemplo, la conformación de una comisión integrada por los representantes de Río Tinto Alcan -una multinacional canadiense- para avanzar con las negociaciones para la instalación de la empresa. Quien estaba como representante de Río Tinto en Paraguay, ha sido nombrado como viceministro de Industria y Comercio.


– ¿Qué otras medidas se han tomado en relación a las multinacionales?

Se ha nombrado a un representante de SYNGENTA -vendedor de agrotóxicos en nuestro país- en la Dirección más importante de control de calidad de vegetales y semillas (SENAVE), que es un organismo competente en materias de control del agronegocio. A su vez, los grandes productores de soja han impulsado en el Congreso una ley de bioseguridad, que abre las posibilidades para el avance del cultivo transgénico. El SENAVE y el ministerio de Agricultura en forma conjunta han autorizado -sin ninguna medida precautoria- la implementación y la producción de semillas de maíz y algodón transgénico. Todo esto, 22 días después del golpe.

Estos son los costos y el pago de las facturas que tiene este gobierno con las multinacionales. Por ejemplo, la Unión de Gremios de Productores, que agrupa a las asociaciones rurales del Paraguay, la Unión Industrial Paraguaya, la Federación de la Producción, la Industria y el Comercio (Feprinco) ha planteado al gobierno dejar sin efecto la reglamentación de la Ley de Fronteras.


– ¿Qué implicaba la ley de Fronteras?

Es una ley que establece que a 50 kilómetros de la frontera con otros países, la tierra no debe estar en posesión de extranjeros. El gobierno de Lugo había reglamentado esa ley y había iniciado una tarea de reconocimiento de esas tierras a los efectos de buscar la forma de recuperarlas y destinarlas a la reforma agraria. Eso era una de las amenazas a las multinacionales que se instalaban en la más rica tierra como San Pedro, Canindejú, Alto Paraná. Estas multinacionales extranjeras se vieron amenazadas y eso se puede tomar como un detonante de esta acción.


– ¿Qué otros actores identifican en el proceso del golpe?

La embajada norteamericana estuvo muy relacionada en esto, con el financiamiento de las empresas de “comunicación” empresarial monopólica pagadas por las multinacionales, que las estuvieron financiando no solamente el día del golpe, sino también mucho antes. Pagaron toda la tarea mediática antes del golpe, durante el golpe y después del golpe.

El equipo operativo del golpe estuvo a cargo de los mafiosos que se encuentran en el Congreso nacional, vinculados a terratenientes y traficantes, jugando en el ámbito establecido jurídicamente en el país. Apartándose y violando muchos artículos de la Constitución Nacional y las leyes. Y todo se cierra con la “bendición” del representante del Papa, que esta acá como embajador del Vaticano, que fue quien en primer lugar reconoció y bendijo este golpe de Estado, junto a todo la jerarquía católica.

Todo evidentemente estuvo muy bien planificado, entre las multinacionales, la jerarquía eclesial, la embajada norteamericana y los operadores políticos mafiosos-traficantes de los partidos tradicionales de Paraguay.

Esto es un peligro no sólo para mi país, sino que también es un peligro para Argentina, Bolivia y Brasil. Para todos los pueblos que estamos tratando de integrarnos es una amenaza.


– ¿Cuáles son las consecuencias a nivel represivo y judicial para los luchadores sociales en este primer mes y medio posterior al golpe?

Ellos tienen el plan muy bien definido, que es el recrudecimiento de la criminalización de la lucha social y de los luchadores. En el marco del golpe, se dieron las sentencias de 25 a 35 años para siete compañeros campesinos, que están injustamente en la cárcel. Se dieron varios hechos de atropello con pelotones de policía que ingresan en encuentros de mujeres, de jóvenes, de campesinos, de indígenas.

Están quitando a todos los compañeros que se encontraban trabajando en las instituciones públicas. Están siendo sacados sin ninguna consideración de las leyes ni de la Constitución Nacional.

Hubo un amotinamiento en una cárcel de San Pedro, un amotinamiento y después la quema de la cárcel; estos criminales son capaces de quemar cárceles. Porque para ellos los pobres, los campesinos, los indígenas son un estorbo o un peligro.

La decisión del presidente golpista de asistir al campo con militares es un retroceso bárbaro. Los militares van a meter miedo a la gente en el campo y van a tratar de sacar información.


– ¿Cuáles son la tareas que ustedes ven como principales para la resistencia?

Una es la búsqueda de mayor articulación, de unidad, y desarrollo de acciones conjuntas para atacar la concentración de la tierra que es la principal contradicción en nuestro país y en la región. Para eso debemos contar con toda la fuerza, no sólo del campesino sino de toda la sociedad paraguaya. La otra es fortalecer la unidad latinoamericana, las relaciones internacionales del campo popular. Haciendo el esfuerzo de unificar la fuerza para tratar de evitar situaciones de esta naturaleza que se puedan desarrollar en nuestros países hermanos latinoamericanos.

Eso depende también de la capacidad organizativa y de formación de nuestra gente. Un punto que estamos trabajando es la formación de compañeras y compañeros a los efectos de poder resistir y avanzar en la lucha.


– ¿Cómo entienden que se va a dar la resistencia de cara a las elecciones del 2013?

Vamos a tener muchas posibilidades si tratamos de entendernos y encarar bien la tarea y la lucha electoral. Porque es una cuestión importante, pero creemos que en este momento todos los movimientos, partidos de izquierda, movimientos sociales, organizaciones campesinas e indígenas deberían centrar su accionar en la organización y en la movilización permanente del pueblo. Que en eso se trabajen los ejes programáticos, basados en los intereses reales de nuestro pueblo, para poder revertir el golpe de Estado y recuperar la soberanía sobre nuestros recursos y fundamentalmente, democratizar el acceso a la tierra, desarrollar un programa de Reforma Agraria.

Hay que fortalecer la integración de los pueblos, pero no desde el punto de vista solamente económico sino desde otros aspectos históricos que nos unen a los latinoamericanos. Es un desafío fortalecer ese vínculo, es necesario para la defensa de la democracia en nuestra región.

Desde nuestra organización, estamos haciendo todo el esfuerzo para aportar a la integración continental de los movimientos sociales se pueda ir fortaleciendo para constituir un proyecto continental. Y nosotros somos los sujetos que tenemos que asumir eso.

http://www.marcha.org.ar/1/index.php/elmundo/113-paraguay/1739-este-golpe-tiene-una-dimension-continental

 

Publicada en Sin categoría

Lanzamiento en Argentina de la Campaña Nacional contra los Agrotóxicos y por la Vida

Viernes 3 de Agosto de 2012

Convocamos a una Conferencia de Prensa del lanzamiento en Argentina de la “Campaña Nacional contra los Agrotóxicos y por la Vida” el día 6 de Agosto a las 10:30hs en el Subsuelo del Pabellón Argentina de la UNC (Universidad Nacional de Córdoba).

Despúes del lanonamenzamiento continental de la “Campaña continental contra los Agrotóxicos y por la vida”, realizado en Noviembre del 2011 en Cuba por la CLOC-Vía Campesina, El MNCI, GRAIN y Amigos de la Tierra convocamos al lanzamiento de la “Campaña continental contra los Agrotoxicos y por la vida capitulo argentino”

Es una campaña permanente de formación, movilización y lucha con el objetivo de poner en marcha una mayor coordinación en la amplia lucha contra el actual modelo capitalista de la agricultura, que está basado en los agronegocios y el saqueo de nuestros bienes naturales. Practicar una agricultura sin la dependencia de los agrotóxicos, es una tarea histórica de recuperación de la agricultura campesina de forma responsable con el planeta y las futuras generaciones.



Los problemas derivados del uso de agrotóxicos han dejado de ser una cuestión exclusiva del campo y se han convertido en un problema ambiental y de salud pública también en los pueblos y ciudades de toda América Latina y el mundo. Los agrotóxicos contaminan el agua, la tierra, las plantas, la comida, los animales y los seres humanos.

La Campaña Contra los Agrotóxicos y por la Vida, tiene dos líneas importantes de actuación; una de ellas es seguir con la DENUNCIA del modelo de agricultura capitalista y su relación con los agrotóxicos, así como los efectos perjudiciales derivados para los seres humanos y el planeta; y la segunda línea es la PROPUESTA de la soberanía alimentaria como alternativa, pues es una forma de practicar la agricultura respetando los pueblos, el planeta y todos los seres vivos que lo habitan, garantizando así la producción de alimentos sanos y sin venenos.

Este año por primera vez en ARGENTINA, gracias a la perseverante lucha de las Madres de Barrio Ituzaingó de la ciudad de Córdoba, tres personas están siendo sometidas a juicio oral y público por contaminar una zona poblada con plaguicidas peligrosos para la salud, principalmente el glifosato y el endosulfán. Los imputados son dos productores agropecuarios y un piloto de avión, que están acusados de llevar adelante una fumigación clandestina en este barrio cercano a la ciudad de Córdoba. En ese marco se realizó el 2° Encuentro Nacional de Pueblos Fumigados, adonde también se acordó conformar y trabajar en una campaña nacional unificada que articule nuestras luchas por la vida y la salud.

Llevamos en nuestro país muchos años de luchas y resistencias, estamos convencidos que este es un momento estratégico para lograr una mayor coordinación y unidad de las luchas del campo y la ciudad para enfrentar a este modelo de agricultura que atenta contra la vida de los pueblos y del planeta. Por eso este fin de semana delegados y delegadas de cada organización nos juntaremos en las primeras jornadas de coordinación nacional de la campaña para trabajar en los siguientes ejes: Sistema productivo, Soberanía Alimentaria, Legal (Jurídico – Institucional), Salud, Formación, Investigación, Comunicación y Difusión, Articulación y Estructura de coordinación.

Elegimos realizar el Lanzamiento este lunes 6 de agosto justamente en Córdoba, en la localidad y la provincia donde Monsanto intentará radicar su producción de semillas transgénicas más grande del mundo.

¡LOS AGROTOXICOS MATAN! ¡SOBERANIA ALIMENTARIA YA!

 

Publicada en Sin categoría

Argentina: Por primera vez, realizarán una campaña contra los agrotóxicos y por la vida

Viernes 3 de Agosto de 2012

agroEsta iniciativa comenzó en Cuba en 2011 y responde a un movimiento continental. Agronegocio y saqueo de bienes naturales son losejes de denuncia bajo los cuales se levanta esta campaña en nuestro país. El lanzamiento será el 6 de agosto en la provincia deCórdoba.

«Los agrotóxicos matan, por una soberanía alimentaria ya». Este es el clamor de muchas organizaciones de la sociedad civil que seaglutinan para formar parte de esta campaña de concientización a nivel continental. La iniciativa comenzó en Cuba en 2011 y esta vez,Argentina, participará por primera vez.

Despúes del lanzamiento continental de la «Campaña continental contra los Agrotóxicos y por la vida», realizado en Noviembre del 2011 en Cuba por la CLOC-Vía Campesina, El MNCI, GRAIN y Amigos de la Tierra convocamos al lanzamiento de la “Campaña continental contra los Agrotoxicos y por la vida capitulo argentino”.

 

Se trata de una campaña permanente de formación, movilización y lucha. El objetivo es poner en marcha una mayor coordinación en la amplia lucha contra el actual modelo capitalista de la agricultura, que está basado en los agronegocios y el saqueo de nuestros bienes naturales.

Quienes encabezan este movimiento sostienen que una agricultura sin la dependencia de los agrotóxicos es posible y que implica una tarea histórica de recuperación de la agricultura campesina de forma responsable con el planeta y las futuras generaciones.

Los problemas derivados del uso de agrotóxicos han dejado de ser una cuestión exclusiva del campo y se han convertido en un problema ambiental y de salud pública también en los pueblos y ciudades de toda América Latina y el mundo.

Los agrotóxicos contaminan el agua, la tierra, las plantas, la comida, los animales y los seres humanos.

La Campaña Contra los Agrotóxicos y por la Vida, tiene dos líneas importantes de actuación. Una está relacionada con seguir denunciando el modelo de agricultura capitalista y su relación con los agrotóxicos, así como los efectos perjudiciales derivados para los seres humanos y el planeta.

En un segundo punto se aboga por la soberanía alimentaria como alternativa, pues es una forma de practicar la agricultura respetando los pueblos, el planeta y todos los seres vivos que lo habitan, garantizando así la producción de alimentos sanos y sin venenos.

Según se comunica desde la UST (Unión de Trabajadores sin Tierra) este año, por primera vez, gracias a la perseverante lucha de las Madres de Barrio Ituzaingó de la ciudad de Córdoba, tres personas están siendo sometidas a juicio oral y público por contaminar una zona poblada con plaguicidas peligrosos para la salud, principalmente el glifosato y el endosulfán.

Los imputados son dos productores agropecuarios y un piloto de avión, que están acusados de llevar adelante una fumigación clandestina en este barrio cercano a la ciudad de Córdoba. En ese marco se realizó el 2° Encuentro Nacional de Pueblos Fumigados, adonde también se acordó conformar y trabajar en una campaña nacional unificada que articule nuestras luchas por la vida y la salud.

“Llevamos en nuestro país muchos años de luchas y resistencias, estamos convencidos que este es un momento estratégico para lograr una mayor coordinación y unidad de las luchas del campo y la ciudad para enfrentar a este modelo de agricultura que atenta contra la vida de los pueblos y del planeta. Por eso este fin de semana delegados y delegadas de cada organización nos juntaremos en las primeras jornadas de coordinación nacional de la campaña para trabajar en los siguientes ejes: Sistema productivo, Soberanía Alimentaria, Legal (Jurídico – Institucional), Salud, Formación, Investigación, Comunicación y Difusión, Articulación y Estructura de coordinación. Elegimos realizar el Lanzamiento este lunes 6 de agosto justamente en Córdoba, en la localidad y la provincia donde Monsanto intentará radicar su producción de semillas transgénicas más grande del mundo”, reza el comunicado de la UST.

 

Publicada en Sin categoría