Em Encontro de Amigos, MST reúne 700 pessoas na ENFF Nesse sábado, amigos e amigas do MST se reuniram na Escola Nacional Florestan Fernandes para fazer um balanço de 2018 e celebrar a solidariedade e resistência!
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Em Encontro de Amigos, MST reúne 700 pessoas na ENFF Nesse sábado, amigos e amigas do MST se reuniram na Escola Nacional Florestan Fernandes para fazer um balanço de 2018 e celebrar a solidariedade e resistência!
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En el marco del 70° aniversario de la Declaración Universal de los Derechos Humanos, la CLOC-Vía Campesina Paraguay se suma a las acciones de conmemoración a través de un debate sobre Reforma Agraria y Derechos Campesinos, que se realizará el lunes 10 de diciembre de 8 a 13 horas en la Plaza O’Leary (Estrella y Nuestra Señora de la Asunción).
El espacio es abierto al público interesado para socializar algunos elementos de la propuesta de Reforma Agraria que venimos debatiendo en nuestro sector desde hace más de un año, de manera que la participación de diferentes sectores de la sociedad civil organizada pueda enriquecer el análisis en vista a la construcción de caminos para la clase trabajadora por la defensa del territorio, de la soberanía y de los derechos humanos.
Marcha unitaria

La CLOC-Vía Campesina es una de las convocantes a la marcha por el día internacional de los Derechos Humanos, que tendrá lugar el mismo día lunes pero a las 17 horas y partiendo de la Plaza Italia (Avda. Ygatimí y 15 de Agosto). La consigna aglutinante es “Los Derechos Humanos no se negocian: se defienden con Soberanía y Poder Popular”.
La articulación que organiza la marcha la conforman estas organizaciones sociales y políticas:
-Aireana – Grupo por los Derechos de las Lesbianas.
-Carreras de Sociología y Trabajo Social de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad Nacional de Asunción (FACSO-UNA).
-Confederación de la Clase Trabajadora (CCT).
-Coordinadora Nacional de Niñas, Niños y Adolescentes Trabajadores (CONNAT’s).
-Frente Guasu – Partido Convergencia Socialista (PCS), Partido de la Participación Ciudadana (PPC), Fuerza Común…
-Frente Recoleta.
-Ofensiva Universitaria.
-Partido Comunista Paraguayo (PCP).
-Partido de los Trabajadores (PT).
-Plataforma Social de Derechos Humanos, Memoria y Democracia.
-Red por el Derecho a la Educación del Paraguay.
-Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC) – La Vía Campesina Paraguay.
-Unión Nacional de Centros de Estudiantes del Paraguay (UNEPy).
Ações em diversos pontos do país trazem a bandeira da liberdade imediata para o ex-presidente Lula, condenado injustamente e encarcerado há oito meses.Na próxima segunda-feira (10), Dia Mundial dos Direitos Humanos, o Comitê Nacional Lula Livre, junto aos movimentos da Frente Brasil Popular, que conta com mais de 80 organizações, iniciam a Jornada Nacional Lula Livre, com ações em vários lugares do país. Um grande ato já está convocado para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, às 18h, com a presença de representações políticas de vários países.
Os movimentos sociais realizarão ainda ações de solidariedade em todo o Brasil dialogando com a sociedade sobre a injustiça cometida contra o ex-presidente, preso há mais de oito meses na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Serão atos públicos, panfletagens, lançamentos de comitês e outras ações para aumentar o alerta nacional e internacionalmente sobre a prisão injusta de Lula e exigir sua liberdade.
“Faremos atividades de solidariedade ao presidente Lula em todo país no próximo dia 10 e conclamamos a sociedade a se mobilizar contra esse processo injusto que perseguiu e prendeu nossa maior liderança política”, explica João Paulo Rodrigues, do MST, ao passo que conclama a militância para lotar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo na noite de segunda. “Todo militante que estiver em São Paulo tem a obrigação de estar presente em defesa do Lula”, completa.
Conferência Internacional
Entre os dias 10 e 11, acontece ainda a primeira Conferência Internacional em Defesa da Democracia, organizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Comitê Internacional Lula Livre e a Secretaria de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores (PT).
A Conferência que será realizada em São Paulo, traz nomes das principais organizações de esquerda de Espanha, Uruguai, Portugal e do Parlamento Europeu. A intenção é reunir importantes atores para discutir e elaborar sobre a luta pela democracia e a resistência a retrocessos nas políticas públicas, inclusão social e política externa, bem como sobre a criminalização dos movimentos populares.
Acompanhe as redes sociais do Comitê Nacional Lula Livre para mais informações, nos endereços: https://goo.gl/LVQVxg (Facebook) e www.twitter.com/ComiteLula (Twitter).
Por Assessoria Comitê Lula Livre
Os camponeses e camponesas do MPA neste início do mês de dezembro laçam a 3ª Edição da “Campanha Natal Sem Veneno”. Uma proposta que visa levar alimentos saudáveis a mesa dos trabalhadores do campo e da cidade, nesta data em que as famílias reúnem-se a mesa para celebrar a vida. No Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Sergipe já iniciaram a comercialização das cestas natalinas de alimentos sem venenos produzidos pelo Campesinato. Com o objetivo de levar alimentos saudáveis para a mesa do trabalhador, a campanha Natal Sem Veneno está sendo realizada ao longo do mês de dezembro em todos Estados.
A Campanha é organizada pelos camponeses e camponesas do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e nestes três anos de construção, já inspira outras experiências. “A terceira edição do Natal Sem Veneno além de tudo é um ato de solidariedade, esperança e amor, afinal, ninguém quer presentear ou comer com alimentos envenenados”, reflete Bruno Pilon, da direção nacional do Movimento.
Está 3ª Edição busca ainda fazer uma reflexão sobre como estamos nos alimentando e de onde vem este alimento, debates que o MPA vem realizando há anos. “O Natal Sem Veneno é parte de um conjunto de ações que compõe o Plano Camponês, até chegarmos a Soberania Alimentar, livre de agrotóxicos” complementa Bruno. Num contexto em que o povo brasileiro é quem mais consome veneno no mundo, em média de 7,2 litros por pessoas, outro fator torna-se um alerta, o Brasil apresenta o maior incentivo legal e fiscal para seu uso. Dos 50 agrotóxicos mais usados no Brasil, 29 são proibidos no exterior, ou seja, o Brasil é o destino predileto dos agrotóxicos banidos em outros países, conforme a Campanha Nacional Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
Ciente do tamanho que é este desafio, o Movimento tem construído, questionando e denunciado, desde seu surgimento, este modelo de agricultura que destrói o meio ambiente e os seres vivos, assim como, tem lutado e construído políticas públicas de crédito, assistência técnica e comercialização que incentivam e possibilitam a produção de alimentos sem veneno. No ano em que completamos 22 anos de lutas e resistências, o MPA quer compartilhar os frutos de suas lutas, mas também da produção sem veneno.
La Justicia suspendió, el pasado viernes (30), la restitución de tenencia de un ingenio en el municipio Campo do Meio, en el sur del estado de Minas Gerais, donde viven cerca de 450 familias, es decir, más de 2 mil personas. En las últimas semanas, integrantes del Movimiento de Trabajadores Rurales Sin Tierra y partidarios de la lucha por el derecho a la alimentación se movilizaron para impedir el desalojo de habitantes que viven y cultivan las tierras de la región.
Hace algunas semanas, una medida cautelar firmada por el juez Walter Zwicker Esbaille Junior, de la Jurisdicción Agraria de Minas Gerais, puso en riesgo el campamento Quilombo Campo Grande, que existe desde 1998, cuando fue ocupado por el MST, que defiende su uso para fines reforma agraria.
“Hemos contado con muchas expresiones de solidaridad, de resistencia, con la presencia de muchos amigos y de mucho trabajo. Sabemos que es una victoria parcial, pero estamos conmemorando muchísimo pues en estos tiempos que estamos viviendo, hay que conmemorar cada victoria con mucha fuerza”, afirma Tuira Tule, coordinadora del Movimiento de Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST) en el Sur de Minas Gerais.
Según la dirigente, “esta victoria es fruto de muchas manos, fue una verdadera victoria de la clase obrera, que estuvo acá en las tierras del campamento, que envió más de mil cartas para el juez responsable, más de 500 cartas al juez de segunda instancia. Tuvimos el apoyo de diversas iglesias, compañeros de la región, del estado y de todo Brasil, también de artistas, comunicadores, todo Brasil, apoios de artistas, de comunicadores, además del apoyo a través de [la plataforma de financiamiento colectivo] Catarse, donde 537 personas contribuyeron”. Para ella, la decisión de suspender la restitución de tenencia “comprueba la legitimidad de nuestro proyecto de reforma agraria popular”.
El campamento
Quilombo Campo Grande, como fue bautizado el campamento, actualmente concentra una de las mayores cooperativas de café del estado, la Guaií. En ella se producen 510 toneladas del grano por año, que dan una media de 8.500 sacos de café. Además de eso, se cosechan 55.000 sacos de maíz y 8.000 sacos de frijol en el lugar, que también comparte espacio con 40 hectáreas de huerta, que generan verduras y legumbres para los acampados y para comunidades locales. En el campamento, también están plantados 60.000 árboles frutales y 60.000 nativos.
A lo largo de los años, las familias se estructuraron, construyeron sus casas sin apoyo del poder público, se organizaron, trataron el suelo y hace décadas producen y resisten en un territorio considerado por el estado de Minas “patrimonio de sociedad en liquidación”.
Edición: Brasil de Fato | Traducción: Luiza Mançano
Escrito por várias mãos, o livro “A Diversidade Produtiva das Mulheres do MPA” segue seu caminhar e é lançado nesta segunda-feira, 03 de dezembro, na Universidade do Estado do Pará, campus de Geografia em Belém (PA). Na ocasião estiveram presentes estudantes, professores e representantes do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Comissão Pastoral da Terra (CPT), além dos camponeses e camponesas do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
O livro nasce da necessidade de organizar e visibilizar o trabalho das mulheres do MPA, além de fortalecer a organização produtiva de mulheres trabalhadoras do campo, por meio das capacitações em comercialização, processamento, gestão da produção familiar e a inclusão das mulheres camponesa nos processos de desenvolvimento em 17 Estados.

Foto: MPA
Organizado em três partes o livro aborda “A trajetória histórica das mulheres no MPA e sua participação na construção do Plano Camponês”, “As mãos das mulheres na construção do Plano Camponês” e “As camponesas e suas reflexões”, em cada parte revelam a riqueza do conteúdo e também da diversidade, revelados pelo desafio que as mulheres camponesas do MPA assumiram em ‘por no papel’ e escrever elas mesmas suas experiências.
Em seu conjunto e na diversidade de questões que traz à tona, o livro revela um painel amplo das condições de vida e resistência de grupos de mulheres que procuram questionar um cotidiano herdado e reconstruí-lo em bases novas. Tratando-se, antes de mais nada, de um enorme esforço de valorização do papel das mulheres e de um projeto político, quer no espaço produtivo, quer nas atividades organizativas e políticas, mostrando o protagonismo que vem se constituindo em torno das lutas por afirmação de identidade e de direitos.
Por Comunicação MPA
A data é mundialmente conhecida como o Dia Internacional Contra os Agrotóxicos e recorda a tragédia de Bhopal (Índia), quando em 1984, uma fábrica de agrotóxicos da empresa Carbide Union explodiu matando 20 mil pessoas, milhares de feridos e com sequelas fruto da intoxicação.
No Brasil não há o que comemorar quando falamos do uso de agrotóxicos, somos o maior consumidor de veneno, – entorno de 7,2 litros por pessoa ano -, e também, somos um dos países com maior incentivo legal e fiscal para seu uso. Conforme a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, dos 50 agrotóxicos mais usados no Brasil, 29 são proibidos no exterior, ou seja, o Brasil é o destino predileto dos agrotóxicos banidos em outros países.
Por Comunicação MPA
Os moradores da lagoa foram reconhecidos como atingidos pela hidrelétrica de Belo Monte em março deste ano, após um processo de lutas de mais de três anos no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). No entanto, a Norte Energia, concessionária da hidrelétrica, teve dificuldade em entrar em acordo com a prefeitura de Altamira para firmar um termo de compromisso, o que acabou atrasando a retirada dos moradores. A negociação com as famílias para a remoção iniciou de fato na última quarta-feira (28).

“Fizemos muita luta para pressionar pela nossa retirada o mais rápido possível, porque sabíamos que com a chegada do inverno estaríamos em situação de risco, pois as casas e as palafitas já estão se deteriorando”, afirma Fábio Magalhães, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e morador do local.
Fábio conta que acordou de madrugada com os vizinhos batendo à sua porta. Por ter o assoalho um pouco mais alto, a água não havia chegado a invadir a casa. “Quando vi tinha mais de vinte meninos dentro de casa. As mães levavam as crianças para lá e voltavam para casa para tentar salvar alguma coisa”, conta.

Nazária foi uma das primeiras moradoras a levar suas coisas para a sede da associação de moradores. “Perdi rack, sofá na água podre”, conta ela. A maior preocupação foi com o filho que ainda é bebê.
A Norte Energia se comprometeu a buscar realizar as mudanças o mais rápido possível. Até o momento, a empresa informa que já fez 45 negociações com as famílias. Ao todo, cerca de 600 famílias devem ser retiradas do local pela empresa. Elas têm direito a indenização, uma casa em um dos Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUCs) de Altamira, ou aluguel social, de acordo com cada caso.
Por Diego Monton MNCI Via Campesina para Infonews
¿No debiera ser una preocupación del G20 fomentar una agricultura amigable con el ambiente? ¿No es acaso la mitigación de la crisis climática uno de los Objetivos de la Agenda 2030 de desarrollo sostenible?
Detrás de los discursos de seguridad alimentaria y agricultura sostenible, las discusiones en el G20 sobre Agricultura se plantean fundamentalmente el Libre comercio y el fin de las barreras arancelarias. Quien lo expresó claramente en la reunión de ministros de agricultura, fue Julia Klöckner, ministra federal de Alimentos y Agricultura de Alemania, acompañada por el ahora secretario de Agroindustria de Argentina y ex presidente de SRA, Miguel Etchevehere.
En lo que respecta a las discusiones y propuestas sobre agricultura, participaron como “sociedad Civil” un grupo de afinidad presidido por Luis Pagani (Arcor) e integrado por representantes de Sociedad Rural Argentina (SRA), Luigi Bosca, Cepas Argentinas SA, Carozzi (Chile), Coca-Cola, Danone, PepsiCo y Unilever. CREA, Coordinadora de las Industrias de Productos Alimenticios (Copal) y el Consejo Empresario Argentino para el Desarrollo Sostenible (Ceads) .
Los intereses de la Agricultura familiar y de las economías regionales populares, no tuvieron ningún tipo de representación en las propuestas del gobierno de Argentina.
¿Es libre Mercado lo que nos conduciría al Desarrollo Sostenible? ¿Significa una posibilidad para la Argentina?
En primer lugar no existe en el contexto actual un posible libre mercado, y en segundo lugar existen enormes disparidades entre las economías, producto entre otras cosas de largos años de proteccionismo, fundamentalmente de EEUU y la Unión europea a sus sistemas agrícolas.
La agricultura estadounidense de la mano de la ley agrícola (Farm bill) ha estado subsidiada con un promedio de $25 mil millones de dolares anuales y según la Oficina de Presupuesto del Congreso se proyectan alrededor de 199 mil millones de dolares destinados a la agricultura estadounidense para los próximos 10 años.
En el caso de la PAC ( Política Agrícola Común de la Unión Europea), los subsidiosa la agricultura de 2014-2020, superan los 308 mil millones de euros, el presupuesto promedio / año para los subsidios, es de más de 44 mil millones de euros.
Ademas, en muchos países, el trabajo precarizado e incluso esclavo reduce los costos de los productos agrícolas, no siendo esta una variable aceptada en el marco de un proyecto que se pretenda inclusivo.
Por esto es muy difícil que la producción de nuestras economías regionales presenten alguna chance de competitividad bajo esas reglas, y sobre todo después de que el gobierno de Cambiemos eliminó todo tipo de subsidios a tarifas y dolarizó los precios de los combustibles .
A esto se suma el predominio de las corporaciones transnacionales, que controlan gran parte del mercado global de agroquímicos y semillas, así como de la infraestructura de transporte y carga.
El proyecto de ley de semillas que pretende aprobar el oficialismo cambiemita va en dirección a favorecer ese dominio extranjero y corporativo.
Argentina, en la actualidad, ni siquiera cuenta con un ministerio de Agricultura, y las economías regionales y las miles de familias de pequeños productores y agricultores familiares no cuentan con ningún tipo de incentivo estatal.
Mas allá de los acuerdos posibles del G 20 , lo cierto es que el Macrismo abrió la importación de productos agropecuarios deliberadamente. Los impactos en las provincias han sido desastrosos. Como señalamos, no es posible competir frente a siderales subsidios explotación del trabajo
Los productores de cerdos, uva, manzanas y tomate, entre otros, sufrieron en carne propia estos embates, con consecuencias que aun no podremos cuantificar, asociado a las disparidades dentro de cada cadena, en la que Argentina también tiene estructuras monopólicas de los sectores industriales que trasladan todos los costos a los productores.
Por ejemplo, respecto del Vino, en 2015 se importaron 1283 hectolitros, en 2016 lo importado se incrementó a 91443 hectolitros y en 2017 llegamos a 810104 hectolitros, estancando definitivamente el precio de la uva que se le paga al productor, al cual le subieron todos los costos. Además, solo cerca de un 20% del vino se exporta, es decir el mercado principal del vino es el interno.
Respecto al tomate entero pelado en 2015 la cantidad de kilos importados fue de 335.667, en 2016 aumentó exponencialmente a los 3.593.869 mientras que para en 2017 ingresaron 10.302.124 kilos. Recientemente se oficializó la quiebra de ALCO – Canale que industrializaba tomate en Argentina
Situaciones similares ocurren con los cerdos, las manzanas y otros productos de las economías regionales.
Desde la perspectiva de un proyecto para las mayorías, la agricultura tiene fundamentalmente el rol de producción y abastecimiento de alimentos saludables y suficientes para garantizar la Soberanía Alimentaria, y la generación de trabajo de calidad, en un marco de sostenibilidad ambiental y ecológico y el arraigo de la población en todo el territorio nacional con ingresos adecuados para un modo de vida digno.
Si bien es cierto, que la pampa Húmeda tiene una posibilidad de renta diferencial por sus condiciones, y es un potencial factor de ingreso de divisas al país, esto no puede condicionar toda la política agraria del país. Además, la desregulación generalizada que impulsó Cambiemos sumado a la significativa baja de las retenciones, hace que la socialización de divisas de ese sector sea ínfima dado que esta región esta altamente concentrada y bajo un esquema de subordinación a las trasnacionales, por lo que una gran parte de esas divisas en realidad ni siquiera ingresa al país. Es por esto, que ese argumento, no puede ser suficiente para que en base un pequeño sector con condiciones de exportación competitiva y alta rentabilidad, se castigue a la gran masa de agricultores familiares y campesinos que producen para el mercado interno y generan mas del 60% del trabajo rural con tan solo el 18% de la tierra agrícola del país.
Por otro lado, diversos estudios estiman que cerca del 50% de las emisiones de gases con efecto invernadero, provienen de la Agricultura Industrial, siendo esta forma corporativa de altos insumos de derivados de hidrocarburos, uno de los principales causas del cambio climático: ¿No debiera ser entonces una preocupación del G20 como fomentar una agricultura amigable con el ambiente? ¿No es acaso la mitigación de la crisis climática uno de los Objetivos de la Agenda 2030 de desarrollo sostenible?
Conociendo además que la agricultura campesina con tan solo el 25% de las tierras agrícolas alimenta al 70% de la población mundial: ¿No debería ser central en la discusión de agricultura como fortalecer y proteger al sector que puede terminar con la crisis alimentaria? De hecho, por recomendación de la FAO, la propia asamblea general de Naciones Unidas estableció el próximo decenio, como la “Década de la Agricultura Familiar”. Y la tercera comisión de la asamblea general de Naciones Unidas, aprobó la adopción de la Declaración de los derechos campesinos el pasado 19 de noviembre (el gobierno Argentino, vergonzosamente se abstuvo dando la espalda a toda una tradición a favor de los DDHH en ONU).
Es claro que las discusiones e intensiones que promueve gran parte del G20 y particularmente el Gobierno de los CEOs, van a contramano de los intereses de las mayorías, es mas van a contramano del futuro bienestar de la humanidad. Un proyecto nacional y popular deberá retomar la política agraria con un fuerte protagonismo del Estado en la protección del mercado interno y en la intervención de las cadenas agroalimentarias de manera de socializar la renta agraria y desarrollar la industria nacional, generar trabajo digno y garantizar la Soberanía Alimentaria.
* Diego Montón es titular del Movimiento Nacional Campesino Indígena Colectivo Internacional de Derechos Campesinos de Vía Campesina.
Bajo Aguán, 30 de Noviembre 2018: Unos 300 elementos de la Policía y el ejército desalojaron la mañana de 28 de noviembre a las familias de la Empresa Asociativa Campesina Unidos Lucharemos de 78 hectáreas de tierra ubicada en la comunidad de Luzón Palmeras del municipio de Saba, departamento de Colón.
La acción de desalojo se realizó entre la 1:00 y 2:00 de la tarde, luego que la policía y el ejército llegaran de manera amenazante, dirigiéndose hacia las familias campesinas que desalojaran un área de las 115 manzanas en la cual han permanecido por más de siete años, la que han trabajado con el desarrollo de proyectos de hortaliza, granos básicos y otros para la subsistencia de las familias campesinas que ocupaban la tierra. El juez ejecutor del desalojo es Oscar Armando Alvares Amaya de la Ceiba.
Este desalojo fue ejecutado a pesar de no existir una resolución del Consejo Nacional Agrario porque aún sigue revisándolo, lo que evidencia el claro abuso de autoridad de la Juez Soe Guitarro de quien se conoce por tener interes económicos y parentesco con los supuestos reclamantes de la tierra, esta acción ilegal viola el derecho a la alimentación, el derecho a la vida, el derecho a la vivienda etc, de las familias campesinas.
La Empresa Campesina de Producción Unidos Lucharemos la conforman 28 familias campesinas; un total de 140 personas entre hombres mujeres y niños que ocupan 115 manzanas de tierras desde el año 2011, desde entonces han producido la tierra con la siembra de plátano, maíz, frijoles, yuca y palma africana para la soberanía alimentaria de las familias, además se encuentran en un proceso de siembra de naranjo, caoba e iniciando con un proyecto de ganado y cerdo, en total tiene una inversión de al menos 14 millones de lempiras que han trabajado sin ningún apoyo estatal.
Desde hace algunos años el Estado a traves del director del Instituto Nacional Agraria (INA), Ramón Lara se puso en marcha una estrategia para el despojo de la tierra a familia campesinas, en junio del 2017 por instrucciones del director de INA, se ordenó la cancelación de la personalidad jurídica de la Empresa Asociativa Campesina de Producción Unidos Lucharemos, se logró detener esta estrategia por la presión mediática y las denuncias de los y las defensoras de la tierra.
El 21 de febrero 2018, unos 250 elementos de la policía y el ejército bajo la orden del sub comisionado de la Policía Héctor Turcios Fernández, pretendían desalojar las familias campesinas con una orden de desalojo falsa y claro abuso de autoridad de la Juez de los Juzgados de Tocoa Soe Guifarro quien obedece a intereses económicos y parentescos familias con los sus reclamantes de la tierra.
Pese a los convenios y tratados internacionales de las Naciones Unidas (ONU), de la cual Honduras es suscriptor, el Estado a traves del gobierno viola derechos fundamentales como el derecho a la vida, a la alimentación, a la vivienda, lo contribuye al incrementa en el índice de pobreza, desigualdad, migración forzada etc, violando la “Declaración de Derechos de los campesinos y otras personas que trabajan en zonas rurales” de la Naciones Unidas adoptada el 28 de septiembre, en el marco del 39° encuentro del Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas en Ginebra, Suiza.
Finalmente la Plataforma Agraria Regional del Valle del Aguán exigió al Gobierno el respeto a la posesión de la tierra y el cumplimiento de la “Declaración de Derechos de los campesinos y otras personas que trabajan en zonas rurales” que les asiste como sectores campesinos organizados, defensores de la tierra y los recursos naturales.